Dani Black

fotodivulgacao_6O jovem e prolífero compositor e cantor sensação de São Paulo! Autor do hino dos estudantes brasileiros “Trono de Estudar”, gravado por Chico Buarque, Zelia Duncan, Arnaldo Antunes e Felipe Catto, entre outros.

O Brasil é esse universo imenso preenchido de muitas galáxias e corpos celestes que brilham com uma intensidade tal que não há como não reparar neles, mesmo a olho nu.

Dani Black é um desses astros que agora entra na órbita de Portugal com uma digressão que o levou no final de Janeiro a 6 salas deste país.

Na bagagem, Dani Black trouxe o celebrado Dilúvio, segundo registo de uma carreira que parece curta, mas já é imensa. Na sua história pessoal, Dani regista cumplicidades com Zélia Duncan e Chico César, que foi um dos seus primeiros apoiantes, e regista escrita de canções para outros corpos celestes cintilantes como Elba Ramalho, Maria Gadú e Ney Matogrosso.

Dani estreou-se em nome próprio em 2011 com o singelamente titulado Dani Black, álbum em que cantava criações próprias e em que dava voz a “Comer na Mão” de Chico César. Antes de Dilúvio, lançado já no Verão de 2015, Dani ainda lançou um EP com gravações ao vivo, exactamente porque o palco é uma das suas principais plataformas de afirmação: guitarrista de excepção, Dani Black é um performer tão intenso como as suas canções, entregando-se de corpo e alma sem rede, facto que lhe tem valido os mais rasgados elogios no Brasil e não só.

Depois veio Dilúvio, álbum em que conta com Milton Nascimento como convidado (no extraordinário “Maior”), onde se ouve Renato Neto, teclista que tocou com Prince durante mais de uma década, e que conta com a produção de Conrado Goys. Entre baladas de uma beleza imensa, embaladas em cordas e melodias refinadas, e temas que buscam no rock, no funk e no reggae as suas coordenadas maiores, Dilúvio revela Dani Black como intérprete e compositor de excepção, um artista de corpo inteiro que escreve de forma divina: “E quando acender a minha chama / Todos os sins vendo os nãos em apuros / Eu quero é morrer num beijo puro / De línguas e sais”, canta ele no tema que dá título ao novo álbum.

Segundo o próprio, este disco é “um dilúvio de ideias, de mensagens, de sensualidade muitas vezes. É um disco espontâneo. Por mais que tenha sido feito minuciosamente, a parte orgânica, que sou eu, é muito espontânea.” Um disco de verdades, portanto. O que condiz com o autor: honesto, brilhante.

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