Harlem Gospel Choir | Data Extra em Lisboa

HARLEM GOSPEL CHOIR – DATA EXTRA EM LISBOA
Devido a grande adesão aos espetáculos da grande Lisboa, a UGURU abriu mais uma sessão no Tivoli BBVA para
28 de novembro

Há 10 anos que os Harlem Gospel Choir alegram a nossa quadra natalícia!
Os espetáculos do coro de Nova Iorque são dos mais procurados no nosso país por altura do natal, o que justifica que a digressão deste ano seja das maiores, com 11 espetáculos de norte a sul de Portugal.
Pelo décimo ano consecutivo, o Harlem Gospel Choir troca Nova Iorque por Portugal para nos oferecer um Natal diferente, igualmente espiritual, festivo e capaz de unir toda a família em torno de algumas das mais celebradas canções do mundo.
O Harlem Gospel Choir, talvez o mais famoso grupo de gospel do mundo neste momento, já trouxe a Portugal espetáculos de homenagem a gigantes da música como Michael Jackson, Stevie Wonder ou Whitney Houston, Adele ou Beyoncé, compositores e interpretes de méritos mais do que reconhecidos que nas experientes vozes deste grupo se tornam também autores de hinos universais capazes de capturar o espírito de uma época muito especial.
Desta vez, o Harlem Gospel Choir propõe ao seu fiel público e a quem os queira agora descobrir uma viagem pelos maiores êxitos da sua muito celebrada carreira e como não poderia deixar de ser o grupo presta também homenagem a Aretha Franklin, que recentemente nos deixou, num medley com as canções mais icónicas desta enorme voz da soul.
Este grupo, que já cantou ao lado de ou para gente tão importante como Nelson Mandela, o papa João Paulo II, Paul McCartney, Diana Ross, U2 ou Gorilaaz, entre tantos outros, tem quase três décadas de história, percurso relevante que lhes permitiu colecionar muitos sucessos que agora se traduzem num envolvente espetáculo, capaz de elevar os espíritos e de inundar de paz qualquer plateia.
O convite é para uma celebração muito especial e dirige-se a toda a família. A banda sonora, essa será de luxo e entregue com o inimitável estilo do Harlem Gospel Choir.

RUI MASSENA APRESENTA NOVO DISCO

RUI MASSENA APRESENTA NOVO DISCO NO COLISEU PORTO AGEAS
Bilhetes já à venda!
“III” é o nome do novo álbum de Rui Massena Band, que estará nas lojas a 3 de Novembro e que está já disponível em pré-venda na Fnac e no iTunes.
São raras as figuras da música clássica a tornarem-se artistas de referência no universo da música popular. Em Portugal, são mais raras ainda – e, hoje em dia, resumem-se a um único nome: Rui Massena.
Divulgador incansável da música erudita, premiado internacionalmente, maestro convidado da Sinfónica de Roma – mas também músico de enorme sucesso popular, com dois álbuns que chegaram ao primeiro lugar dos tops, Rui Massena não faz distinções entre géneros musicais. O seu novo álbum, “III”, é a melhor prova disso.
Lançado a 3 de Novembro pela Universal Music, “III” é, nas palavras do seu autor, “um disco de grande avanço para mim”, “um resumo do que fiz até agora em palco”. Produzido pelo próprio Rui Massena e pelo cúmplice Mário Barreiros, “III” foi gravado em duas cidades.
Em Berlim, Rui Massena trabalhou com o produtor e técnico de captação e mistura Tobias Lehman, vencedor de dois Grammy e veterano da editora Deutsche Grammophon. “A ideia foi escolher um estúdio com grande acústica, com um piano que está constantemente em uso, como um carro de fórmula 1 que está sempre a ser afinado”, no caso um Steinway usado habitualmente pela Filarmónica de Berlim.
No Porto, as gravações decorreram com a Band de cinco elementos que tem acompanhado Rui Massena em palco ao longo dos últimos doze meses. “Mas esta não é a Band que se ouviu em palco”, explica o maestro. “Em palco, a Band era um projecto muito mais de ruptura, enquanto neste disco procurei encontrar um certo equilíbrio entre coisas que aprecio muito, juntar à minha formação clássica algo do som electrónico que se faz hoje em dia. Procurei manter a emotividade do meu segundo álbum e acrescentar um processo de fusão, electrónica e acústica. Abordei uma linguagem que desconhecia até pegar nela desta maneira e a organizar”.
No essencial, “III” é, contudo, um disco inconfundivelmente de Rui Massena. “Continua a ser a minha música: promove a tranquilidade que eu considero fundamental, com algo se quiser de terapêutico. Contém a emotividade que me faz vibrar e acrescenta-lhe um novo vocabulário, sons organizados de maneira desafiadora. O desafio com a Band foi descobrir novos sons, aumentar o meu léxico, tentando criar conjugações sonoras originais. E, no fim deste processo, reconheci para onde quero ir. “III” é um avanço na minha identidade como compositor.”
Com sete novos temas instrumentais compostos por Rui Massena e produzidos por Massena e Mário Barreiros, “III” foi masterizado em Nova Iorque pelo engenheiro vencedor de um Grammy Joe Laporta, e é editado a 3 de Novembro pela Universal Music. “III” será em seguida apresentado em palco numa digressão que tem já passagem garantida pelo Coliseu do Porto a 1 de Fevereiro de 2019.

Fernando Cunha | A Guitarra a Tocar | Misty Fest 2018

O Guitarrista e Compositor, Fernando Cunha, apresenta ao vivo o seu novo CD e Clássicos dos Delfins, banda que fundou nos anos 80.

Em Lisboa estreia-se no Teatro Tivoli tendo como convidados os guitarristas Paulo Pedro Gonçalves (Heróis do Mar), João Cabeleira (Xutos e Pontapés), Tó Trips (Dead Combo), Flak (Radio Macau), João Alves (Peste e Sida) e Mário Delgado.
Fernando Cunha entende A Guitarra A Tocar como um trabalho de reflexão, de olhar para trás para a sua vida, mas também como uma oportunidade para cumprir sonhos – como sejam musicar poemas de Fernando Pessoa, poeta que tanto o inspirou e guiou, ou reunir músicos de que é admirador confesso. Porque é quando a guitarra toca que Fernando Cunha melhor nos diz o que lhe vai na alma e no pensamento.
Trinta anos depois do arranque dos Delfins, vinte anos depois da sua estreia a solo, é com A Guitarra A Tocar que Fernando Cunha dá os seus próximos passos.
“A minha ideia inicial era fazer um disco instrumental que partisse de alguns dos universos mais ambientais do pós-rock e do rock progressivo, de influências de sempre na minha vida como os Talk Talk ou Radiohead e mais recentemente Steve Wilson ou Jonathan Wilson e juntar-lhe um universo especifico dentro de todo o legado dos Delfins”, explica o guitarrista e compositor.
Para este novo trabalho, Fernando Cunha escreveu novo material, mas também pensou em novos arranjos para temas clássicos dos Delfins que já carregavam a sua assinatura e que se encaixavam na perfeição na visão que tinha para A Guitarra A Tocar. Entretanto, alguns dos instrumentais que escreveu começaram a pedir palavras e voz, de forma a, como explica o músico, “complementar assim o sentido desta viagem musical” que procura tocar em diferentes períodos de uma vida rica em experiências que, ainda assim, continua a não abdicar de uma constante procura de novas sonoridades.
Cunha é o primeiro a alertar para o facto de não se ver como vocalista, antes como um “guitarrista que adora cantar”, mas depois de pensar em convites a vozes que pudessem dar expressão às palavras que escutava na sua cabeça, pensou arriscar e assumir ele mesmo esse papel: “muito incentivado por vários amigos e principalmente por considerar que o mais importante para mim na ‘voz’ deste disco é conseguir mostrar a minha forma simples de ‘viver’ a interpretação das letras”. E para Fernando Cunha o que importa é que se percebam as palavras e, mais crucial até, que se sinta na sua garganta o peso dos seus significados mais profundos. E a verdade é que, como parte dos Resistência, a sua voz tem-se feito ouvir na última meia dúzia de anos nalguns dos mais importantes palcos nacionais.
Ao vivo, este A Guitarra A Tocar será apresentado com a “moldura” certa de grandes músicos que são antes de mais nada verdadeiros cúmplices e amigos de Fernando Cunha: o seu “braço direito” João Gomes nas teclas e programações, João Campos nas segundas vozes e voz principal de alguns temas dos Delfins que serão revisitados em palco; David Correia ocupa-se da bateria e coros e Tiago Franco- Guitarra assume o baixo, teclados e coros.
Este concerto será, também, uma homenagem a uma das principais ferramentas culturais do último século: A Guitarra A Tocar, revela Fernando Cunha, é um título que traduz a sua forma principal de expressão e o que acredita ainda ser um instrumento que poderá estar “em vias de extinção” no actual panorama pop. “E é também”, acrescenta, “o titulo de um dos temas do disco, dedicado aos grandes guitarristas do Rock Português, em especial ao Zé Pedro e ao Phil Mendrix”.
“Acredito que este trabalho serve também em parte para dar continuidade às ideias e sonoridades que desenvolvi nos Delfins inspiradas pela contemplação do mar de Cascais, dos ventos da estrada do Guincho e do horizonte mágico do alto da Serra de Sintra, a minha terra de sempre…”, explica o músico.
A importância da obra de Fernando Cunha nos Delfins é inegável. Juntamente com Miguel Ângelo, o guitarrista criou algumas das mais memoráveis canções da nossa música pop, temas como “Baia de Cascais”, “Um Lugar Ao Sol”, “Aquele Inverno”, “Nasce Selvagem”, “Ao Passar um Navio”, “O Outro Lado Existe”, “Se eu Pudesse um dia” ou “No Meu Quarto”. A sua saída do grupo ficou simplesmente a dever-se a um afastamento progressivo do trabalho em parceria de escrita e composição da dupla Miguel Angelo / Fernando Cunha e por nessa altura não se rever na temática das letras e nova direção musical que o grupo pretendia seguir.
Mas, Fernando Cunha é o primeiro a sublinhar o quão importantes foram as experiências acumuladas ao lado de grandes músicos como Miguel Angelo, Rui Fadigas, Luís Sampaio, Jorge Quadros, Dora Fidalgo e Sandra Fidalgo, Castora, Pedro Ayres Magalhães, Carlos Maria Trindade, Nuno Canavarro. Emanuel Ramalho, Enzo, Nicole EItner, Tomás Pimentel, Jorge Reis, Miguel Magic, João Gomes, Rogério Correia, Mário Delgado, João Carlos Magalhães, Carlos Brito, Thomas Zellner, Jonathan Miller, Gary O´toole, Silvestre… “e tantos outros”.
Essa bagagem haveria de o conduzir juntamente com Pedro Ayres Magalhães, Miguel Angelo e Tim à formação do colectivo Resistência projecto em que se mantém um dos principais agitadores até aos dias de hoje, percorrendo o país de norte a sul em concertos que são sempre grandes momentos de celebração do melhor da música nacional.

Rodrigo Leão “O Aniversário” | Concertos EXTRA Lisboa e Porto

“O Aniversário” de Rodrigo Leão terá duas novas apresentações em Lisboa e no Porto!

É com grande satisfação que anunciamos que a UGURU acabou de colocar à venda duas novas apresentações do espetáculo “O Aniversário” de Rodrigo Leão, nos Coliseus.
Ao concerto do Coliseu Porto Ageas de 8 de novembro junta-se um novo espetáculo no dia anterior, ou seja, no dia 7.
Lisboa terá também uma nova apresentação no Coliseu dos Recreios. Por isso, para além dos concertos dos dias 9 e 10 de novembro às 21:30, haverá nova sessão às 18:00 de dia 10.
A decisão de abrir estes concertos extra foi tomada devido à grande procura de bilhetes para o espetáculo de comemoração dos 25 anos de carreira a solo de Rodrigo Leão.
O Aniversário é uma celebração da carreira do compositor através de uma viagem pelos seus temas mais emblemáticos, na companhia de alguns dos vocalistas e músicos com quem tem trabalhado.
Esta comemoração aconteceu também em disco com o duplo álbum O Aniversário, que foi editado a 30 de março pela Universal e que inclui 28 canções representativas da sua carreira e ainda dois temas inéditos.

WILL SAMSON | MISTY FEST

O talentoso músico britânico Will Samson, criador de peças ambientais e electrónicas, está confirmado para apresentar o seu espetáculo no palco do Misty Fest 2018.

O último álbum de Will Samson, Welcome Oxygen (talitres Records), inclui um tema com o título “O Medo”, algo que se compreende quando se descobre que esse trabalho foi maioritariamente composto e gravado em Portugal numa intensa semana de criação. Já este ano, a editora de cassetes belga Dauw lançou a preciosidade A Baleia, uma coleção de quatro peças ambientais e eletrónicas com títulos como “Faroleiro” ou “Vozes Encontradas”.
Além de reforçarem ligações ao nosso país, estes dois trabalhos demonstram bem o espectro estético em que Will Samson gosta de navegar: algures entre uma delicada folk que se traduz em canções profundas e apaixonantes – que a revista Exclaim garantiu serem o resultado de “uma escrita que tem vindo a ganhar força” – e derivas eletrónicas ambientais que nascem da sua paixão pelas tecnologias analógicas de síntese e gravação: o “grão” das velhas gravações em fita magnética é algo que apaixona Samson.
Nascido no Reino Unido em Dezembro de 1988, Will Samson reside atualmente em Bruxelas, na Bélgica. Em 2012 lançou o aclamado álbum Balance (Karaoke Kalk), trabalho que foi masterizado por Nils Frahm, uma das suas referências. Foi logo em Balance que Will formulou a folk e a eletrónica como molduras da sua arte.

 

 

Beatriz Nunes em primeiro na lista de MELHORES DISCOS DE JAZZ na “Europe Jazz Media Chart” –

O conceituado crítico Henning Bolte, da revista Jazzism, escolheu o trabalho de estreia a solo da cantora portuguesa Beatriz Nunes como o melhor lançamento de jazz de Setembro.

Beatriz Nunes atravessa um momento muito feliz da sua carreira, com todo o seu trabalho, talento e dedicação a darem finalmente os frutos desejados e merecidos.
A cantora acaba de lançar o seu trabalho de estreia, Canto Primeiro, que tem recebido críticas entusiásticas, tanto por parte dos media nacionais, como por parte de alguns prestigiados meios internacionais.
O conceituado crítico Henning Bolte, da publicação Jazzism, escolheu o trabalho de estreia a solo da cantora portuguesa como o melhor lançamento de setembro a convite do italiano Giornale Della Musica (Ler Artigo)
A qualidade do trabalho de Beatriz Nunes já tinha, aliás, sido distinguida pela European Jazz Conference que este ano decorre em Lisboa, no CCB: a instituição convidou a cantora a apresentar-se ao vivo e a integrar um dos seus painéis de discussão.
O convite distinguiu-a entre centenas de candidaturas internacionais enviadas com o mesmo objetivo. A participação de Beatriz Nunes nessa dupla condição acontecerá já nos próximos dias 14 e 15 de setembro.
Beatriz Nunes tem ainda agendadas diversas datas no âmbito da programação do Misty Fest em 2018:

LUSITÂNIA COMEDY CLUB – O PORQUÊ DA COISA

NUNO MARKL APRESENTA:
LUSITÂNIA COMEDY CLUB – O PORQUÊ DA COISA
“Uma reflexão perfeitamente inútil sobre a magnífica História de Portugal”
Depois de uma bem-sucedida estreia em Lisboa nos dias 28 e 29 de abril, o Lusitânia Comedy Club está de regresso ao Tivoli BBVA para três noites de perfeita loucura!

Da autoria do humorista e argumentista Nuno Markl, Francisco Martiniano Palma, Frederico Pombares (texto) e J.J. Galvão (música e letra) e produção Lemon Live Entertainment, nasce em Portugal a estreia do colectivo LUSITÂNIA COMEDY CLUB – O PORQUÊ DA COISA – Uma Reflexão Perfeitamente Inútil Sobre a Magnifica História de Portugal, uma delirante comédia musical multimédia. Este espetáculo conta a História de Portugal em apenas 90 minutos.
Ah, a História de Portugal!… Séculos de História, agora comodamente concentrados numa comédia musical que se propõe, finalmente, desvendar… O PORQUÊ DA COISA.
Porque é que Portugal é assim, e não um El Dorado de riqueza e prosperidade? Terá o sentido de humor a ver com tudo isso? Onde é que tudo se estragou? As respostas para (quase) tudo estão no espetáculo de estreia do coletivo LUSITÂNIA COMEDY CLUB. Sob direção de Nuno Markl e J. J. Galvão, com texto de Nuno Markl, Francisco Martiniano Palma e Frederico Pombares, e música original de J. J. Galvão, um bando de jovens atores multiplica-se num imparável desfile de personagens históricas, desde a Fundação até à Revolução… e mais além. E tudo sem sair do local onde, afinal, todos os grandes acontecimentos da epopeia lusitana aconteceram – o bar de comédia mais antigo do país, o Viriatu’s.

É lá que, em 2018, Tomé, um jovem comediante desencantado com a maneira como, na atualidade, toda a gente se parece ofender com qualquer piada, inicia uma viagem no tempo conduzida pelo barman, Sebastião – que, mais do que um banal Sebastião, é, afinal, o maior Sebastião de todos: nada mais, nada menos do que El-Rei D. Sebastião, conservado no nevoeiro – “é ótimo para a pele!” – e capaz de o usar para viajar pelo tempo, graças a um gadget que construiu por alturas de Alcácer-Quibir.

O PORQUÊ DA COISA – Se Regresso ao Futuro e Os Lusíadas tivessem um filho, seria esta peça!

Ficha Técnica:

Uma comédia musical escrita por:
Nuno Markl com Francisco Martiniano Palma,
Frederico Pombares (texto) e
J.J. Galvão (música e letras)

Com: Mafalda Santos (assistente de direção e encenação) / Ana Freitas / Hugo Simões / Luís Sousa / Luís Oliveira / Frederico Amaral / João A. Guimarães (assistente de produção e contra-regra)

Ideia original e Direção:
Nuno Markl / J.J. Galvão

Cromeleque | Requiem de Mozart – Coreografia por Benvindo Fonseca

O projeto bailado Cromeleque chega ao Panteão Nacional para apresentar o Requiem de Mozart com uma coreografia de Benvindo Fonseca.

Ficha técnica:
Coreografia – Benvindo Fonseca
Figurinos – Benvindo Fonseca (Isabel Telinhos Atelier)
Luzes – Benvindo Fonseca, Paulo Vinagre
Interpretes:
Andréia Barros
Ricardo Henriques
Miguel Santos
Performance:
Carlos Mil-Homens
Musica -Requiem de Mozart, Maria Callas “La Mama Morta”,
“Ebben? Ne andro lontana”
Duração – 45 min.
CROMELEQUE, na visão do artista, representa o espaço sagrado, a amizade, a inspiração como fonte de transformação, a necessidade de persistência aliada ao tempo e aos seus contratempos (sem nunca esquecer todos aqueles que nos apoiam e nos inspiram), e a celebração da vida e da morte.
Este bailado partiu da matriz do seu solo Di mim pâ Nhos, que representa uma homenagem do artista aos seus familiares e amigos, em especial aos seus pais e irmãs.
Sobre a obra imortal de Wolfgang Mozart, que precisamente no dia 5 de Dezembro comemorará 225 anos após a sua morte, CROMELEQUE é o princípio e o fim de um ciclo que se fecha onde os amores e desamores estarão sempre presentes e subentendidos.
Por fim, o artista manifesta a sua gratidão por poder partilhar esta inspiração com Carlos Mil-Homens, o que nas suas palavras é descrito como sendo “uma dádiva”.

PianOrquestra com Luísa Sobral (convidada especial) | Misty Fest 2018

O grupo de música instrumental brasileira, PianOrquestra, é a nova confirmação do MISTY FEST 2018 e a cantora Luísa Sobral será a sua convidada especial.

10 mãos e um piano preparado. Quem diria que um conceito que teve, por exemplo, em John Cage um dos seus grandes criativos – o de intervir sobre a mecânica sonora do piano através da adição de objetos a ele estranhos – poderia ter uma vida tão diferente?
É essa a proposta dos brasileiros da PianOrquestra, grupo singular que toma o piano como um quase infinito universo de possibilidades. O Globo nomeou o seu espetáculo como um dos melhores do ano e o histórico João Bosco, que fez uma digressão dedicada a Pixinguinha com a PianOrquestra, descreveu-os como “uma surpresa” e classificou o espetáculo conjunto como “maravilhoso”.
O grupo, que garante produzir, “música instrumental brasileira como nunca ninguém viu ou ouviu” inclui o consagrado pianista Claudio Dauelsberg que se apresenta ao lado das também pianistas Mariana Spoladore, Priscila Azevedo e Verónica Fernandes além da percussionista Mako. Neste formato, a PianOrquestra tem pisado os mais conceituados palcos mundiais arrancando sempre os mais efusivos aplausos e elogios.
Em Portugal, a PianOrquestra convida Luísa Sobral para com eles subir ao palco num espectáculo que promete muitas emoções fortes e algumas supresas. A premiada cantora e guitarrista terá a oportunidade de revisitar alguns acarinhados momentos do seu reportório com um acompanhamento inédito, surpreendente e até divertido.
A PianOrquestra subirá ao palco do CCB a 6 de novembro e três dias depois apresenta-se em Coimbra no Convento de São Francisco. a 12 de novembro será a vez da Casa da Música receber este extraordinário concerto.

Chassol no Misty Fest

O pianista, compositor e arranjador parisiense CHASSOL, é a nova confirmação do MISTY FEST 2018

Pianista, compositor, arranjador e diretor musical de nomes como Phoenix ou Sebastien Tellier, o carismático e talentoso Christophe Chassol assinou uma peça artística que desafia as classificações. As suas composições articulam vozes, música, sons e imagens em novos objectos audiovisuais. O resultado tem um nome: “ultrascore”.
Nascido em 1976, Chassol descobriu a música aos quatro anos. Filho de um saxofonista amador, este miúdo negro ingressou no Conservatório como outros vão para a tropa. Passou lá 16 anos, começando por aprender harmonia, escalas e melodia como base essencial para o que se seguiria. Traumatizado ainda jovem pela banda sonora do filme A Torre do Inferno, o pequeno Chassol percebeu rapidamente que não editaria o seu primeiro álbum aos 20 anos. De facto, não aconteceu. A publicidade ocupou boa parte da sua concentração durante os anos seguintes. Entre a produção de jingles para publicidade, Chassol encontrou tempo para se tornar maestro entre 1994 e 2002 e depois descobriu o mundo da música pop quando acompanhou Sebastien Tellier e os Phoenix em Politics (2004), trabalho para o qual o jovem sósia de Jean-Michel Basquiat criou a maior parte dos arranjos.
Uma das consequências de tais trocas é que criam confusão entre a vanguarda e a ambição da própria pessoa. Tanto discípulo da escola minimalista de Steve Reich ou John Adams como entusiasta da cultura pop, este parisiense gosta de afastar dos caminhos mais percorridos, tal como se percebe olhando para a sua carreira. Aceitou encomendas de museus de arte contemporânea, assinou peças para filmes e depois começou a criar os seus próprios filmes, como Nola Chérie ou Indiamore. Oportunidades para trabalhar matérias tão distintas como as marchas da cidade berço do jazz ou as luxuosas orquestrações indianas para cinema. Big Sun foi o seu projeto seguinte, uma investigação das Índias Ocidentais: “Fui à Martinica capturar elementos da identidade musical da ilha, filmei carnavais, paradas, bandas, procissões e desfiles militares, linguagem, crioulo, sotaques, ambientes noturnos, o som da chuva, pássaros a cantarem, os sistemas de som, as comunidades rastafári, músicos e cantores, percussão, missas e contadores de histórias, concertos de mar e de ondas”.
Artista completo? Com certeza. E a descobrir urgentemente agora que apresenta ao mundo os seus Ultrascores II.