III BAND

A Rui Massena Band nasceu de uma plataforma de experimentação para lá do universo mais clássico. O recurso à electrónica de vanguarda servirá para a criação de um universo sonoro, em que o Piano continuará a servir de guia, mas em que novas organizações sonoras entram em jogo. Algumas destas composições farão parte do seu novo CD que será lançado em 2018.
Depois do concerto de estreia em Madrid, onde a crítica o colocou ao nível de nomes importantes na actual cena clássica moderna como Philip Glass, Michael Nyman ou Wim Mertens e, da ainda mais recente compilação Fragments of Harmony – A Collection lançada pela Deutsch Grammophone em que um tema seu surge lado a lado com nomes como Ludovico Einaudi, Max Richter ou Ólafur Arnolds, Rui Massena parece definitivamente querer abraçar este universo musical, designado como Neo-Clássico ou New Age.

III TRIO

Rui Massena sublinhou a sua condição de artista de dimensão internacional com a edição de “III” na prestigiada Deutsche Grammophon, disco que mereceu os favores de um público devoto da sua música profundamente poética e meditativa, que não só o tem aplaudido ao vivo como tem aderido aos seus lançamentos levando cada novo projeto a alcançar significativos resultados de vendas.
O pianista e compositor está agora de regresso aos palcos, com um espetáculo acústico, centrado no triunfal “III”, mas que não esquecerá outros pontos altos da sua obra. Para este concerto, Massena faz-se acompanhar por cordas, com as cristalinas notas do seu piano a serem sublinhadas pelas harmonias desenhadas pela viola de arco e pelo violoncelo, numa apaixonante conversa a seis mãos em torno de um repertório composto por evocativas e românticas peças. “Este trabalho”, explicou o próprio Rui Massena, “contém uma intenção sonora muito diferente pelo que o concerto irá refletir isso mesmo, essa procura de novos caminhos para a minha música”.
Os caminhos podem ser novos e desafiantes, mas o maestro, pianista e compositor trilha-os com o mesmo rigor e dedicação e paixão com que sempre pautou todas as etapas da sua carreira, brindando o seu público com uma entrega profunda a uma música que estimula a imaginação e que transporta sempre quem a escuta para lugares da mais pura beleza.

 

III SOLO

Os maestros são figuras fascinantes, quase sempre excêntricas, tocadas pelo génio. É certamente esse o caso de Rui Massena, conhecida figura do panorama cultural nacional que ajudou a transformar Guimarães 2012 – Capital Europeia da Cultura num estrondoso caso de sucesso. Assim aconteceu também com a Orquestra Clássica da Madeira onde foi maestro e diretor artístico durante 12 anos. Fora de portas, entre muitos concertos em numerosos países destaca-se o facto de ter sido maestro convidado principal da Orquestra Sinfónica de Roma entre 2007 e 2009 e a proeza de ter sido o primeiro Maestro Português a dirigir na mítica sala Carnegie Hall em Nova Iorque. Dois exemplos da sua capacidade de extravasar as nossas fronteiras. Por cá, embarcou de corpo e alma na aventura Expensive Soul Symphonic Experience, um espectáculo onde uma orquestra clássica encontrou espaço ao lado do moderno hip hop dos nortenhos Expensive Soul e que rendeu um DVD de sucesso (o mais vendido em Portugal em 2012).

A sua vasta experiência musical, que se traduz em três álbuns editados, o último dos quais – III – lançado no final de 2018 pela prestigiada Deutsche Grammophone, e concertos nas mais prestigiadas salas dentro e fora de portas, dá-lhe uma bagagem invejável e singular, que se traduz num fascinante universo de melodias. Um palco, um piano, os novos temas e os sucessos inevitáveis. Uma história, um monte de prémios, um percurso artístico singular. Tudo se conjuga num espetáculo único, imperdível e surpreendente.

Chet Baker

Laurent Filipe Trio: Homenagem a Chet Baker
Considerado pela crítica como ”a voz própria da trompete-jazz portuguesa” Laurent Filipe aproveita aqui o pretexto de homenagear o espírito musical de um dos “gigantes” do Jazz, o trompetista/vocalista Chet Baker. Este trio, de características idênticas a uma das ultimas formações de Chet Baker, apresenta um reportório constituído por alguns dos “standards” vocais e instrumentais favoritos de Chet e também temas originais de Laurent Filipe. Com uma linguagem bastante intimista, o trio não deixa de surpreender o público pela sua versatilidade rítmica, grande nível de “dinâmicas” e dialogo desenvolvidos. O Trio percorreu os palcos dos maiores festivais nacionais até à Ásia, tendo sido unanimemente aclamado pela crítica.

Formação:
Laurent Filipe: Trompete e voz
Bruno Santos: Guitarra
Massimo Cavalli: Contra baixo

OS PORTUGUESES

Em 2018, Rodrigo Leão comemora 25 anos de uma notável carreira a solo que atravessou fronteiras e lhe granjeou enorme popularidade por todo o mundo.
25 anos de música: uma ocasião única, comemorada com um ano muito especial, cheio de projectos de palco e de estúdio que reflectem a multiplicidade do talento de Rodrigo Leão.
A comemoração dos 25 anos conta com a versão revista e actualizada do concerto Os Portugueses, que olha para a carreira de Rodrigo Leão a partir da língua portuguesa. Trata-se de uma escolha das composições de Rodrigo cantadas em português que se tornaram em alguns dos seus temas mais amados, a par de clássicos instrumentais que sublinham a indefinível portugalidade da sua inspiração melódica.
Em palco, Rodrigo far-se-á acompanhar por um(a) cantor(a) convidado(a) e por uma formação ancorada num naipe de cordas (violino, violoncelo e viola), bem como por um multi-instrumentista que lhe permitirá reproduzir em palco os múltiplos ambientes sonoros das gravações originais.
Esta nova versão do concerto Os Portugueses continua a contar com temas instrumentais escritos por Rodrigo para a série televisiva de Joana Pontes e António Barreto Portugal, um Retrato Social, e será igualmente acompanhada em palco com projecções de imagens da série.
Em junho, Os Portugueses dará igualmente origem a uma edição discográfica que, com este mesmo nome, incluirá novas gravações dos temas que fazem parte do alinhamento de palco, com a participação de algumas das vozes convidadas com que Rodrigo trabalhou ao longo da sua carreira. Este novo lançamento incluirá igualmente a banda-sonora restaurada de Portugal, um Retrato Social que terá igualmente uma edição especial (CD/DVD) com imagens.

LIFE IS LONG

Rodrigo Leão é um dos mais prolíficos e aplaudidos compositores portugueses, alguém que tem sabido construir uma carreira absolutamente singular, mas, ao mesmo tempo, aberta a desafios, como bem o prova o seu recente trabalho com a Orquestra e Coro Gulbenkian, e a colaborações, como o seu longo historial com grandes vozes deixa claro. O novo capítulo nesta triunfante história passa pelo trabalho que está prestes a editar com o cantor Scott Matthew.
Rodrigo Leão e Scott Matthew conheceram-se no decorrer das gravações do álbum A Montanha Mágica, editado pelo compositor português em 2011. Scott emprestou a sua extraordinária voz ao tema “Terrible Dawn“, que abriu caminho para a sua participação em alguns concertos em Portugal e Espanha. Ao longo da sua carreira, Rodrigo tem aberto espaço no seu reportório para as canções, tendo trabalhado  com vozes tão distintas como Beth Gibbons (Portishead) ou a cantora brasileira Adriana Calcanhoto, entre muitas outras. Mas o tema “Terrible Dawn“ e mais tarde “Incomplete“, provaram a química especial entre os dois artistas. Um compositor português com os olhos postos no Mundo, um cantor australiano a viver em Nova Iorque: mundos distintos mas que acabam por se interligar tão bem. Um é descrito como inventor de melodias mágicas e o outro auto  intitula-se um criador de barulho silencioso. É impossível resistir a um par tão exótico.
Apesar de agendas extremamente ocupadas, arranjaram tempo para colaborar entre si. Trocaram melodias e palavras e partilharam ideias que resultam agora num álbum de colaboração onde Rodrigo Leão se encarrega da composição e produção e Scott Matthew das letras, melodias e voz. Aqueles que já tiveram oportunidade de os ver ao vivo sabem como são especiais esses encontros, como a voz doce e profunda de Scott se liga perfeitamente às melodias e orquestrações de Rodrigo.

 

 

NOVO ESPETÁCULO

Rodrigo Leão regressa aos palcos nacionais para apresentar o seu novo espetáculo numa estreia absoluta! O compositor, que assinalou em 2018 os 25 anos de uma muito bem-sucedida carreira, mostra agora em primeira mão as canções do novo repertório que será editado ainda durante este ano, num concerto que não vai poder perder.
Dono de uma das mais interessantes discografias do nosso país, o músico e compositor Rodrigo Leão tem conhecido o sucesso dentro e fora de portas.  A sua música já viajou por todo o mundo tendo recebido aplausos nas mais distintas latitudes: por toda a Europa, mas também no Extremo Oriente ou na América.
Rodrigo Leão promete uma vez mais surpreender quem o tem seguido de perto ou quem queira agora embarcar nessa entusiasmante aventura em que estreia o novo espetáculo e o novo repertório.

O MUNDO

“O Mundo” é um espetáculo com uma produção de palco dirigida ao grande público, contando com uma formação a alargada a dez músicos e três cantoras. Uma viagem através dos temas mais emblemáticos do compositor, sem esquecer os Madredeus e Sétima Legião. O trabalho técnico deste espetáculo é extremamente cuidado, de forma a que a amplificação sonora funcione tanto nos grandes espaços como nas salas mais exigentes, garantindo que cada recanto possa escutar cada pormenor da instrumentação.