MARCO MEZQUIDA

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Para dizer que Marco Mezquida brilha igualmente como compositor, pianista, improvisador, acompanhante e líder de banda, que ele é eclético e versátil, é o óbvio. Mas é, também e quase, uma descrição da superfície de seu mundo.

Acima de tudo, Marco é um artista imprevisível e com um bom sentido de humor, um universo no qual cair, uma torrente para se render e deixar ir.

Seu poder criativo é admirável, e os seus recursos parecem infinitos. Jarrett, Schubert, Evans, Rachmaninov ou Bley, para citar alguns, se fundem no ADN musical de Marco. Marco deixa-os entrar, convida-os a tocar em sua música, integra-os em seu fluxo de expressividade, nas interseções inesperadas que se tornaram uma marca do organismo musical que Mezquida representa.

Sua agenda mostra-o na intimidade do piano solo, ou acompanhado por orquestras, projetos de dança, duetos, trios, jazz, bem como em suas abordagens originais para Ravel, Haendel ou Chopin, flamenco ou música popular latino-americana.

Ele poderia ser representado como um jovem artista com um futuro brilhante, exceto que suas conquistas, embora impróprias, de um artista que acabou de chegar aos trinta, falam num presente irrefutável:

A lista de artistas com quem Mezquida compartilhou o palco, projetos ou estúdio é infinita. Entre eles, estão as figuras famosas como Lee Konitz ou Bill McHenry. Da mesma forma, ele esteve presente em locais de vinte e quatro países, incluindo Marciac, Budapest Music Center, Conde Duque de Madri, Jazzaldia, Jazzahead !, Kölner Philharmonie ORF Auditorium em Viena, SFJazz ou Jazz na Fábrica em São Paulo.

Seus colegas da Associação de Músicos de Jazz e Música Moderna da Catalunha o escolheram “Músico do Ano”, não um, mas quatro vezes em cinco edições.

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