Orquestra Jazz do Porto

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Em meados de 2017 um grupo de jovens músicos de Jazz da Cidade do Porto reuniu-se com o intuito de criar uma Orquestra que pudesse trazer à cidade do Porto o “glamour” das grandes Orquestras de Jazz do inicio do Século XX.

Tendo em conta a forte ligação de todos os elementos à Cidade do Porto não fazia sentido que o projeto não ficasse sediado na Cidade Invicta.

Assim nasceu a “Orquestra Jazz do Porto”. Sob a direção artística do trompetista Gileno Santana, apresentou-se na Sala 2 da Casa da Música no dia 9 de Novembro com um concerto memorável em que os presentes foram convidados a fazer uma viagem aos anos 30/40 do Século XX.

A “Orquestra Jazz do Porto” estabeleceu a sua residência na Casa das Artes (Porto) onde ensaia com regularidade, e pretende apresentar alguns dos seus projetos. Os elementos que compõem a orquestra depressa sentiram a necessidade de proximidade com o público apreciador do estilo do Porto. Estabelecemos um protocolo com o “Hot Five Jazz & Blues Club”, onde nos temos vindo a apresentar com regularidade podendo mesmo dizer-se que somos Orquestra residente do clube.

Encontram-se neste momento em fase de preparação projetos com nomes do panorama musical nacional e internacional que serão apresentados em 2018 nas salas mais carismáticas do nosso país.

Ficha Artistica

Direção Artística: Gileno Santana
Saxofones: Hugo Gama, Gabriel Neves, Fábio Almeida, Diego Alvarez, Paulo Gravato
Trombones: Xavier Sousa, Hugo Caldeira. Gil Silva, Rui Bandeira
Trompetes: Gileno Santana, Luis Macedo, João Dias, Eduardo Santos
Piano: Carlos Azevedo
Contrabaixo: Hugo Ribeiro
Bateria: Filipe Monteiro

The Simon & Garfunkle Story

The Simon-&-Garfunkel BannerO cancioneiro da mítica dupla Simon & Garfunkel é um dos mais celebrados do mundo. Quando assinaram o mítico Concert In Central Park em Nova Iorque em 1981, Paul Simon e Art Garfunkel arrebataram não apenas o meio milhão de pessoas que os aplaudiu nessa noite, mas toda uma geração que entoou a uma voz temas eternos como “Mrs Robinson”, “Wake Up Little Susie”, “Bridge Over Troubled Water” ou “The Boxer”. Prova da longevidade e alcance dessas canções tem sido o sucesso tremendo do espectáculo The Simon & Garfunkel Story que já foi visto por mais de 250 mil pessoas em todo o mundo, conquistando público e crítica nos palcos da Broadway de Nova Iorque ou do West End de Londres.

“Espantoso”, foi como a BBC se referiu ao espectáculo, “Autêntico e excitante”, exclamou a revista The Stage. Este é agora o musical itinerante mais visto no mundo, que inclui vozes de excepção, uma banda de músicos de elevadíssima qualidade e novas tecnologias de projecção de vídeo de alta definição tornam esta uma experiência única, perfeita para públicos de todas idades que continuam a querer aplaudir as grandes canções que unem gerações.

HAUSCHKA

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Volker Bertelmann responde pelo nome de Hauschka, uma identidade com que se tem afirmado como um dos mais entusiasmantes pianistas contemporâneos através da sua abordagem a um tempo profundamente emocional e também intransigentemente experimental ao instrumento. Hauschka virá a Portugal apresentar What If, novo e aclamado álbum lançado pela prestigiada City Slang.

A inspiração para sua arte, afirma o próprio Hauschka, vem de uma longa linhagem de criadores singulares, de John Cage a Aphex Twin. E isso resulta não só em trabalhos que recolhem os mais sentidos elogios e aplausos, mas também, e talvez sobretudo, em concertos intensos em que Hauschka leva ao limite as possibilidades tímbricas e texturais do seu instrumento. Os elogios chegam depois de todo o lado: a Rolling Stone comparou-o a Satie, a Mojo usou palavras como “espantoso” e “triunfal” para tentar medir o seu som e a Uncut juntou-se ao coro descrevendo o seu trabalho como “uma experiência avassaladora”. Trata-se, obviamente, de um concerto absolutamente imperdível que parte de novas peças que são descritas como “assombrosas”, “misteriosas” e “complexas” e que resultam num disco diferente, em que o pianista mantém a sua ultra-criativa abordagem ao piano, usando a tecnologia para desconstruir as possibilidades oferecidas pelo centenário instrumento. Imperdível, mesmo.

FEDERICO ALBANESE

Federico

Federico Albanese é um compositor italiano, nascido em 1982. A sua versatilidade musical é uma dádiva que o leva a explorar a música em todas as suas facetas. As composições de Albanese são arejadas e cinematográficas, misturando clássico, pop e psicadélica. Estudou piano e clarinete em criança, antes de se tornar um fascinado pela música rock. Tendo mesmo atuado em várias bandas. As suas habilidades como compositor tiveram ainda a influência da musica eletrónica, folk e clássico contemporâneo.

DANI DE MORÓN

David Rojas

Daniel López Vicente nasceu em Sevilha, em Setembro de 1981, e viveu na localidade de Morón de la Frontera. Aos doze anos matriculou-se no Conservatório Municipal de Música desta localidade, com a intenção estudar piano, mas acabou foi por estudar guitarra, tendo Morón de la Frontera um povo com uma grande tradição na guitarra flamenca e, até a sua própria “denominação de origem”. Por essa razão quis ter as aulas com Manolo Morilla.
Rapidamente tornou-se um guitarrista formidável.

Toda essa experiência anterior abriu a Dani de Morón o circuito das grandes empresas de dança, lideradas por Antonio Canales e Javier Latorre. Pouco tempo depois, ele recebeu a sua primeira comissão para compor a música do programa Imigração da Companhia de Ángeles Gabaldón, para a qual ele recebeu o elogio unânime das críticas nacionais.

No entanto, o elogio definitivo vem a ele quando ele é solicitado pelo maestro Paco de Lucía, para acompanhá-lo como segundo guitarrista na turnê do álbum “Cositas Buenas”, uma experiência que abriiu uma nova dimensão e catapultá-lo para a primeira linha da guitarra flamenca.

Na gravação de seu primeiro álbum a solo, Dani decidiu unir o seu talento com o guitarrista de Jerez, Alfredo Lagos, para montar um espetáculo de guitarra, “12 Cuerdas”, que foi reconhecido pelos críticos como o melhor concerto de guitarra flamenca do ano de 2011. Concerto que foi apresentado em importantes locais e festivais internacionais, tais como: Auditório Nacional de Música de Madrid, Teatro Central de Sevilha, Festival de Jerez, Teatro Nacional de Hanói (Vietnam), Auditório Nacional de Manila (Filipinas) ou II Bangkok Guitar Festival, entre outros.

Assim, Dani de Morón, abriu definitivamente portas para um palco em que a técnica, harmonia e afinação desempenham um papel tão importante quanto o toque tradicional da corda e o uso abundante do polegar no baixo.

CARMEN LINARES

CarmenLinares_ret_12Carmen Linares conquistou um lugar privilegiado na cultura musical contemporânea em Espanha. Nos anos setenta e oitenta trabalhou em Madrid com artistas da estatura de Enrique Morente, Camarón, Carmen Mora e os irmãos Juan e Pepe Habichuela. Foi assim que tudo começou.

Com a sua voz flamenca tornou-se uma artista de projeção internacional. Carmen Linares interpretou “El Amor Brujo” de Manuel de Falla, dirigido por mestres como Josep Pons, Leo Brower, Frubech de Burgos ou Victor Pablo em locais como Lincoln Center em Nova Iorque, Opera House em Sydney ou Royal Albert Hall em Londres.

Nos últimos vinte anos, Carmen tem-se apresentado em todo o mundo. Destacamos “Open Oasis”, “Ensaio Flamenco”, “Lembranças”, “Encuentro” e “Cu4tro”.
Neles Carmen contou com pessoas como Belén Maya, Jorge Pardo, Gerardo Núñez, Rafaela Carrasco, Tomasito, Juan Carlos Romero, Carles Benavent, Javier Barón, Tino Di Geraldo e Miguel Ángel Cortés entre outros.

Ela cantou poetas universais como Juan Ramón Jiménez, Federico García Lorca, Jorge Luis Borges, Antonio e Manuel Machado, Rafael Alberti e José Angel Valente em canções memoráveis ​​como “Mares y soles”, “Legend of the Time”, “O pombo estava errado”, “Milonga del estranho “, ” Cantares ” e ” Em ritmo “.

Em 2017, ele lança seu álbum “Verso a Verso” homenagem ao poeta Miguel Hernández. Com acompanhamento musical de piano, guitarra, contrabaixo e bateria acham intimidade de voz de Carmen para nos mostrar sua expressão flamenca interpretando essa seleção de versos únicos.

PREMIOS DESTACADOS
– Premio de la Academia de la Música a Toda una Vida (2011)
– Medalla de Oro de las Bellas Artes (2006)
– Premio Nacional de Música (2001)
– Medalla de Plata de la Junta de Andalucía (1998)   

MARCO MEZQUIDA

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Para dizer que Marco Mezquida brilha igualmente como compositor, pianista, improvisador, acompanhante e líder de banda, que ele é eclético e versátil, é o óbvio. Mas é, também e quase, uma descrição da superfície de seu mundo.

Acima de tudo, Marco é um artista imprevisível e com um bom sentido de humor, um universo no qual cair, uma torrente para se render e deixar ir.

Seu poder criativo é admirável, e os seus recursos parecem infinitos. Jarrett, Schubert, Evans, Rachmaninov ou Bley, para citar alguns, se fundem no ADN musical de Marco. Marco deixa-os entrar, convida-os a tocar em sua música, integra-os em seu fluxo de expressividade, nas interseções inesperadas que se tornaram uma marca do organismo musical que Mezquida representa.

Sua agenda mostra-o na intimidade do piano solo, ou acompanhado por orquestras, projetos de dança, duetos, trios, jazz, bem como em suas abordagens originais para Ravel, Haendel ou Chopin, flamenco ou música popular latino-americana.

Ele poderia ser representado como um jovem artista com um futuro brilhante, exceto que suas conquistas, embora impróprias, de um artista que acabou de chegar aos trinta, falam num presente irrefutável:

A lista de artistas com quem Mezquida compartilhou o palco, projetos ou estúdio é infinita. Entre eles, estão as figuras famosas como Lee Konitz ou Bill McHenry. Da mesma forma, ele esteve presente em locais de vinte e quatro países, incluindo Marciac, Budapest Music Center, Conde Duque de Madri, Jazzaldia, Jazzahead !, Kölner Philharmonie ORF Auditorium em Viena, SFJazz ou Jazz na Fábrica em São Paulo.

Seus colegas da Associação de Músicos de Jazz e Música Moderna da Catalunha o escolheram “Músico do Ano”, não um, mas quatro vezes em cinco edições.

ANDREA MOTIS

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Andrea Motis, com apenas 21 anos de idade, exibe uma musicalidade madura. Isso porque começou a tocar a trompete aos sete anos; Três anos depois, ela começou a estudar jazz, na Escola Municipal de Música de Sant Andreu sob Chamorro, que logo depois a recrutou para a banda, enquanto ela ainda era adolescente. Durante a escola, ela também foi membro do Sant Andreu Jazz Band por nove anos, com a qual gravou oito discos e tocou com músicos tão aclamados como o trombonista Wycliffe Gordon, o saxofonista Jesse Davis, o clarinetista Bobby Gordon e o saxofonista Dick Oatts, entre outros. Além da trompete, Motis toca saxofone alto, mas foi com a banda de Chamorro que começou a cantar. “A trompete sempre será o meu primeiro instrumento”, diz Motis quando perguntado se ela prefere ser cantora ou instrumentista. “Tocar trompete é como meditar; É uma parte da minha vida. Mas não quero ter de escolher apenas um dos meus lados artísticos…”.

Depois de gravar seis álbuns com o baixista Joan Chamorro, a trompetista, cantora e compositora Andrea Motis, ​​faz a sua estreia a solo na editora Impulse! Records com Emotional Dance. Chamorro coproduziu este album com Brian Bacchus e Jay Newland, através da sugestão do sábio diretor de A & R, Jean-Philippe Allard. Sugeriu ainda que Motis aumentasse o pessoal com um punhado de músicos oriundos dos Estados Unidos da América – o vibrafonista Warren Wolf, o acordeonista Gil Goldstein, o saxofonista de barítono Scott Robinson e o percussionista Café Da Silva. Em três músicas apresentam também o famoso saxofonista tenor americano Joel Frahm, que já havia trabalhado com Motis e Chamorro. “Nós convidamos [Joel] para tocar connosco em Barcelona em 2016. Ele foi incrível, que sabíamos logo que o queríamos para este álbum”, diz Motis.