The simon & Garfunkel Story

Paul Simon interpretado por Sam O’Hanlon
Art Garfunkel interpretado por  Charles Blyth

O cancioneiro da mítica dupla Simon & Garfunkel é um dos mais celebrados do mundo. Quando assinaram o mítico Concert In Central Park em Nova Iorque em 1981, Paul Simon e Art Garfunkel arrebataram não apenas o meio milhão de pessoas que os aplaudiu nessa noite, mas toda uma geração que entoou a uma voz temas eternos como “Mrs Robinson”, “Cecília” ou “The Boxer.

The Simon & Garfunkel Story já foi visto por mais de 250 mil pessoas, o que o torna no musical itinerante mais visto no mundo. Inclui as vozes de exceção de Sam O’Hanlon, no papel de Paul Simon e Charles Blyth, que encarna Art Garfunkel, uma banda de músicos de elevadíssima qualidade e novas tecnologias de projecção de vídeo de alta definição tornam esta uma experiência única, perfeita para públicos de todas idades que continuam a querer aplaudir as grandes canções que unem gerações.

Rui Massena

RUI MASSENA
Piano SOLO
“Preciso de voltar a ouvir as minhas canções ao Piano. Já lá vão 3 álbuns e cinco anos
desde que comecei este novo caminho. Em Novembro de 2014 fiz os meus primeiros
concertos a solo na Casa da Música e no CCB, ainda sem disco gravado. Quero agora
ouvir como o silêncio mudou, como se alterou a visão da minha própria música, como
a minha alma mudou. Quanto tempo tem agora cada música, cada gesto, cada reação,
cada aplauso. Senti-lo. Percebê-lo e deixar-me ir. “

Harlem Gospel Choir

O Harlem Gospel Choir regressa a Portugal para nos oferecer um Natal diferente, igualmente espiritual, festivo e capaz de unir toda a família em torno de algumas das mais celebradas canções do mundo.

O Harlem Gospel Choir, talvez o mais famoso grupo de gospel do mundo neste momento, já trouxe a Portugal espetáculos de homenagem a gigantes da música como Michael Jackson, Stevie Wonder ou Whitney Houston, Adele ou Beyoncé, compositores e interpretes de méritos mais do que reconhecidos que nas experientes vozes deste grupo se tornam também autores de hinos universais capazes de capturar o espírito de uma época muito especial.

Este ano, o grupo homenageia um dos mais geniais artistas dos nossos tempos – Prince! Não irão faltar os temas mais conhecidos deste músico de Minneapolis, com arranjos muito especiais como só o Harlem Gospel Choir sabe fazer.

Este grupo, que já cantou ao lado de ou para gente tão importante como Nelson Mandela, o papa João Paulo II, Paul McCartney, Diana Ross, U2 ou Gorillaz, entre tantos outros, tem quase três décadas de história, percurso relevante que lhes permitiu colecionar muitos sucessos que agora se traduzem num envolvente espetáculo, capaz de elevar os espíritos e de inundar de paz qualquer plateia.

O convite é para uma celebração muito especial e dirige-se a toda a família. A banda sonora, essa será de luxo e entregue com o inimitável estilo do Harlem Gospel Choir.

Fastlove : The George Michael Celebration

FASTLOVE – THE GEORGE MICHAEL CELEBRATION

Se nem as estrelas que brilham no céu são eternas que dizer daquelas que vão passando pela Terra? É quando as maiores lendas partem para outro plano que ideias como Fastlove surgem. Fastlove, considerado como o tributo mais fiel a George Michael, chega finalmente a Portugal. Com mais de 250 datas realizadas no Reino Unido desde 2017, incluindo apresentações em locais como o West End Piccadilly Theater e o Hammersmith Apollo, esta é sem dúvida a maior produção que presta homenagem a um dos músicos mais aclamados da história da pop. Fastlove alcançou tamanho sucesso que tem já, para 2020, várias datas marcadas para grandes salas europeias bem como para a Austrália, Estados Unidos e Canadá.

Este espetáculo apresenta um elenco profissional de cantores, dançarinos e uma banda completa, que trabalhou incansavelmente para criar o som autêntico dos maiores sucessos de George Michael, apresentando-os num espectáculo de cortar o fôlego que é servido por visuais incríveis.

Andrew Browning, o protagonista de Fastlove, é agora reconhecido como a pessoa com mais semelhanças à performance de George Michael. Andrew foi demonstrando o seu talento ao longo do tempo tendo assinado uma brilhante participação no concurso britânico “Stars in Their Eyes”, em 1996. Essa prestação aclamada foi abrindo várias portas na sua carreira levando mesmo ao convite para participar no vídeo “As” de George Michael e Mary J. Blige, como duplo, devido às suas extraordinárias semelhanças com a estrela.

O tributo que tem esgotado salas por onde passa, tem encontro marcado com o nosso país, no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, no dia 9 de fevereiro de 2020. Uma ocasião imperdível para todos os que acreditam que as estrelas são mesmo eternas.

Maria gadú : Misty Fest

Maria Gadú, compositora, Cantora e autora de temas que correm o mundo como Shimbalaiê ou “Altar Particular”, um dos maiores nomes de referência da Música Brasileira da actualidade.

Depois do êxito dos últimos concertos em Portugal com “Guelã ao Vivo”, Maria Gadú regressa ao nosso país para participar no Misty Fest.

Um tour de voz, violão, guitarra e um repertório com os maiores sucessos da Maria e músicas que marcaram a vida dela.

No ano passado, Maria Gadú apresentou-se ao por doze ocasiões ao vivo  em cidades europeias como Roma, Milão, Florença, Cagliari e Paris acompanhada somente pela sua guitarra e violão.

Um repertório repleto das suas cancões e de outras que, não sendo de sua autoria,  que fazem parte da sua vida.

Casas cheias e bilhetes esgotados em todos os locais por onde passou fez da Tour Pelle um sucesso.

Deixamos as palavras da própria Maria Gadú: “Depois de mais de uma década, faço essa deliciosa tour munida apenas de guitarra e violão. A solidão no palco, as canções em suas formas nuas e cruas, o improviso.

Lembrando meus tempos de barzinho, tocadora de rua, violeira da noite.

Bora se divertir!”

Rodrigo Leão

Rodrigo Leão regressa aos palcos nacionais para apresentar o seu novo espetáculo numa estreia absoluta! O compositor, que assinalou em 2018 os 25 anos de uma muito bem-sucedida carreira, mostra agora em primeira mão as canções do novo repertório que será editado ainda durante este ano, num concerto que não vai poder perder.

Dono de uma das mais interessantes discografias do nosso país, o músico e compositor Rodrigo Leão tem conhecido o sucesso dentro e fora de portas.  A sua música já viajou por todo o mundo tendo recebido aplausos nas mais distintas latitudes: por toda a Europa, mas também no Extremo Oriente ou na América.

Rodrigo Leão promete uma vez mais surpreender quem o tem seguido de perto ou quem queira agora embarcar nessa entusiasmante aventura em que estreia o novo espetáculo e o novo repertório.

John Mayall : 85 th Anniversary tour

Feat: Carolyn Wonderland (guitarras), Greg Rzab (baixo) Jay Davenport (bateria)

85TH ANNIVERSARY TOUR

Uma das maiores lendas dos blues do mundo, John Mayall, virá a Portugal no âmbito de uma digressão especial com que assinala o seu 85º aniversário. O líder dos lendários Bluesbreakers foi um dos principais pilares da propagação dos blues na Europa funcionando igualmente como um mestre para muitas gerações de músicos, de Eric Clapton e Peter Green, de Mick Fleetwod a Jack Bruce.

A obra de John Mayall é monumental: gravou sete dezenas de álbuns, sensivelmente metade em estúdio e a outra metade em palco, algo que acaba por espelhar a sua própria filosofia musical: se por um lado é encarado como um tecnicista de exceção, referência máxima para gerações de guitarristas que lhe estudaram o seu refinado estilo, por outro nunca deixou de pisar palcos por todo o mundo, propagando os blues como uma linguagem viva. Este ano, John Mayall deverá, aliás, editar um novo trabalho, prova de que continua a ser um incansável criador.

“Mayall”, explicou o Guardian há um par de anos, “é um daqueles músicos que prefere tocar a falar sobre o que faz. “Mas”, questionava o jornal de referência britânico, “o que será que têm os blues que agarra um músico e nunca o deixa ir?” O mestre explicou: “o segredo é a honestidade crua que expressa aquilo que realmente somos, as nossas experiências na vida”. E é isso: 85 anos de uma incrível história serão também celebrados em Portugal

Rui Massena Trio : III

Rui Massena sublinhou a sua condição de artista de dimensão internacional com a edição de “III” na prestigiada Deutsche Grammophon, disco que mereceu os favores de um público devoto da sua música profundamente poética e meditativa, que não só o tem aplaudido ao vivo como tem aderido aos seus lançamentos levando cada novo projeto a alcançar significativos resultados de vendas.

O pianista e compositor está agora de regresso aos palcos, com um espetáculo acústico, centrado no triunfal “III”, mas que não esquecerá outros pontos altos da sua obra. Para este concerto, Massena faz-se acompanhar por cordas, com as cristalinas notas do seu piano a serem sublinhadas pelas harmonias desenhadas pela viola de arco e pelo violoncelo, numa apaixonante conversa a seis mãos em torno de um repertório composto por evocativas e românticas peças. “Este trabalho”, explicou o próprio Rui Massena, “contém uma intenção sonora muito diferente pelo que o concerto irá refletir isso mesmo, essa procura de novos caminhos para a minha música”.

Os caminhos podem ser novos e desafiantes, mas o maestro, pianista e compositor trilha-os com o mesmo rigor e dedicação e paixão com que sempre pautou todas as etapas da sua carreira, brindando o seu público com uma entrega profunda a uma música que estimula a imaginação e que transporta sempre quem a escuta para lugares da mais pura beleza.

PHOSPHORESCENT : C’EST LA VIE

As vidas mudam e com elas muda também a música, ainda que a essência se retenha, porque podem-se aprender coisas novas, mas muito mais difícil é desaprender o que se sabe de cor. E Matthew Houck sabe uma coisa ou duas acerca da arte de escrever canções: “Song For Zula”, talvez a sua mais aplaudida faixa de Muchacho, álbum de 2013, é um belíssimo exemplo. Mas, entretanto, quando alguém pisca os olhos, a vida acontece. Até a alguém que fez carreira como Phosphorescent, um dos nomes de referência na cena indie folk internacional que também nos deu Bon Iver ou Iron & Wine.

C’Est La Vie é o sétimo álbum de originais de Phosphorescent numa discografia que inclui ainda ep’s e trabalhos ao vivo, estabelecida há década e meia. O cantor de Athens, na Georgia estabeleceu-se em Nova Iorque, onde lançou a sua carreira, mas o seu trabalho já tem meia dúzia de anos e o que Houck fez nesse período foi… viver. Apaixonou-se, mudou-se para Nashville, construiu um estúdio de raiz, foi pai. C’Est La Vie transforma toda essa vivência em canções, mais expansivas e aguerridas, mas com a mesma verve autoral que o impôs como artista de culto. A Pitchfork menciona um álbum feito de “canções astutas e sarcásticas que abrem espaço para a voz se impor em arranjos complexos”. Como a vida, de resto, que também nada tem de simples, certo? Phosphorescent vai apresentar-se em Portugal no Lisboa Ao Vivo, o seu regresso após a estreia, em 2013, em Paredes de Coura.

Patxi Andion : 50 aniversário

Não há melhor maneira de celebrar 50 anos de carreira do que aproveitar a ocasião não para olhar para trás, mas para avançar rumo ao futuro. É exatamente essa a proposta de Patxi Andión, um dos artistas espanhóis mais “portugueses” de sempre.Meio século depois da sua estreia com o single “Canto” / “La Jacinta”, trabalho que precedeu a estreia em LP com Retratos em 1969, Patxi decidiu assinalar a ocasião escrevendo 20 novas canções que decidiu dividir por dois volumes: La Hora Lobican editado em 2018 e o segundo volume dedicado a esta produção que olha para o futuro na hora de marcar 50 anos de canções tomará o título Profecia e deverá ser lançado este ano.

Oportunidade única para ouvir este extraordinário artista espanhol a cantar o passado, o presente e o futuro. Porque 50 anos é só o princípio de uma história que ainda tem muito para dar.