Maria Mendes

Tem ADN português mas é nos palcos internacionais que tem construído a sua carreira. Do Porto para Holanda, da Holanda para o mundo, o timbre doce e a flexibilidade vocal ímpares de Maria Mendes não deixam ninguém indiferente, sejam eles a crítica especializada – que a considera uma das vozes mais promissoras do Jazz Europeu – sejam “connaisseurs” como Quincy Jones que, sem hesitações, afirmou: “vejo um futuro brilhante e promissor para esta jovem cantora”.

No final de 2015, Maria Mendes regressou com o segundo álbum Innocentia. Este é um disco recheado de escolhas sofisticadas nas adaptações de clássicos do Jazz – um exemplo é a conhecida lullabye de Charlie Chaplin “Smile” (que dá o mote de abertura ao Innocentia) aqui revisitada com uma emoção sublime num diálogo cristalino entre a voz e o piano – bem como nas inconvencionais adaptações de obras de música clássica – uma das escolhas é a requintada ária de ópera “Cantilena” do brasileiro Heitor Vila Lobos que surpreendentemente ganha um balanço exótico e hipnotizante ao som do clarinete e da voz. A surpresa no Innocentia surge com um par de composições originais da cantora/autora, nas quais expressa o que inocência, nostalgia e fragilidade significam na sua vida e na forma como percepciona o mundo actual. Maria partilha: “sinto que há uma vulnerabilidade impressa na inocência humana que é muito mais adulta do que ‘criança’. Quis aprofundar essa realidade no sentimento e emoção musical neste disco, apropriando-me de escolhas que pudessem expressar essa mesma vulnerabilidade de forma pura e bela, sem tristeza e drama, mas sim profunda! Bebi muito da poesia da Florbela Espanca e do escritor/músico Chico Buarque e retive muita informação musical do Vlla Lobos, Michael Legrand, Wayne Shorter, Pat Metheny e também nas músicas orquestradas da Disney dos anos 40s e 50s.”

O resultado é uma escolha incomum por canções que não se esperam num disco de jazz! O ciclo da viagem musical do Innocentia encerra com o famoso “Fragile” do Sting numa adaptação deliciosamente surpreendente e comovente.

Tanto neste Innocentia, como no seu antecessor, o Along the Road (2012, Dot Time Records USA) – que foi aclamado pela crítica internacional e por ilustres músicos, entre eles Quincy Jones – a cantora Portuguesa fez-se reunir por uma equipa de músicos excepcionais da Holanda (a equipa da lenda viva do jazz mundial Toots Thielemans). A esta equipa junta-se uma convidada muito especial: a conceituada clarinetista norte americana/isrealita Anat Cohen.
Com a colaboração do compositor/orquestrador Holandês Martin Fondse (detentor de inúmeros prémios e nomeações para o famoso Óscar norte americano e Grammy Holandês) bem como da sólida equipa que agencia e distribui o trabalho discográfico de Maria Mendes – Sony Music Portugal, Harmonia Mundi e a UGURU – este último disco representa mais um passo sólido na internacionalização da carreira musical desta talentosa cantora Portuguesa.

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Imprensa

  • “Promissora estreia discográfica de uma cantora nacional que faz do mundo o seu palco”  PÚBLICO, Portugal

 

  • “Uma estreia vibrante! Mendes deixa claro que não tem nada a comprovar”  ALL ABOUT JAZZ, USA

 

  • “Quem resiste à Maria? Maria Mendes uma voz que vem e fica”  JOSÉ DUARTE, Portugal

 

  • “É imediata a certeza que Mendes possui um convicto perfil de grande cantora de jazz”  JAZZISM, Holanda

 

  • Vejo um futuro promissor e brilhante para esta jovem cantora”  QUINCY JONES, EUA

 

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