PIERS FACCINI

OFICIAL MISTY FEST

Piers Faccini é um daqueles segredos que por mais que se tente não se pode guardar por muito tempo. Ben Harper já reparou nele e teceu-lhe elogios que só um escritor de canções pode dirigir a outro escritor de canções. E aquele labirinto tumultuoso de emoções que é a série televisiva Anatomia de Grey já por duas vezes recorreu às melodias e palavras de Piers para sublinhar as complicadas situações que retrata. Porque a música de Piers Faccini é, ela mesma, um labirinto mágico de emoções. A visão do mundo de Faccini é complexa: pai italiano, mãe inglesa, realidade francesa, Faccini começou por se mover nos domínios da poesia falada – e também é pintor… – no circuito de clubes de Londres e foi assim que criou o grupo Charley Marlowe que chegou mesmo a editar um ep. A carreira solo seguiu-se. E «Two Grains of Sand», de 2009, é já o terceiro álbum de uma carreira que só tem conhecido o caminho ascensional.

Piers Faccini é um artista de qualidade excepcional, alguém que de facto pinta quadros com as cores das palavras e das melodias, alguém cujas canções ainda têm aquela qualidade mágica de agarrar quem as ouve por dentro, pelo lado que mais importa, o do coração. Com a guitarra, por vezes com a harmónica, Faccini liga-se a uma longa tradição de singer-songwriters, mas tem uma alma só sua e uma forma de abordar a canção que é singular. Piers Faccini é, enfim, aquilo a que se costuma chamar um artista completo.

O seu mais recente álbum “Songs of Time Lost” entrou para o top 10 de World Music do NPR, bem como para o top 10 dos melhores álbuns de 2014 pela Songlines. Regressou este ano com um novo álbum - I Dreamed An Island – com o qual esteve encarregue de inaugurar a 7ª edição do Misty Fest.

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