Misty Fest 2013 – Primeiras confirmações

Bilhetes já à venda na Ticketline, lojas FNAC, Worten, salas do espetáculo e locais habituais.
Scott Matthew: Lisboa e Porto – 20€ | Ian McCulloch: Lisboa de 20€ e 35€, Porto – 25€

A programação do Misty Fest de 2013 começa já a desenhar-se e assume uma justificada ambição, tendo em conta o enorme sucesso das edições anteriores ainda bem presentes graças ao impacto de concertos como os dos Cowboy Junkies, Peter Hook (uma celebração dos Joy Divison dirigida pelo seu fundador), Stuart Staples, Mark Kozelek, Rodrigo Leão, Dead Combo ou Sara Tavares. – (saiba mais sobre as outras edições em www.misty-fest.com)

Tal como no ano passado, a quarta edição Misty Fest acontece na primeira quinzena de Novembro.  A melhor música continua a ter lugar nas melhores salas do país: Centro Cultural Olga Cadaval, Centro Cultural de Belém, Cinema São Jorge e Casa da Música , estando prevista a extensão a outros locais para além de Sintra, Lisboa e Porto.

Os primeiros nomes confirmados para este ano são os do australiano Scott Matthew, colaborador em dois discos de Rodrigo Leão e dono de uma aplaudida carreira internacional, e ainda de Ian McCulloch, histórico líder dos Echo & The Bunnymen que se apresentará a solo sem esquecer os maiores clássicos do seu grupo de sempre.

Scott Matthew  : 14 Nov Centro Cultural de Belém | 16 Nov Casa da Música

Ao Misty Fest, Scott Matthew trará pela primeira vez a Portugal o seu espetáculo completo, com a banda que normalmente o acompanha. Um espetáculo que lhe tem angariado os mais sentidos elogios por parte da crítica especializada internacional e que agora será apresentado já com as canções que trará no seu novo disco, Unlearned.

Scott Matthew é já um valor seguro no panorama mais indie da pop internacional e o álbum que se prepara para editar em Junho próximo tratará de confirmar esse estatuto. Unlearned é uma coleção de canções muito especiais: Matthew aborda no seu novo trabalho clássicos de artistas tão diversos como Neil Young (“Harvest Moon”), Radiohead (“No Surprises”) ou Joy Division (“Love Will Tear Us Apart”) desenhando nesse labirinto a sua própria personalidade de intérprete. Uma personalidade que o público português começa a aprender a reconhecer: é dele a voz que se ouve nos belíssimos «Terrible Dawn», um dos momentos centrais d’ A Montanha Mágica, e também em «Incomplete», tema inédito do mais recente Songs, dois trabalhos de Rodrigo Leão, artista com quem Scott Matthew também pisou palcos nacionais recentemente.

Este cantor, nascido na Austrália mas presentemente a residir em Nova Iorque, tem uma voz muito característica: frágil e misteriosa, forte e funda, de um tempo que não parece este, mas que no entanto está mesmo de pés fincados no presente.

Ian McCulloch : 14 Nov Casa da Música | 15 Nov Centro Cultural de Belém

Ian McCulloch, vocalista e líder dos míticos Echo & The Bunnymen, apresentar-se-á ao vivo em Portugal, na Casa da Música e no Centro Cultural de Belém, nos dias 14 e 15 do próximo mês de Novembro, como parte do cartaz do Misty Fest.

Neste concerto, McCulloch pretende revisitar os maiores clássicos da sua banda, incluindo temas como «Killing Moon», «Seven Seas» ou «Bring on The Dancing Horses».

Para lá dos marcos da carreira dos Echo & The Bunnymen, Ian McCulloch deverá ainda apresentar alguns dos mais significativos temas da sua carreira a solo, que já conta com quatro álbuns de originais e um registo ao vivo. Os últimos anos da carreira de McCulloch têm aliás sido bastante preenchidos: em 2010 foi convidado, em disco e numa digressão, dos Manic Street Preachers, voltou aos palcos e, já o ano passado, lançou o álbum de originais Pro Patria Mori e o registo ao vivo Liverpool Cathedral Live, dois momentos que lhe granjearam efusivos aplausos.

Nome incontornável do pós punk, marco indelével da década de 80, Ian McCulloch é dono de uma das mais aplaudidas carreiras da pop britânica das últimas décadas, uma voz singular que se encontra na esfera dos cantores de culto. O espectáculo que vem apresentar ao CCB é por isso mesmo absolutamente imperdível.

CARMEN SOUZA GALARDOADA NOS CABO VERDE MUSIC AWARDS

Carmen Souza, que teve o seu álbum “Kachupada” editado no nosso país na passada quinta-feira, dia 14, foi uma das grandes vencedoras dos Cabo Verde Music Awards ao ganhar 2 prémios:

– Melhor Voz Feminina, por “Katchupada”

– Melhor Morna, por “6 on na Tarrafal”

Veja aqui o acompanhamento da gala – e lista total dos troféus – pelo portal Sapo Cabo Verde

http://noticias.sapo.cv/especial/premios_cvma/

5 /5 “Extraordinarily talented vocalist…Kachupada is certainly one of the rarest kinds of musical gems to have come to light in the year 2012.” 

Raul da Gama, World Music Report/Latin Jazz Network, USA

4/5 ” With Verdade, her 2010 release, Carmen Souza introduced herself to the world as a kind of Cape Verdean Diana Krall. On Kachupada she is transformed into Cape Verdean Esperanza Spalding…Kachupada is a brave, extraordinarily original and at times challenging album. It is profoundly musical, deepens on every listen and deserves to make Souza a far more familiar name.”

Alex Robinson, SONGLINES, UK

4/5 ” A la manière d’une Ella Fitzgerald du Cap-Vert, Carmen Souza chante la saudade avec sensualité et fraîcheur”

Les Inrockuptibles, FR

4/5 “Elle est inclassable….C’est frais, épicé, profond, sympathique au possible. Ne la manquez pas quand elle passera par chez vous” 

Michel Bedin, FR

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CARMEN SOUZA NO CATÁLOGO DA UGURU

A UGURU orgulha-se de poder contar com esta extraordinária artista no seu catálogo.

Aos poucos – e de forma determinante desde que reside em Londres – Carmen Souza tem-se afirmado globalmente como um dos mais intransigentes, inquietantes e vibrantes símbolos da lusofonia. E no sentido em que a entidade cultural lusófona é intrinsecamente mutante e em constante expansão, mas eminentemente inclusiva, é apenas natural que assim seja. Porque se a acção desta lisboeta (nascida em 1981) parte de um signo matricial enraizado na tradição das ilhas de Cabo Verde (a origem da sua família), é pelas encruzilhadas próprias da diáspora que vai construindo um eclético programa artístico que se afigura único no panorama internacional.

O tratamento essencialmente plástico que confere aos materiais à sua disposição – e o carácter quase expressionista da sua voz assume-se, nesse particular, tanto um ponto de partida quanto de chegada – sublinha simultaneamente as afinidades estéticas transatlânticas e o inédito ponto de sincretismo a que chegou. Música afro-cubana, jazz, morna e um conjunto de referências nascidas já de décadas de fusões rítmicas são deglutidas, distendidas e infinitamente recicladas no desenvolvimento de um extático perfil autoral para o qual, ao longo da última década, tem contribuído decisivamente o compositor e baixista Theo Pas’Cal.

O seu novo disco, Kachupada, gravado entre Lisboa e Londres, anuncia logo ao que vem, usando, no título, uma das mais generosas, convidativas e apetitosas metáforas para descodificar conteúdos musicais que combinem as mais variadas tipologias. Numa enérgica e concentrada demonstração de mais-valia criativa, memórias de presos políticos aliam-se ao emancipatório gesto do jazz, percorre-se a riqueza rítmica das ilhas, e canta-se a exaltação da vida, da juventude, da família. E, como à mesa, há sempre lugar para mais um!

“Carmen Souza sings in her native creole dialect with an intimacy, sensuality, and vivacity, characterised by a tremendous lightness of touch. Her music has a deceptive simplicity, a rare clarity, derived from a unique mix of influences from her Cape Verdean background to jazz and modern soul creating this beautifully vibrant, largely acoustic, accessible hybrid. World soul music for the 21st century” David Sylvian

5 STARS – “Extraordinarily talented vocalist…”  Latin Jazz Network, USA   

4 STARS – “Irresistible”  Télérama, FR

4 STARS – “Cape Verdean Esperanza Spalding…brave, extraordinarily original.” Songlines, UK

4 STARS – “Ella Fitzgerald du Cap-Vert..” Les Inrockuptibles, FR

A pinch of Billie Holiday, a hint of Nina Simone, Ella phrasing and Mina Agossi rebellious side…”

“a unique and original style” JAZZ MAG, FR

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PIERRE ADERNE NO CATÁLOGO DA UGURU

A UGURU orgulha-se de poder contar com mais um extraordinário compositor no seu catálogo.

Pierre Aderne é um nome com uma carreira já bem sólida no Brasil, traduzida na edição de quatro álbuns – “Casa de Praia”, “Alto Mar”, “Doces Cariocas” e “Água Doce”. Mas a sua música é igualmente conhecida além fronteiras, tendo os seus discos sido também lançados no Japão e, claro, em Portugal. No nosso país, entretanto, os laços são ainda mais fortes: escreveu e cantou um dueto com a fadista Cuca Roseta, «Fado dos Barcos» (tema da última novela da TV Globo, “Aquele Beijo”) e ainda compôs um par de temas para dois álbuns de António Zambujo (um dos quais deu mesmo título a um álbum do cantor, “Guia”).  Agora, é entre Nova Iorque e o Rio de Janeiro que o cantor estabelece as suas coordenadas criativas, servindo essas duas cidades para gravar o seu próximo trabalho que deverá levar o título de “Caboclo”.

Em abril próximo, o compositor  atuará no Olympia de Paris, na abertura do concerto de  Melody Gardot, para quem compôs e gravou um dueto. A acompanhá-lo neste espetáculo estará o grande pianista brasileiro Philippe Baden Powell (filho do notável guitarrista Baden Powell). Para além de Melody Gardot, Pierre também compôs e gravou com Madeleine Peyroux  e colaborou com grandes músicos como Kenny Wollesen, Jesse Harris, Eivind Opswik, Vinícius Cantuária, Seu Jorge, Sara Tavares ou Márcio Faraco.

Pierre Aderne nasceu em Toulouse, França, mas foi criado no Rio de Janeiro desde o primeiro ano de idade. Ultimamente tem atuado bastante em Portugal (Sagres Surf Fest, primeira parte do concerto de Ben Harper no Pavilhão Atlântico, show cases em FNACS, e o Cool Jazz Fest do ano passado, ao lado de Madeleine Peyroux), ganhando amizade com artistas portugueses e africanos. A partir dessa proximidade, Aderne resolveu radicar-se em Lisboa onde se dedicou a filmar um documentário que mostra a relação musical entre Portugal, Brasil e  África, a partir  de tertúlias musicais nas  suas casas do Rio de Janeiro e de Lisboa. Este trabalho estreou na TV Brasil e abriu o festival Rotas e Rituais no Cinema São Jorge. Em breve irá também passar na RTP divido em vários episódios.

Para além deste documentário, as tertúlias nas suas casas resultaram num disco  de duetos, “Bem me quer mar me quer”, editado no ano passado. Este álbum conta com a participação  de vários artistas portugueses e brasileiros como Jorge Palma, Sara Tavares, Mário Laginha, Daniel Jobim, JP Simões, Pedro Jóia, José Peixoto, Susana Félix, Gisela João, Júlio Resende, Mú Carvalho ou Couple Coffee, entre outros.

No início de março, Pierre Aderne esteve numa digressão conjunta com o compositor e cantor Vinícius Cantuária pelo norte de Portugal e Galiza.

“Brazilian Pierre Aderne’s way groovy bossa nova guitar licks are as smooth as a sweet mango on a parched tongue, his masculine vocals flirting around the ear only add to the sensation that you’re enjoying something extremely naughty”

Belinda Acosta – Austin Chronicle

 

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PiL AO VIVO EM LISBOA

21 de Junho, Coliseu dos Recreios | bilhetes já à venda | Bilheteira Online, lojas FNAC, lojas Worten, local do espetáculo | Preço: 28€ a 32€

Depois de um monumental 2012, com o lançamento do aclamado This is Pil, o primeiro álbum dos PiL em 20 anos, o grupo de Johnny Lydon apresenta-se agora ao vivo no dia 21 de Junho no Coliseu dos Recreios e a 22 de Junho na Casa da Música,  com um concerto que muito especial.

Para além da apresentação de novas canções como ‘Deeper Water’, ‘Out Of The Woods’, ‘One Drop’, e ‘Reggie Song’, os PiL irão também revisitar alguns clássicos da sua longa carreira: temas como ‘Rise’, ‘This Is Not A Love Song’, ‘Death Disco’, ‘Flowers Of Romance’, e ‘Warrior’ irão fazer deste concerto uma experiência única na linha do melhor da tradição dos PiL.