Simon & Garfunkel – The Story

siteUGURU_S&G_307x451O cancioneiro da mítica dupla Simon & Garfunkel é um dos mais celebrados do mundo. Quando assinaram o mítico Concert In Central Park em Nova Iorque em 1981, Paul Simon e Art Garfunkel arrebataram não apenas o meio milhão de pessoas que os aplaudiu nessa noite, mas toda uma geração que entoou a uma voz temas eternos como “Mrs Robinson”, “Wake Up Little Susie”, “Bridge Over Troubled Water” ou “The Boxer”. Prova da longevidade e alcance dessas canções tem sido o sucesso tremendo do espectáculo The Simon & Garfunkel Story que já foi visto por mais de 250 mil pessoas em todo o mundo, conquistando público e crítica nos palcos da Broadway de Nova Iorque ou do West End de Londres.

“Espantoso”, foi como a BBC se referiu ao espectáculo, “Autêntico e excitante”, exclamou a revista The Stage. Este é agora o musical itinerante mais visto no mundo, que inclui vozes de excepção, uma banda de músicos de elevadíssima qualidade e novas tecnologias de projecção de vídeo de alta definição tornam esta uma experiência única, perfeita para públicos de todas idades que continuam a querer aplaudir as grandes canções que unem gerações.

Rodrigo Leão – Instrumental “O Ensaio”

rodrigoleao_oEnsaio_cartaz_destaqueLPara a comemoração dos 25 anos de carreira, que se assinalam em 2018, Rodrigo Leão propõe ainda um novo concerto: Instrumental – O Ensaio, com uma forte componente de projecções video e focado em composições instrumentais ao estilo que nos habituámos a reconhecer como a sua marca pessoal.

A par de material instrumental já conhecido, Rodrigo apresentará em primeira mão algumas das novas composições em que tem trabalhado, ainda em versões integralmente instrumentais. Este concerto será em simultâneo uma apresentação, uma rodagem e um ensaio de peças que farão parte de um novo disco de originais. Este novo trabalho, um dos projectos mais esperados da nova temporada, será lançado até ao final de 2018, e poderá verdadeiramente representar o novo álbum de carreira de Rodrigo, após uma série de trabalhos que nasceram a convite de outros músicos ou foram incursões em terrenos mais alternativos.

Rodrigo Leão – O Aniversário

Em 2018, Rodrigo Leão comemorará os 25 anos de carreira a solo e por isso serão vários os eventos que assinalam a efeméride.

O Aniversário será um espectáculo, com uma produção de palco dirigida ao grande público, contando com uma formação alargada a dez músicos e duas cantoras.

O trabalho técnico deste espectáculo será extremamente cuidado, de forma a que a amplificação sonora funcione tanto nos grandes espaços como nas salas mais exigentes, garantindo que cada recanto possa escutar cada pormenor da instrumentação.

Rodrigo Leão – Os Portugueses

A comemoração dos 25 anos de carreira de Rodrigo Leão terá uma versão revista e actualizada do concerto Os Portugueses, acompanhando o relançamento de uma das suas bandas-sonoras mais interessantes: Portugal, um Retrato Social, a seminal série televisiva realizada em 2007 por Joana Pontes e António Barreto. A música que Rodrigo compôs para essa série, onde cristalizou a indefinível portugalidade da sua inspiração melódica, vai ser relançada numa edição restaurada com material adicional, sob o título Os Portugueses, e servirá de base a uma produção de palco refeita e retrabalhada.

Rodrigo Leão & Scott Matthew – Life Is Long 2018

Rodrigo Leão é um dos mais prolíficos e aplaudidos compositores portugueses, alguém que tem sabido construir uma carreira absolutamente singular, mas, ao mesmo tempo, aberta a desafios, como bem o prova o seu recente trabalho com a Orquestra e Coro Gulbenkian, e a colaborações, como o seu longo historial com grandes vozes deixa claro. O novo capítulo nesta triunfante história passa pelo trabalho que está prestes a editar com o cantor Scott Matthew.

Rodrigo Leão e Scott Matthew conheceram-se no decorrer das gravações do álbum A Montanha Mágica, editado pelo compositor português em 2011. Scott emprestou a sua extraordinária voz ao tema Terrible Dawn, que abriu caminho para a sua participação em alguns concertos em Portugal e Espanha. Ao longo da sua carreira, Rodrigo tem aberto espaço no seu reportório para as canções, tendo trabalhado com vozes tão distintas como Beth Gibbons (Portishead) ou a cantora brasileira Adriana Calcanhoto, entre muitas outras. Mas o tema Terrible Dawn e mais tarde Incomplete, provaram a química especial entre os dois artistas. Um compositor português com os olhos postos no Mundo, um cantor australiano a viver em Nova Iorque: mundos distintos mas que acabam por se interligar tão bem. Um é descrito como inventor de melodias mágicas e o outro auto intitula-se um criador de barulho silencioso. É impossível resistir a um par tão exótico.

Apesar de agendas extremamente ocupadas, arranjaram tempo para colaborar entre si. Trocaram melodias e palavras e partilharam ideias que resultam agora num álbum de colaboração onde Rodrigo Leão se encarrega da composição e produção e Scott Matthew das letras, melodias e voz. Aqueles que já tiveram oportunidade de os ver ao vivo sabem como são especiais esses encontros, como a voz doce e profunda de Scott se liga perfeitamente às melodias e orquestrações de Rodrigo. Este trabalho foi lançamento em Setembro de 2016 e resultou numa digressão que teve início no último trimestre de 2016, incluindo, claro, estreia no Misty Fest.

Rui Massena Band – Misty Fest

Rui Massena estreia o seu novo projecto de concerto ao vivo, em Novembro, no Misty Fest.

A Rui Massena Band nasceu de uma plataforma de experimentação para lá do universo mais clássico. O recurso à electrónica de vanguarda servirá para a criação de um universo sonoro, em que o Piano continuará a servir de guia, mas em que novas organizações sonoras entram em jogo. Algumas destas composições farão parte do seu novo CD que será lançado em 2018.

Depois do concerto de estreia em Madrid, onde a crítica o colocou ao nível de nomes importantes na actual cena clássica moderna como Philip Glass, Michael Nyman ou Wim Mertens e, da ainda mais recente compilação Fragments of Harmony – A Collection lançada pela Deutsch Grammophone em que um tema seu surge lado a lado com nomes como Ludovico Einaudi, Max Richter ou Ólafur Arnolds, Rui Massena parece definitivamente querer abraçar este universo musical, designado como Neo-Clássico ou New Age.

Rui Massena Band será lançado inicialmente com seis concertos em salas muito especiais para o musico; Lisboa –  Centro Cultural de Belém, Porto – Casa da Música , Coimbra –  Convento de são Francisco, Braga – Theatro Circo, Loulé – Cineteatro Louletano, Ponta Delgada – Teatro Micaelense.

Sivu – Misty Fest

Nascido James Page em Cambridgeshire (Inglaterra), o momento de viragem para Sivu deu-se em 2011 quando conheceu o produtor Charlie Andrew (Alt-J, Marika Hackman). Lado a lado com o produtor, criaram o seu primeiro álbum “Something On High” (2014), que logo despontou a curiosidade da imprensa especializada – The Guardian, Noisey, NME ou Huffington Post – assim como das rádios, nomeadamente os programas na BBC Radio 1 de Zane Lowe, Phil Taggart, Ferne Cotton ou Huw Stephens.

Nos palcos, inicialmente o jovem britânico ficou encarregue pelas primeiras partes dos concertos de London Grammar, Marika Hackman, The Staves, Bombay Bicycle Club e Stornoway,  o que posteriormente abriu-lhe portas para uma tour britânica a solo (que incluiu o Glanstonbury Festival), com todas as datas esgotadas.

Passados quatro anos, Sivu chega agora com o seu segundo álbum “ Sweet Sweet Silence” (novamente com a produção de Charlie Andrew) onde sentimos uma clara reflexão do músico em relação à doença que agora enfrenta: Doença de Ménière, que está a reduzir a sua condição auditiva.

Assim, em Novembro o jovem britânico abraça pela primeira vez os palcos portugueses, mais precisamente as cidades de  Braga e Aveiro, com um espectáculo que promete ser comovente, místico e acolhedor!

Pedro Jóia Trio – Misty Fest

O Pedro Jóia Trio é hoje um dos mais inestimáveis tesouros da música portuguesa. Pedro Jóia na guitarra clássica, Norton Daiello no baixo e João Frade no acordeão são três músicos virtuosos, cada um deles um expoente de classe internacional no respectivo instrumento, com percursos destacados em terrenos como o fado e o flamenco, o jazz e a MPB ou a música popular portuguesa.

O Pedro Jóia Trio iniciou no passado mês de Junho uma série especial de concertos designada Pedro Jóia Trio Convida. O primeiro evento, que teve lugar no Mosteiro dos Jerónimos, resultou de um convite a Ney Matogrosso, nome maior da Música Popular Brasileira. Os relatos dão conta de uma noite absolutamente arrebatadora que se traduziu num portentoso sucesso de bilheteira.

Agora, em especial encomenda do Misty Fest, o Pedro Jóia Trio anuncia o segundo convidado especial para esta série de encontros. Mariza é outro expoente de portugalidade, nome maior do nosso fado e uma das mais reconhecidas vozes nacionais no mundo inteiro. Pedro Jóia conhece bem esta voz tão especial: acompanha-a em palco há vários anos e é o seu director musical, facto que lhe permite conhecer intimamente um reportório que é dos mais queridos do público português, pelo que se adivinha um extraordinário concerto. O Pedro Jóia Trio vai conduzir Mariza por uma série de desafiantes interpretações de temas que se posicionam fora do seu reportório habitual, surpresas que tornarão esta apresentação ainda mais especial. O concerto passará igualmente pela apresentação de Vendaval, um álbum de propostas musicais muito variadas, completamente surpreendente, que será assim estreado em palco. Será a 15 de Novembro no Grande Auditório do Centro Cultural de Belém. Uma noite para a história que já se adivinha imperdível.

Céu – Misty Fest

A cantora brasileira estreia-se no Misty Fest, onde irá apresentar o aclamado álbum Tropix galardoado com 2 Grammys Latinos em 2016.

O Brasil sempre misturou – samba com rock, bossa com electrónica, hip hop com MPB, jazz com morro, funk com praia… – e Céu é um produto dessa liberdade de pensar, de agir, de cantar e de dançar. Ao Misty Fest a aplaudida cantora brasileira que conta já com quatro álbuns de estúdio na sua agitada discografia – incluindo o mais recente Tropix que data de 2016 – pretende trazer já alguns sinais do que está a preparar para 2018.

Céu é filha de uma São Paulo de vistas largas e isso reflectiu-se em discos onde cruzou a electrónica, o dub, o hip hop e a MPB com mestreia e bom gosto, factores que lhe valeram elogios rasgados por parte da imprensa internacional e que, claro, sustentaram a inédita conquista de dois Grammys Latinos, incluindo o de Melhor Álbum de Pop Contemporâneo Brasileiro, sucedendo a artistas como Tulipa Ruiz, Ivete Sangalo ou Seu Jorge, que também arrecadaram distinções nessa categoria.

Ao vivo, Céu tem arrecadado aplausos internacionais pela forma original como se entrega às suas canções, com temas como “Perfume do Invisível”, um dos momentos mais destacados de Tropix, a provarem funcionarem na perfeição para audiências internacionais. Em 2015, Céu apresentou-se em Lisboa num concerto que ainda está guardado na memória de todos os que estiveram presentes, e terá agora a oportunidade de (re)viver estes momentos nos concertos que terão lugar no Porto e em Lisboa. Mais uma razão para marcar presença.

SWANS

A história faz-se também, invariavelmente, de despedidas – e os Swans, que Michael Gira
ressuscitou em 2010 após treze anos de ausência têm, agora, um segundo adeus anunciado.
Desde a confrontacional abrasividade dos primeiros lançamentos, passando pela folk sombria e
assombrada de discos como Love of Life ou The Burning World, até ao vórtice de rock
hipnótico e majestático praticado desde a sua reunião – ouçam-se The Seer ou o mais recente
The Glowing Man – os Swans firmaram desde sempre o seu nome como um dos mais
influentes da música experimental. No que serão as derradeiras oportunidades de
testemunharmos a esmagadora presença em palco de Michael Gira e companhia, os Swans
regressam a Portugal para duas datas; os concertos acontecem a 8 e 9 de Outubro no Hard
Club (Porto) e no Lisboa ao vivo, respectivamente.
As primeiras partes, em ambas as datas, estarão nas mãos de Baby Dee. A artista e performer
norte-americana, que já colaborou com nomes como Antony Hegarty, Current 93, Will Oldham
ou Andrew W.K., apresentará uma obra que tem tanto de excêntrico como de desconcertante.