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Ludovico EinaudiDigressão 2012 |  | | "Escultor de Música Viva". in Le Monde "O contemporâneo e o clássico em colisão....ele pode ter formação clássica de piano e composição mas, Ludovico Einaudi inspira-se tanto em Massive Attack como em Mozart" in Cambridge - News UKUm compositor clássico com vendas de Pop Star! in Daily Telegraph Ludovico Einaudi é um Compositor e Pianista, autor de algumas das mais belas bandas sonoras do Cinema Italiano. O público português, já o conhece de passagens anteriores em que actuou ao lado de Rodrigo Leão, por exemplo. Mas nas constantes digressões que tem feito, Ludovico já tocou com o mestre da kora do Mali Ballaké Sissoko ou, mais recentemente, com os aclamados post-rockers To Rococo Rot. Todos lhe reconhecem um poder extremamente emotivo, um tocar que traduz em notas a calma e a contemplação. Talvez seja essa, avançam alguns críticos musicais internacionais, a explicação para o facto da sua música dizer tanto a tanta gente nos agitados tempos que correm. Einaudi traz agora a Portugal um novo espectáculo que tem por base o seu mais recente trabalho, «Nightbook», um álbum que evoca movimento e descoberta, até porque foi escrito durante a anterior digressão. Depois de ter aplaudido a faceta mais solitária da sua música, o público português tem agora a oportunidade de testemunhar a mais alargada paleta de cores que este compositor utiliza nas suas "pinturas" musicais: com Federico Mecozzi (violino/guitarra), Mauro Durante (violino/percussão), Antonello Leofreddi (viola) Marco Decimo (violoncelo) e Robert Lippok (electrónica), Einaudi tem a possibilidade de explorar uma outra face do seu trabalho, ainda mais intensa, cinemática e absolutamente mágica. O concerto conta também com a colaboração de Matteo Ferroni na manipulação de imagem ao vivo, o que dá uma dimensão absolutamente contemporânea ao seu espectáculo.Este espectáculo - que tem passado por algumas das mais exigentes salas da Europa - é arrebatador na forma como as melodias se ligam a estados de alma muito profundos. O próprio Ludovico diz que se «Devenire» era um álbum virado para o exterior, este explora as paisagens interiores, com a electrónica e restantes instrumentos a servirem de companhia para as extraordinárias viagens conduzidas pelo piano. |
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