Angélique Kidjo

KIDJO

Angélique Kidjo é hoje, provavelmente, a maior embaixadora cultura do Benin, país africano de ricas tradições musicais. A cantora – que já foi descrita pela revista Time como a maior diva africana, que a BBC aponta como um dos mais importantes ícones de África e que o Guardian descreve como uma das mulheres mais inspiradoras do mundo – faz justiça plena a todos os elogios e distinções que tem recebido ao longo da sua rica carreira que se estende até ao início dos anos 80 com música que tem conquistado audiências por todo o globo.

O seu mais recente projecto é Remain in Light e não é coincidência que partilhe o título com aquele que, para muitos, é o melhor álbum dos Talking Heads. Esse disco, editado originalmente em 1980, continha assinatura de produção do conceituado Brian Eno e marcava a evolução do grupo de David Byrne que não escondia então a sua paixão pelo funk e pela música africana de mestres como Fela Kuti ou King Sunny Adé. O álbum foi editado um ano antes de Angélique Kidjo se estrear em disco com Pretty e há-de certamente ter marcado a cantora que nunca escondeu ser uma cidadã do mundo, aberta às mais avançadas influências.

Agora, quase quatro décadas após a sua edição original, Remain in Light inspira um espectáculo de Angélique Kidjo que assim revisita o alinhamento integral de um dos mais celebrados álbuns de uma das mais respeitadas bandas da história do rock.

Angélique Kidjo tem atrás de si uma vastíssima discografia e comanda o respeito das mais importantes publicaçõs e instituições musicais do planeta: foi capa da Forbes em 2012, como uma das mulheres mais influentes desta geração, conquistou Grammys e hoje, que reside em Nova Iorque, a cidade onde Remain in Light foi criado, escreve até para o prestigiado New York Times, sinal do alcance da sua voz, tanto cantada como escrita, sinal da importância que se atribui às suas ideias e ao seu progressista pensamento.

Talvez por isso mesmo, Kidjo tenha já colaborado com artistas tão importantes como alicia Keys ou John Legend, como a Dave Matthews Band ou Branford Marsalis, como Philip Glass ou Herbie Hancock e o Kronos Quartet: a sua música tem um fôlego muito amplo, abraça muitos rimtos e influências e por isso mesmo é um dos mais celebrados tesouros musicais de um continente tão rico como África. vê-la agora em palco a dar nova vida a um clássico que em 1980 representou um dos primeiros momentos em que a pop abraçava claramente a influência de África será assistir a um imperdível e histórico momento musical.

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