Misty Fest: Rodrigo Cuevas

A apresentação de Rodrigo Cuevas é clara: “Agitação folclórica e eletrónica, estrela do campo, humor, erotismo elegante, hedonismo e celebração dos direitos inegociáveis”. Cuevas faz parte de uma nova geração de artistas espanhóis que procura na tradição os argumentos para apresentar ao futuro. Com a ajuda do conceituado e ultra-requisitado produtor Raül Refree (Lina, Rosalía ou Lee Ranaldo são alguns dos artistas com que trabalhou recentemente), Rodrigo Cuevas afirmou uma visão musical singular e moderna, que casa elementos do flamenco e de outros folclores espanhóis com toques de eletrónica e outros elementos contemporâneos.

 

Trópico de Covadonga é o nome da digressão que tem arrecadado aplausos efusivos por toda a Espanha (e não só…), cruzando, além da música, coreografias e projeções vídeo num envolvimento multimédia de perfeito arrojo. A base é o álbum produzido e cocomposto por Refree, Manual de Cortejo, que saiu no final de 2019 e se encontra nomeado para os mais importantes prémios da crítica e da indústria do país vizinho. Artista singular com música exótica, sensual e avançada. Uma combinação irresistível que agora terá a sua estreia em Portugal.

Rodrigo Leão: O Método

A UGURU lamenta informar que, devido aos constrangimentos causados pela COVID – 19, nomeadamente no que respeita às limitações de lotação nas salas de espetáculo, o concerto de Rodrigo Leão que estava previsto para o dia 23 de dezembro de 2020 no Convento São Francisco, em Coimbra, foi adiado para o dia 15 de outubro de 2021.

Informamos ainda que os bilhetes já adquiridos para este concerto são válidos para a nova data não havendo, por isso, a necessidade de troca dos mesmos.

Mais uma vez lamentamos o transtorno que esta situação possa causar, mas estamos a fazer os possíveis para que os fãs dos nossos artistas possam desfrutar dos concertos nas melhores condições e sempre em segurança.

___________________________________

“Talvez este seja o meu concerto mais intimista e mais atmosférico,” diz Rodrigo Leão a propósito do espectáculo com que vai apresentar o seu novo álbum O Método. “Um concerto que convida o público ao silêncio, à tranquilidade.”

O músico português define a digressão que vai acompanhar o lançamento, a 21 de Fevereiro, do seu novo álbum O Método como “uma produção onde as influências clássicas e electrónicas estão mais presentes e são mais exploradas. E onde, pela primeira vez, toco mais piano acústico.”

Em palco estará um pequeno grupo de músicos. A Rodrigo Leão (piano e sintetizador), juntam-se quatro cúmplices de palco de longa data: Ângela Silva (voz, sintetizador e metalofone), Viviena Tupikova (violino e voz), Carlos Tony Gomes (violoncelo) e João Eleutério (guitarra, baixo, sintetizador, percussão e harmónio indiano).

Rodrigo explica que “pela primeira vez, a Ângela Silva usará a voz de uma forma menos convencional”. Este uso da voz nasce da opção do músico de usar, em vários temas de O Método, palavras cantadas numa língua inventada, não existente.

Para completar o leque de músicos, a produção convidará em cada cidade da digressão um coro juvenil local para subir a palco, interpretando as partes corais gravadas em disco pelo Coro da Associação Musical dos Amigos das Crianças.

O concerto O Método contará com imagens de Gonçalo Santos, desenhos de Rodrigo Leão, e iluminação de Miguel Ramos e Nuno Salsinha.

A estética musical dos novos temas gravados em O Método trará novidades para o material mais antigo que fará parte do alinhamento, cuja escolha e adaptação será feita de acordo com o ambiente geral dos concertos. “Haverá uma sensação de maior unidade e coesão ao longo de todo o concerto, apesar de tocarmos temas que foram compostos há mais de 25 anos”, valorizados pelos arranjos “que fomos construindo ao longo deste último ano com a ajuda dos produtores Federico Albanese, João Eleutério e Pedro Oliveira”.

 

Misty Fest: Nancy Vieira

O MISTY FEST APRESENTA

ESPETÁCULO DE NANCY VIEIRA ASSINALANDO A DISTINÇÃO DA MORNA COMO PATRIMÓNIO IMATERIAL DA HUMANIDADE PELA UNESCO

Nancy Vieira é uma das mais reputadas artistas a explorarem no presente o imenso património musical de Cabo Verde que, no caso específico da morna, mereceu até distinção recente da Unesco como Património Imaterial da Humanidade. E em palco, Nancy é uma das grandes defensoras desse património estando habituada a apresentá-lo um pouco por todo o mundo: “Eu conheço a morna desde os meus 6 ou 7 anos de idade”, diz-nos. “Sempre cantei os clássicos. E por isso, na véspera de um concerto, posso lembrar-me de um tema antigo que depois no espetáculo desafio os meus músicos a interpretarem comigo”.

Nancy será uma das vozes especiais a marcarem a edição 2020 do Misty fest, ocasião para que se está a preparar com um espetáculo especial, rodeada dos seus músicos habituais, mas também com vários convidados: “Vou querer ter ao meu lado não apenas vozes de que gosto muito e com quem tenho trabalhado ao longo dos anos, mas também alguns músicos que admiro. Haverá algumas surpresas nestes concertos”, promete a artista cabo-verdiana.

“Quando eu canto mornas”, explica-nos, “a reação das pessoas costuma começar pelo silêncio, é sempre uma ocasião muito solene, que gera comoção. E depois no final dizem-me sempre que gostariam de ir conhecer Cabo Verde, quer eu esteja na Alemanha ou no Japão. Há quem diga que a morna é muito triste. O João Monge, bom amigo, quando me ouviu cantar falou-me na morna como uma música de melancolia feliz. Talvez seja isso”, refere a cantora.

Esta música que fala das viagens e o do mar, da saudade e da distância, que traduz sofrimento, será uma das coordenadas dos seus concertos para que levará material do seu último disco, Manhã Florida, mas também outros pontos altos de uma carreira muito celebrada. A artista, que reside em Portugal, estreou-se em 1995, mas começou por dar nas vistas em 1999, quando surgiu numa compilação de título Música de Intervenção Cabo-Verdiana cantando ao lado do lendário Ildo Lobo. Lançou depois os trabalhos Segred (Praça Nova, 2004), Lus (Harmonia Mundi/World Village, 2007), Pássaro Cego (Arthouse, 2009), com Manuel Paulo, ou Nô Amá (Lusafrica, 2012). E foi já em 2018 apresentou o muito aplaudido Manhã Florida (uma vez mais com selo Lusafrica).

Bebel Gilberto

UGURU lamenta informar que devido aos constrangimentos causados pela pandemia COVID -19, nomeadamente no que toca às novas regras sobre a lotação das salas, o concerto de Bebel Gilberto, agendado para este ano está adiado para 22 maio de 2021 no Casino Estoril.

A partir de 12 de outubro estarão à venda nos pontos de venda Ticket Line e bilheteira do Casino Estoril novos bilhetes para este concerto.

A troca ou devolução do dinheiro dos bilhetes irá ser feita no período compreendido entre 12 de outubro e 30 de novembro.

Para a troca ou devolução dos mesmos deverá:
– bilhetes adquiridos em www.ticketline.pt : o cliente é contactado pela Ticket Line, recebendo os novos bilhetes via e-mail, ou a devolução de acordo com o solicitado
– bilhetes adquiridos em pontos de venda físicos Ticket Line (Salas de espetáculo, FNAC, Worten, Abep, etc.): a troca é efetuada diretamente no local de compra.

Mais uma vez lamentamos o transtorno que esta situação possa causar, mas estamos a fazer os possíveis para que os fãs dos nossos artistas possam desfrutar dos concertos nas melhores condições e sempre em segurança.

____________________________________________________________

Bebel Gilberto está de regresso a Portugal para apresentar o novo álbum.

Acompanhada por mais dois músicos, Bebel promete revelar todas as pérolas deste novo trabalho sem esquecer, obviamente, os momentos mais altos da sua brilhante carreira.

Se há um nome que rima hoje de forma perfeita com bossa nova esse é, sem dúvida, o de Bebel Gilberto. A cantora leva já mais de 30 anos de carreira, tendo assinado o seu primeiro registo homónimo em 1986. Mas no final dos anos 90, a explosão eletrónica associada ao conceito modernista de “lounge” abriu-lhe um espaço novo que veio preencher com o hoje clássico “Tanto Tempo”, lançado em 2000.

Desde então, Bebel tem colecionado aplausos por todo o mundo, do Japão à Europa e Estados Unidos, foi distinguida com várias nomeações para os prestigiados Grammy, participou na famosa série Red Hot + Rio e colaborou com importantes artistas além de ter gravado para históricas etiquetas de jazz como a Verve.

Misty Fest : DUPLEX – JOÃO BARRADAS | RICARDO TOSCANO

DUPLEX

Joao Barradas | Ricardo Toscano

João Barradas e Ricardo Toscano são dois dos mais destacados nomes do presente jazz português. O primeiro, acordeonista, tem desenvolvido uma abordagem própria a um instrumento pouco comum no jazz e, tal como demonstrado com os dois trabalhos que este ano lançou na Nischo, um deles um solo absoluto registado no CCB, feito por merecer os amplos aplausos da crítica especializada. O segundo, saxofonista alto, tem-se não apenas notabilizado à frente do seu quarteto, angariando efusivos elogios, mas também sido chamado a colaborar em contextos muito distintos, seja para solar à frente de uma orquestra num concerto com Sam The Kid, seja para integrar, em palco com Camané, uma homenagem a Amália Rodrigues.

Juntos, Barradas e Toscano, vão assinar aquele que será certamente um dos mais aguardados encontros do ano sob a designação DUPLEX: “Eu adoro tocar com o João”, admite Ricardo, “quando nos encontramos é sempre uma viagem”. Barradas concorda: “Já nos conhecemos há muitos anos. Vi-o a primeira vez no CCB quando tinha uns 15 anos, era ele também um miúdo”. Foi numa edição da Lisbon Jazz Summer School e a ocasião foi uma masterclass de Greg Osby, gigante jazz americano que em ambos reconheceu imediatamente o desmedido talento.

Em palco, neste concerto especial do Misty Fest, ambos prometem algo de especial. O reportório poderá passar por peças originais que ambos tencionam escrever para a ocasião, mas os nomes a visitar também reúnem concordância: “Cole Porter, Miles Davis, Charlie Parker…”, refere Barradas. “Uma adaptação de um quarteto de cordas do Wynton Marsalis”, pensa alto Ricardo Toscano. “Vamos certamente atirar-nos a alguns standards”, refere ainda o saxofonista, “que queremos transformar, claro”.

Um acordeão (ou dois, que Barradas também usa o acordeão sintetizador em palco) e um saxofone alto podem bastar para criar magia absoluta. João Barradas e Ricardo Toscano, que hoje já são bem mais do que meros aprendizes de feiticeiro, são as pessoas indicadas para criarem essa magia. Imperdível este Duplex, pois claro.

RODRIGO LEÃO: O método

Ao vivo no CASINO ESTORIL,15 de Agosto, 22 horas

Transmissão em directo via streaming na sala virtual LIVEONTHE NET
Bilhetes à venda para o Casino do Estoril em wwww.ticketline.sapo.pt
Bilhetes on line à venda em www.liveonthenet.pt a partir de 29 de Junho

Num momento de crucial importância para a cultura, para a arte e para a música em particular, Rodrigo Leão volta a assumir a dianteira com uma proposta diferenciadora para os tempos actuais: no próximo dia 15 de Agosto, no palco do auditório do Casino Estoril, Rodrigo Leão assinará o seu primeiro concerto pós-confinamento. Nesta apresentação a vários títulos especial, o músico e compositor vai debruçar-se sobre material de O Método, trabalho com que subiu ao número 1 das tabelas nacionais de vendas imediatamente antes da declaração do Estado de Emergência, e apresentar igualmente um novo EP, Avis 2020, registo que resulta da reflexão durante o período de confinamento e com que nos traz novas composições que aprofundam as ideias e a sonoridade desse seu mais recente álbum.

Será possível assistir ao concerto simultaneamente no Salão Preto & Prata do Casino Estoril perante uma plateia previsivelmente reduzida, com lotação ajustada para cumprir com as mais rigorosas normas de segurança, e também, no conforto das nossas salas em streaming na sala virtual LIVEONTHE NET com uma lotação limitada a 2000 bilhetes.

A produção do concerto será extremamente cuidada tal como é habitual nos concertos do artista sendo que a transmissão online será assegurada com realização multi-câmaras e mistura de som multi-pistas em tempo real, para que todos os seus fãs possam desfrutar da sua música nas melhores condições possíveis. Esta será uma experiência única ancorada num momento que artista e fãs partilharão de forma ainda mais intensa e íntima.

Os bilhetes para o Casino do Estoril podem ser comprados nos locais habituais e para a sala virtual em www.liveonthenet.com.

A gravação do espectáculo não será disponibilizada posteriormente em diferido, garantindo-se desta forma que, tal como nos concertos realizados ao vivo e em directo em recintos de espectáculos tradicionais, esta será uma experiência única e irrepetível.

O Artista e a Uguru, promotora do evento, vão disponibilizar 500 convites online, que poderão  ser requisitados a fatimamineiro@uguru.net, para serem distribuídos a músicos, técnicos e demais agentes desta indústria que foi fortemente penalizada pelos efeitos da pandemia. Desta forma, o artista reforça a sua solidariedade para com toda uma classe que se vê agora obrigada a repensar o futuro e a procurar novas ideias para garantir a continuidade das suas respectivas actividades.

Habituado a procurar soluções inovadoras para apresentar e divulgar a sua arte, Rodrigo Leão assume uma vez mais a sua condição pioneira e mostra-nos um método possível para garantir o futuro que todos desejamos seja o melhor possível.

 

Teresa salgueiro : Misty Fest

O novo espectáculo da Teresa Salgueiro é simultaneamente uma celebração dos seus 12 anos de carreira a solo e um apelo a uma tomada de consciência para os exigentes desafios de humanização do mundo actual.

O tema que dá nome à digressão mundial tem como base o poema “Alegria” de José Saramago (in “Provavelmente Alegria”, 1970), musicado por Teresa Salgueiro e que foi estreado ao vivo no México. A ideia era surpreender a jornalista Pilar Del Río, que esteve presente no concerto, e com quem a Teresa mantém uma estreita amizade.

Para a cantora, o tema reflete e reafirma o direito à Alegria como fruição total da vida, que todos temos o dever de proporcionar ao próximo e de implementar no mundo. Numa altura em que, tendo conhecimento da realidade global social, se reconhecem tantas injustiças e quebras de liberdade, a Teresa considerou importante declarar a Alegria em conjunto, como um manifesto.

Na era da digitalização, que tudo converte e reduz a números e algoritmos, o símbolo cardinal está associado à voracidade com que a realidade se transforma e reparte; por isto o afilia à palavra – numa tentativa de readequar o seu uso, tão costumadamente fugaz, associando-o à relevância de celebrar a urgência de edificação de uma sociedade humana que se quer verdadeiramente justa e respeitadora do cumprimento dos deveres, direitos e liberdades dos indivíduos, inseridos no ecossistema de que dependem e que integram.

O concerto irá refletir os últimos 12 anos do seu percurso na música que, desde a saída dos Madredeus em 2007, correspondem precisamente ao período que marca a sua independência enquanto intérprete e produtora e, desde 2012, à sua afirmação enquanto autora da música e palavras que canta, reunidas nos álbuns “O Mistério” e “O Horizonte”.

Para além dos novos arranjos para os temas originais, escolheu de discos que gravou anteriormente canções que reflectem a sua admiração pela música popular de diversas épocas e a pluralidade cultural de várias latitudes que tem tido a felicidade de visitar nos seus 32 anos de carreira. São músicas que representam o seu pensamento e visão do mundo e do ser humano como agente de mudança. São temas que ilustram a sua capacidade interpretativa única, a versatilidade do seu instrumento vocal, bem como dos músicos que elegeu para a acompanhar:

 

José Peixoto    Guitarra

Fábio Palma    Acordeão

Óscar Torres   Contrabaixo

Rui Lobato      Bateria, percussão e guitarra

Maria Mendes : Misty Fest

O jazz e o fado partilham, antes de mais, a noite, alguns estados de alma e uma certa solenidade. Maria Mendes entende isso. A cantora portuense prepara-se para lançar um novo álbum, que será o seu terceiro, em que conta com o produtor e pianista americano John Beasley e com os préstimos da maior orquestra sinfónica de jazz do mundo, detentora de 3 Grammys, a Metropole Orkest.

Partindo de um reportório especial escolhido sobretudo entre alguns clássicos maiores de Amália Rodrigues (“Tudo Isto é Fado”, “Foi Deus”, “Asas Fechadas” ou “Barco Negro”), mas também de Carlos Paredes (“Movimento Perpétuo”, “Verdes Anos”) e ainda Mariza (“Há Uma Música do Povo”) ou Mafalda Arnauth (“E Se Não For Fado”), Maria Mendes junta ao alinhamento um par de originais da sua lavra e uma canção que lhe foi oferecida por Hermeto Pascoal, verdadeiro gigante da música brasileira que um dia Miles Davis descreveu como “o músico mais impressionante do mundo”.

Será este o ponto principal da viagem que Maria Mendes assinará no Misty Fest, acompanhada de um trio que lidera com alma, estilo e saber, tal como fez no seu álbum. Maria Mendes não tem apenas visão, tem igualmente os mais calorosos elogios de grandes nomes da música, como Quincy Jones que no Festival de Jazz de Montreux exclamou: ““Vejo um futuro brilhante e promissor para esta jovem cantora”. A crítica europeia está de acordo e tem apontado Maria Mendes como uma das mais sólidas promessas musicais do nosso continente.

A cantora trará ao Misty uma ampla experiência recolhida nalguns dos mais prestigiados palcos do mundo, como o Blue Note Club de Nova Iorque ou o North Sea Jazz Festival, e promete aprofundar as ligações entre as duas culturas que a definem neste momento, a do jazz e a do fado.

Formação:

Maria Mendes – Voz

Karel Boehlee – piano

Jasper Somsen – Contrabaixo

Jas Van Hulten – Bateria

Nitin Sawney : Misty Fest

Nitin Sawhney que regressará a Portugal, mais de 10 anos depois da sua última apresentação, para revisitar um dos maiores clássicos da modernidade britânica, Beyond Skin, obra prima de que em 2019 se assinala o vigésimo aniversário. Aplaudido como um dos mais notáveis compositores britânicos, condecorado pela coroa e distinguido com regularidade pela crítica, Sawhney tem composto muito para o ecrã – é dele, por exemplo, a banda sonora de Mowgli, produção recente com marca Netflix. Neste concerto revisitará um dos mais amados encontros entre a música indiana e a eletrónica, um álbum que marcou uma época e que se prendeu ao futuro, continuando a ser referência até aos dias de hoje.

Kyle Eastwood : Misty Fest

A música para cinema tem um poder especial: associada a grandes imagens, a históricos desempenhos e a histórias eternas, a música das grandes bandas sonoras tem o poder de convocar profundas emoções que mexem com o nosso âmago. Kyle Eastwood sabe isso melhor do que ninguém: filho do grande ator e realizador Clint Eastwood, Kyle cresceu rodeado de cinema e de música. O seu pai é ele mesmo um grande amante de jazz (e um competente pianista) e por isso não é de espantar que Kyle tenha decidido combinar essas duas grandes artes – a música e o cinema – na sua mais recente criação, o álbum Cinematic, em que arranja para um combo de jazz música de compositores cujas obras brilharam no grande ecrã – de Michel Legrand a Henry Mancini, de Ennio Morricone e Lalo Schifrin a John Williams, entre outros, incluindo uma peça que ele mesmo escreveu para um filme do pai.

 

No concerto que vem apresentar a Portugal, Kyle Eastwood, que é um contrabaixista reputado com uma carreira discográfica assinalável de mais de duas décadas, apresentará música de filmes como Gran Torino, que o seu pai dirigiu, mas também de clássicos como Bullit, Expresso da Meia Noite, Taxi Driver, Pantera Cor de Rosa, La La Land ou Skyfall, percorrendo assim icónicas histórias que o cinema consagrou, evocando heróis, grandes atores e obras que estão na nossa memória coletiva.