ORQUESTRA JAZZ DO PORTO CONVIDA VITORINO SALOMÉ

A carreira de Vitorino é uma das mais celebradas do nosso país, precisamente por ter atravessado épocas, estilos, abordagens, com múltiplas alianças que nunca diluíram o sentir singular da sua voz.  Dos palcos com Zeca Afonso à Leitaria Garret, da companhia de Fausto e Sérgio Godinho  às gravações com os Cantadores de Redondo ou os Rio Grande, das aventuras em La Habana às palavras de António Lobo Antunes, pouco há que este extraordinário cantor não tenha experimentado. Mas agora, a prestigiada Orquestra Jazz do Porto propôs-lhe um novo desafio: deixar que as suas mais emblemáticas canções – de “Menina estás à Janela” e “Queda do Império” a “Fado Triste”, “Tocador de Concertina” ou “Ana Li” – sejam lidas por uma big band que conhece por dentro idioma do jazz e já por múltiplas ocasiões demonstrou ser capaz de reinventar reportórios muito diferentes.
A Orquestra  Jazz do Porto é um colectivo com dezena e meia de jovens músicos, dirigido pelo trompetista Gileno Santana e estabelecido em 2017 com base de trabalho na Casa das Artes. Com trabalho sério e estudo atento das grandes orquestras de jazz dos anos 30 e 40 do século passado, a Orquestra Jazz do Porto conquistou o público da Invicta logo na sua estreia na Casa da Música. Agora e com arranjos de diversos dos seus elementos, a Orquestra Jazz do Porto vai imprimir um outro tipo de balanço, de swing, a um reportório muitas vezes celebrado, bastas vezes cantado mas nunca antes ouvido neste registo. Um concerto único com Vitorino a deixar a sua voz brilhar na companhia dos grandes arranjos e dos enormes músicos de um dos melhores colectivos jazz do país.

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