Lemos | “Immersive” é o novo álbum do pianista neoclássico português e já está disponível.

Lemos, apresenta o seu segundo álbum Immersive num alinhamento cuidadosamente preparado de piano solo. Com cerca de 6 milhões de streams conquistados apenas em 2022, Lemos é atualmente o pianista português neoclássico mais ouvido no Spotify. Neste álbum imprime as emoções energéticas que recebe no seu quotidiano, expressando-as através do piano.

Todas as músicas têm uma harmonia retirada de uma história pessoal. Para conseguir fazer a ponte entre as duas dimensões, o seu emocional e a harmonia gravada, escreveu cada música deste álbum de uma forma muito particular. Os seus dias, especialmente os de composição, começaram sempre com uma caminhada matinal, meditação e aromaterapia. Em seguida, depois de saber exatamente o motivo para o qual queria compor, começava a gravar. Desta forma, tentou estabelecer uma ponte dimensional e encontrando a maneira de retirar música das suas emoções e vivências.

NÃO PERCA A APRESENTAÇÃO DO ÁLBUM IMMERSIVE.
Ao vivo no dia 3 DE DEZEMBRO, às 17:00, na FNAC de Santa Catarina, no Porto.

Ezra Furman ao vivo no Porto e Lisboa

Ezra Furman é uma artista singular que começou por se revelar como líder dos Harpoons e que depois se lançou numa frutífera carreira a solo com o álbum de 2012 The Year of No Returning, coleccionando desde então efusivos aplausos da crítica especializada e os favores de um público crescente.

Um dos pontos altos da sua carreira foi, certamente, a assinatura da banda sonora da aclamada série da Netflix Sex Education, experiência que lhe valeu ainda mais reconhecimento pela sua especial visão da pop.

Explorando temas de identidade, religião – Ezra tem estudado numa universidade hebraica, nos Estados Unidos – angústia política, amor ou ansiedade, Furman construiu uma reputação de ir ao encontro dos assuntos que afligem e entusiasmam o presente. Ela tornou-se um símbolo para quem sente os efeitos da incompreensão e opressão. Por ter construído essa profunda empatia com o seu público, o Guardian descreveu Ezra como sendo responsável “pelo mais tocante concerto ao vivo que podem ver hoje em dia”.

Para a prestigiada série 33 1/3 da Bloombury Music, que se dedica a publicar livros sobre álbuns clássicos, Ezra assinou o volume dedicado ao clássico Transformer de Lou Reed. Agora, com um novo álbum prestes a ser lançado, Furman demonstrou, em singles como Point Me Toward The Real e Book Of Our Names, produzidos ambos por John Congleton (Angel Olsen, Future Islands, Sharon Van Etten), que continua a ser uma das mais relevantes vozes da cena musical do presente. Imperdível ao vivo, como já se deixou claro.

Lina é a convidada especial de Lisa Gerrard e Jules Maxwell no concerto que decorrerá no CCB

A multi-galardoada cantora Lina é a convidada especial de Lisa Gerrard e Jules Maxwell no CCB, espetáculo que decorrerá hoje, no âmbito do Misty Fest. Esta participação surge depois de ter sido convidada para um projeto colaborativo com a mesma equipa de BURN.

Por outro lado, Lina está também neste momento a preparar a gravação do seu próximo álbum a solo enquanto prossegue a digressão do seu projeto com Raül Refree. Esta tour, que já dura há dois anos, somou mais de 80 concertos em salas e festivais de vários países.

Em 2020, o trabalho “Lina_Raül Refree” foi escolhido como disco do ano pela associação de rádios europeias. Ainda com este projeto, foi vencedora da primeira edição do Prémio Carlos do Carmo e recebeu nomeação para os Music Moves Europe Talent Awards 2021. Ganhou ainda vários galardões de destaque como o prémio da critica alemã (Preis Der Deutschen Schallplattenkritik) para melhor álbum de World Music e o Prix de L’Académie Charles Cros, em França, entre outros. Foi também finalista do One Screen Short Film Festival de Nova Iorque, em 2020 com o videoclip Cuidei que Tinha Morrido.

Lisa Gerrard e Jules Maxwell editam versão deluxe de “Burn” e estreiam tour mundial em Portugal

Lisa Gerrard e Jules Maxwell, respetivamente vocalista e teclista dos Dead Can Dance, lançam hoje uma edição Deluxe alargada de BURN, o seu álbum de 2021, aclamado pela crítica. A par com esta edição são também lançados 5 novos videos. A tour mundial de apresentação deste trabalho estreou no último sábado no Auditório de Espinho – Academia e prolonga-se até dia 30 deste mês em Lisboa, Porto, Guarda, Figueira da Foz, Braga e Portalegre.

É com grande prazer que partilho esta edição expandida do álbum BURN. Jules Maxwell e eu começámos a nossa colaboração criativa com os Dead Can Dance e imediatamente nos apercebemos de que tínhamos uma ligação comum através da improvisação. Esta nova edição inclui as demos originais de Jules e coincide com os nossos primeiros concertos ao vivo do álbum BURN em Portugal no próximo mês de Novembro”.
Lisa Gerrard

Sétima Legião comemoram 40 anos de carreira em dois concertos na Culturgest

A Sétima Legião vai regressar aos palcos, 40 anos depois do arranque da sua particular história que é, justamente, uma das mais celebradas do pop rock nacional. Estes espetáculos servem também para homenagear Ricardo Camacho, produtor e teclista do grupo desaparecido em 2018.

Neste regresso, a Sétima Legião de Pedro Oliveira (voz e guitarra), Rodrigo Leão (baixo e teclas), Nuno Cruz (bateria, percussão), Gabriel Gomes (acordeão), Paulo Marinho (gaita de foles, flautas), Paulo Abelho (percussão, samplers) e Francisco Menezes (letras, coros) acolhe também João Eleutério, experimentado músico que tem corrido mundo como parte da banda de Rodrigo Leão e que agora assegurará os teclados.

Foi em 1982 que a Sétima Legião surgiu no então agitadíssimo panorama musical português, apresentando uma visão singular da música sintonizada com as experiências mais avançadas da pop alternativa da época, mas sem esquecer a identidade portuguesa. A banda deixou uma marca vincada na produção musical nacional dos anos 80 e 90. Com estes concertos de aniversário, a Sétima Legião pretende revisitar os seus mais aplaudidos clássicos e dar nova vida a temas como Sete Mares ou Por Quem Não Esqueci, sucessos de grande impacto que ainda hoje têm lugar garantido na programação de muitas rádios. De assinalar que da Sétima Legião saíram músicos que se envolveram em projetos ímpares da música portuguesa como os Madredeus, Gaiteiros de Lisboa ou Cindy Kat, prova de que aí se ensaiaram importantes ideias que geraram fértil descendência.

Misty Fest | Concerto de Low cancelado

“Amigos, obrigado pelas vossas amáveis palavras, pensamentos e presentes dirigidos recentemente à Mim. As palavras não podem descrever a luz sublime que está em cada mensagem e cada gesto. Esperávamos que ela estivesse suficientemente bem de saúde para fazer a digressão que tínhamos planeado para novembro no Reino Unido/Europa, mas é evidente que devemos ficar em casa e continuar com o tratamento e cuidados, pois ela ainda está a lutar contra o cancro nos ovários. Tem havido dias difíceis, mas o vosso amor tem-nos amparado e continuará a dar-nos ânimo durante este percurso. Os nossos corações estendem-se imediatamente a outros em situações semelhantes, mas que não têm tantas pessoas a enviar tais desejos de amor e cura. Encontrem alguém que esteja sozinho e que precise de uma conversa e dêem-lhe o vosso tempo e amor. Com lágrimas, dizemos obrigado e esperamos ver-vos em breve.
– Alan dos Low”.

É com grande tristeza que anunciamos que, por motivos de doença da baterista e vocalista do grupo, o concerto dos Low, de 31 de outubro na Casa da Música foi cancelado. Este era um espetáculo muito aguardado e iria inaugurar a edição deste ano do Misty Fest. À Mimi Parker deixamos os votos uma boa e rápida recuperação.

A data limite para pedir reembolso dos bilhetes adquiridos é o dia 21 de novembro de 2022, pelo que, se este for o seu caso, deve dirigir-se ou contactar o local de compra o mais rapidamente possível.

Violoncelista Redi Hasa ao vivo na Casa da Música

Redi Hasa, o violoncelista escolhido por Ludovico Einaudi para os seus trabalhos mais recentes estreia-se agora a solo em Portugal. O artista albanês apresenta ao vivo o seu mais recente trabalho My Nirvana, um álbum de versões das míticas canções dos Nirvana.

O nome de Redi Hasa será familiar para quem possa ler com atenção folhas de sala entregues nos melhores concertos: violoncelista de elevada craveira, tem pisado os mais importantes palcos do mundo como integrante destacado do ensemble de Ludovico Einaudi, o célebre pianista italiano que também não dispensou a sua certeira presença nos seus últimos álbuns. São dele as graves e melódicas acentuações que engrandecem discos como  Elements, Underwater e ainda Seven Days Walking.

O violoncelista educado classicamente em Tirana, na Albânia, tem um novo projeto a solo. Depois do muito aplaudido The Stolen Cello, a mais recente aventura transporta-o até à agitada Tirana dos tempos de adolescência, quando corria a guerra civil e o rock era o equivalente a um grito de liberdade. My Nirvana adapta ao seu expressivo instrumento as míticas canções do grupo de Kurt Cobain, transportando Redi Hasa até um tempo em que sonhar com o mundo em sítios secretos onde o reprimido rock se podia tocar era tudo o que podia fazer.

Mas ao lado de Ludovico Einaudi, Hasa correu mundo, tocou com outras estrelas, como Robert Plant, e percebeu o alcance que a sua refinada arte pode ter. Esses são os trunfos que agora trará a Portugal, com os temas da mais venerada banda rock das últimas décadas a servirem como matéria para nos tocar a todos no mais fundo da alma.

MISTY SESSIONS | últimas confirmações

Lemos, Francisco Sales, JP Coimbra e emmy Curl são as últimas confirmações nas Misty Sessions.

The New Life, uma atmosférica e emocional peça de piano solo lançada já em 2022 nas plataformas de streaming, caminha muito rapidamente para os 3 milhões de plays no Spotify, uma marca assombrosa que foi garantida por Lemos, pianista e produtor português que durante anos integrou projetos nas áreas do pop-rock assinando igualmente trabalhos para cinema e televisão, mas que após a pandemia sentiu um chamamento musical muito especial, tendo-se focado na composição de peças para piano. Lemos explica que a sua música expressa um tipo de vibração muito particular que se estabelece entre o Cosmos e a Terra, sendo ele uma espécie de condutor entre essas duas dimensões. Sense of Peace, o seu álbum de estreia, encabeçou tops de vendas no iTunes Portugal e ajudou-o a angariar mais de 400 mil ouvintes mensais no Spotify, marca assinalável que tanto diz do alcance da sua música e que o posiciona como o pianista português neoclássico com mais ouvintes nessa plataforma.

A 25 de novembro, Lemos planeia editar um segundo álbum, onde prossegue na sua exploração do piano num contexto neo-clássico que bem domina, já que estudou formalmente o instrumento desde os 11 anos. A sua música, profundamente emocional, vive igualmente de uma intenção criativa muito específica e de clara natureza conceptual: em 2022, Lemos desenvolveu o projeto “The Felt Library”, uma seleção de músicas neoclássicas de sua composição, e construiu o primeiro instrumento virtual de Felt Piano, totalmente gratuito para os compositores e que conta já com mais de 1.000 Downloads no Pianobook. O novo trabalho incluirá 12 peças criadas no seu Felt Piano vertical. Um novo mundo de música envolvente que terá manifestação num concerto pensado cuidadosamente.

Com Fogo na Água, o músico e compositor Francisco Sales entra numa nova fase da sua carreira. Neste terceiro álbum – com que sucede ao muito aclamado Mles Away de 2017 -, o guitarrista investiu quatro anos de trabalho e apresenta-se a explorar a sonoridade de diferentes instrumentos – não apenas as guitarras elétrica e acústica, mas também a de 12 cordas ou a icónica guitarra metálica conhecida por dobro – para erguer um muito emocional conjunto de peças que evocam ideias de força, luta e resiliência, navegando igualmente por algumas noções contrastantes já apontadas no título: o fogo e água, a terra e o ar, elementos primordiais que aqui se traduzem em música altamente evocativa e em que a identidade funda portuguesa é explorada – como acontece em “Pulsar da Terra”, por exemplo.

O músico que em Inglaterra trabalhou de perto com os Incognito de Jean Paul Maunick, agora chamou Beatriz Nunes, aclamada cantora de jazz que chegou a integrar os Madredeus, para pela primeira vez adicionar vozes a composições de sua autoria. Garante Francisco que Beatriz representa a sua própria alma. Neste trabalho que o próprio compositor descreve como sendo mais cinematográfico e em que garante ter-se reinventado como compositor, a produção foi divida com Tiago Gomes. Ao vivo, Francisco Sales vai pela primeira vez apresentar-se em trio, assumindo ele mesmo todas as guitarras enquanto Sandra Martins assegura violoncelo e voz e Edu Mundo se ocupa de baterias, percussões e ainda dá uma ajuda em guitarras e voz. Um novo trio para uma nova música que Francisco Sales agora quer partilhar com o mundo.

Vibra foi, de certa forma, uma enorme surpresa: o nome de JP Coimbra era familiar de outros “andamentos”; o criador dos Mesa foi igualmente colaborador de notáveis projetos como Três Tristes Tigres, Goldfinger ou Bandemónio de Pedro Abrunhosa, mas avançou para novos campos com a sua estreia em nome próprio. “Vibra é um álbum de música instrumental em que a experimentação sonora reina num discurso aprazível”, escreveu-se no Rimas e Batidas. JP Coimbra cruzou a eletrónica com uma visão mais próxima da neo-clássica e deixou-se inspirar por espaços emblemáticos do Porto, em que gravou, captando. de certa forma, a “vibração” mais funda da cidade: a Casa da Música, a estação de metro do Marquês, a Fundação de Serralves, o Rio da Vila, todos esses locais estão impregnados em Vibra.

Agora, o músico, produtor e compositor volta aos palcos para apresentar o álbum em que depositou toda a sua alma e experiência, um projeto que convida à imersão e que tem inspirado os mais vívidos elogios do público e da crítica.

Formação:
JP Coimbra – Piano e outros teclados/Laptop
Samuel Martins Coelho – Violino

Esta Misty Session com emmy Curl está inserida no programa “Outono na Aldeia”.

Neste arranque de 2022, depois do regresso da Dinamarca, onde a dada altura decidiu viver, depois da gravidez e de ultrapassado o tempo de isolamento, depois de regressar a Portugal, para viver no Funchal, depois de tanta coisa, emmy Curl decidiu que era tempo de olhar para o percurso artístico que iniciou em 2007 e reuniu em 15 Years um conjunto de peças que acredita que definem esse capítulo. E assim há recriações de temas dos seus dois álbuns – “Volto na Primavera” vem de Nadia (2015), “Devesas” e “Aliados” pertencem, claro, ao alinhamento de Oporto (2020) – mas também dos EPs que foi lançando: “Clarity” foi originalmente incluída em Origins (2012).

Por aqui encontra-se também uma fantástica versão de “Maio Maduro Maio”, tema que remete para um período em que viveu em Aveiro: todas as suas canções são, aliás, entradas num diário que continua a escrever. 15 Years terá edição em CD e vinil e, explica-nos a artista, “transportará consigo imagens e criações visuais da minha autoria além dos meus retratos, alguns autorretratos, em ordem cronológica desde então”. Um trabalho tão pessoal quanto revelador, portanto.

“Entretanto”, revela ainda emmy, “estou a compor um álbum, um amor declarado à minha terra – Trás-os-Montes – onde exploro os sons tradicionais e cânticos das montanhas. É um trabalho que vejo como uma contribuição à minha base de influências com todas as aprendizagens que reuni durante estes últimos 15 anos. Ser mãe também me libertou de muitos estigmas e inseguranças, inspirando-me a criar muito mais livre de julgamento, é um enorme entusiasmo e prazer poder cantar as minhas raízes com tanta sede de liberdade”, admite.

MISTY FEST | Rita Vian é a mais recente confirmação

Entre o rigor da tradição e a energia do futuro, Rita Vian vai ao Misty Fest apresentar a sua visão moderna da música portuguesa.

Rita Vian é uma das mais sólidas promessas da cena musical portuguesa contemporânea. A artista estreou-se formalmente com CAOS’A, EP que teve carimbo editorial da Arraial e que conta com produção de Branko. Mas há um percurso anterior que lhe ajudou a firmar as ideias, incluindo os Beautify Junkyards, banda de que fez parte e com que gravou dois álbuns, e algumas notáveis participações em trabalhos de Mike El Nite ou DJ Glue, sinais de uma irrequietude criativa que a levaram a acercar-se cada vez mais do universo da música urbana e eletrónica sem nunca deixar de manter um pé mais próximo da tradição, que se sente de forma clara nos contornos fadistas da sua voz e na sua entrega interpretativa.

Em 2020, quando lançou o clipe para o tema “purga” (da autoria de João Pedro Moreira), a artista proclamava a sua filiação em entrevista ao Rimas e Batidas: “Mas acho acima de tudo que há muita liberdade a ser celebrada e muita vontade de escrever diferente na música portuguesa neste momento, que é algo que me inspira bastante. Acho que há cada vez mais vontade de arriscar. Não só no que toca ao fado, mas também à vontade de cantar em português noutros géneros, que me deixa com a sensação de que há uma corrente muito positiva a ganhar força. Acho que os maiores exemplos de novos fados neste momento são o Pedro Mafama e o Conan Osiris”.

Depois de ter também colaborado com Branko em “Sereia”, a artista formou a sua visão de uma música moderna, de temperamento eletrónico, mas com alma portuguesa funda num EP que mereceu os mais rasgados elogios por parte da generalidade da imprensa nacional. No final de 2021, João Mineiro escrevia sobre a sua passagem pelo palco do Tivoli BBVA:

“Há cantoras e cantores que são notáveis intérpretes e que se agigantam recorrendo e homenageando textos poéticos de outras pessoas. Há também quem escreva magníficas canções, brilhando na generosidade com que oferecem as suas palavras à voz e à interpretação dos outros. Rita Vian abraça os dois mundos de forma simétrica e intuitiva, conjugando, delicadamente, o seu lado autoral, poético e íntimo, com uma interpretação sublime na hora do canto e no tempo do encontro com o público”.

Depois de ter passado por palcos ainda maiores, em festivais como o ID_No Limits ou Nos Primavera Sound, Rita Vian prossegue na sua tranquila, mas segura caminhada em direção ao futuro, afirmando-se como um dos nossos mais preciosos tesouros do presente.

Max Cooper ao vivo em Lisboa

O produtor e Dj irlandês vem ao Capitólio apresentar ao vivo o novo álbum Unspoken Words.

Max Cooper esculpiu um espaço único como artista audiovisual com um doutoramento científico e uma reputação internacional como líder na área da música eletrónica. O seu trabalho carrega uma ressonância emocional e uma imersão sensorial, focando frequentemente o lugar da humanidade no mundo. Funde música eletrónica e arte visual com investigação científica através de instalações, performances ao vivo, experiências audiovisuais imersivas, uma gama de meios digitais e vídeos musicais premiados.

Unspoken Words é o 6º álbum de estúdio de Cooper e o mais recente de um impressionante catálogo retrospetivo que remonta a 2007, quando fez malabarismos conjugando o estudo de Biologia Computacional com a residência de DJ num clube techno local.

Recentemente disponibilizou a banda sonora para um poderoso vídeo narrado por Greta Thunberg e pelo Papa Francisco e tocou na COP26, apelando aos líderes mundiais para considerarem o clima e o ambiente nos planos de recuperação da Covid. No ano passado, tornou-se o primeiro artista techno a tocar na Acrópole em Atenas, Grécia. Outros trabalhos incluem comissões do Barbican, France TV, AND& festival, Waltham Forest Borough Council, e colaborações com Zaha Hadid Architects, The Babraham Institute, e L-Acoustics, juntamente com reelaborações musicais de músicos clássicos contemporâneos incluindo Philip Glass, Nils Frahm, Terry Reilly e Michael Nyman e os artistas pop Hot Chip e Moby.

A sua editora, Mesh, está fortemente posicionada para explorar a intersecção da música, arte e ciência através de colaborações criativas interdisciplinares que esbatem linhas entre arte, matemática, cinema, coreografia, ciências, arquitetura, psicologia e espiritualidade.