HAUSCHKA

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Volker Bertelmann responde pelo nome de Hauschka, uma identidade com que se tem afirmado como um dos mais entusiasmantes pianistas contemporâneos através da sua abordagem a um tempo profundamente emocional e também intransigentemente experimental ao instrumento. Hauschka virá a Portugal apresentar What If, novo e aclamado álbum lançado pela prestigiada City Slang.

A inspiração para sua arte, afirma o próprio Hauschka, vem de uma longa linhagem de criadores singulares, de John Cage a Aphex Twin. E isso resulta não só em trabalhos que recolhem os mais sentidos elogios e aplausos, mas também, e talvez sobretudo, em concertos intensos em que Hauschka leva ao limite as possibilidades tímbricas e texturais do seu instrumento. Os elogios chegam depois de todo o lado: a Rolling Stone comparou-o a Satie, a Mojo usou palavras como “espantoso” e “triunfal” para tentar medir o seu som e a Uncut juntou-se ao coro descrevendo o seu trabalho como “uma experiência avassaladora”. Trata-se, obviamente, de um concerto absolutamente imperdível que parte de novas peças que são descritas como “assombrosas”, “misteriosas” e “complexas” e que resultam num disco diferente, em que o pianista mantém a sua ultra-criativa abordagem ao piano, usando a tecnologia para desconstruir as possibilidades oferecidas pelo centenário instrumento. Imperdível, mesmo.

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