Rui Massena ao vivo nas Caldas da Rainha

Em junho, Rui Massena apresenta-se em Piano Solo no Centro Cultural e de Congressos das Caldas da Rainha.
Neste espetáculo, Rui Massena aborda o seu reportório de forma intimista, através de uma seleção pessoal de temas dos seus quatro discos editados, abrindo também a porta à apresentação de novas canções.
“Preciso de voltar a ouvir as minhas canções ao Piano.
Já lá vão 4 discos e seis anos desde que comecei este novo caminho. Em Novembro de 2014 fiz os meus primeiros concertos a solo na Casa da Música e no CCB, ainda sem disco gravado.
Quero agora ouvir como o silêncio mudou, como se alterou a visão da minha própria música, como a minha alma mudou.
Quanto tempo tem agora cada música, cada gesto, cada reação, cada aplauso.
Senti-lo.
Percebê-lo e deixar-me ir. “,
Rui Massena

CONCERTO DE RODRIGO LEÃO NA CASA DA MÚSICA ADIADO PARA 3 DE ABRIL

A Uguru, em estreito acordo com o artista Rodrigo Leão e com a Casa da Música, vem por este meio comunicar o adiamento do concerto marcado para dia 26 de Dezembro. Este espectáculo terá, assim, lugar a 3 de Abril de 2022, também na Casa da Música.
De acordo com as regras agora anunciadas, que impõem prazoes mais apertados para os testes à Covid-19, para que um espectador pudesse ter acesso ao concerto inicialmente marcado para dia 26 teria que efectuar um teste nos dias 24 ou 25 de Dezembro, datas em que, como é público, os centros de testagem estarão encerrados. Dessa forma, e tendo como primeira preocupação o bem estar do público e a comodidade máxima face às circunstâncias, a Uguru, o artista e a própria instituição Casa da Música decidiram alterar a data do concerto. Os bilhetes já adquiridos são válidos para 3 de Abril.

NITIN SAWHNEY – Concertos da nova digressão em Lisboa e Porto

Em vésperas de assinalar 3 décadas de carreira discográfica – a sua estreia, Spirit Dance, já data de 1993 – Nitin Sawhney continua a refletir sobre o seu presente e o futuro no seu mais recente álbum, uma profunda reflexão sobre uma particular condição humana que recebeu o auto-explicativo título Immigrants. O álbum foi lançado em 2021 através da Sony Music Masterworks e conta com a colaboração de uma série de artistas que se identificam como imigrantes, que são filhos de imigrantes ou que querem apoiar a causa dos que por múltiplas razões se encontram deslocados no mundo.
Sawhney, artista indo-britânico que tem erguido uma obra cujas bandas sonoras para TV e cinema, álbuns e concertos ao vivo cruzam fronteiras culturais, continua dessa forma a reflectir sobre uma problemática que já tinha inspirado o seu aclamado álbum de 1999 Beyond Skin e para isso contou com válidas e importantes contribuições de artistas como YVA, o cantor indiano de Qawwali Dhruv Sangari, a violoncelista britânico-Jamaicana Ayanna Witter-Johnson, a cantora egipcio-britânica Natacha Atlas, o rapper canadiano Spek ou a violinista alemã Anna Phoebe, entre outros.
Sobre esta delicada matéria, Sawhney explicou: “Nos últimos anos, assistiu-se a um nível sem precedentes de confusão política e representação negativa dos imigrantes nos principais países ocidentais. Estas representações estão em total desacordo com o benefício histórico da migração para a Europa, América do Norte e Australásia. Como artista, sempre evitei, tanto quanto possível, a política. Na música, as mensagens didáticas muito raramente exercem o mesmo poder que a expressão emocional. No entanto, tenho uma forte convicção – que cada recém-nascido tem o mesmo valor, independentemente de quem seja ou de onde venha.”
É essa nobre ideia que sustenta a sua digressão internacional com Immigrants que em 2022 visitará Portugal. Um espetáculo altamente emotivo e imperdível de um dos mais fundamentais artistas da sua geração.

LUDOVICO EINAUDI – NOVO ESPETÁCULO UNDERWATER NO COLISEU DOS RECREIOS

 

Ludovico Einaudi apresenta o seu mais recente trabalho, Underwater, álbum especial já que marca o seu regresso ao registo de piano solo após duas décadas a explorar outras possibilidades musicais.

O músico e compositor atravessa uma fase particularmente importante da sua carreira, tendo recolhido justos aplausos do público e da crítica graças às bandas sonoras de sucesso para Nomadland e The Father, dois filmes de considerável impacto. O celebrado pianista italiano tem uma relação especial com o público português que acorre sempre em massa às suas apresentações. Neste projeto mais íntimo, é de esperar um concerto de emoções fundas.
O álbum reflete a sua experiência durante a pandemia:
“Surgiu naturalmente, como nunca antes aconteceu. Tive uma sensação de liberdade para me abandonar de mim mesmo e deixar a música fluir de forma diferente. Não existia um filtro entre mim e a música que surgia do piano, foi tudo muito puro.
O título Underwater é uma metáfora – é uma expressão de uma dimensão muito fluida, sem interferência do exterior.”

Bebel gilberto apresenta “Agora” ao Vivo

Bebel Gilberto está de regresso a Portugal para apresentar “Agora”, o álbum editado em 2020.
Neste espetáculo, acompanhada por mais dois músicos, Bebel promete partilhar todas as pérolas deste novo trabalho sem esquecer, obviamente, os momentos mais altos da sua brilhante carreira.
Se há um nome que rima hoje de forma perfeita com bossa nova esse é, sem dúvida, o de Bebel Gilberto. A cantora leva já 35 anos de carreira, tendo assinado o seu primeiro registo homónimo em 1986. Mas no final dos anos 90, a explosão eletrónica associada ao conceito modernista de “lounge” abriu-lhe um espaço novo que veio preencher com o hoje clássico “Tanto Tempo”, lançado em 2000.
Desde então, Bebel tem colecionado aplausos por todo o mundo, do Japão à Europa e Estados Unidos, foi distinguida com várias nomeações para os prestigiados Grammy, participou na famosa série Red Hot + Rio e colaborou com importantes artistas além de ter gravado para históricas etiquetas de jazz como a Verve.

Jethro Tull ao Vivo em portugal

Com uma discografia que se espraia por cerca de duas dezenas de álbuns originais e que recua até 1968, os Jethro Tull de Ian Anderson são uma verdadeira instituição do rock britânico, tendo ao longo da sua extensa carreira tocado vários dos estilos, do blues-rock ao jazz de fusão, cruzando mais tarde a folk, o heavy e até a música clássica para criarem a sua própria visão do que ficou conhecido como rock progressivo ou rock sinfónico, corrente de que são um dos expoentes.
O grupo que atualmente consiste do líder Ian Anderson e ainda de músicos como o baixista David Goodier, do teclista John O’Hara, do baterista Scott Hammond e do guitarrista Joe Parrish mantém-se ativo e tem até prevista a edição de um novo álbum para 2022, The Zealot Gene. Uma dezena de trabalhos ao vivo reforça também o facto dos Jethro Tull terem sido sempre uma aclamada força de palco, facto que lhes valeu vénias de muitos dos seus pares, de Bruce Dickinson dos Iron Maiden a Eddie Vedder dos Pearl Jam ou até Nick Cave.
Com vários sucessos de vendas e de crítica, como os clássicos Thick as a Brick, A Passion Play ou War Child e Songs From The Wood, os Jethro Tull forjaram uma identidade única que marcou gerações. E agora preparam-se para regressar a Portugal, 20 anos depois de uma memorável passagem pelo então Pavilhão Atlântico.

RODRIGO LEÃO CINEMA PROJECT apresenta “A Estranha Beleza da Vida”

Este espetáculo, em que Rodrigo Leão se apresenta como Rodrigo Leão Cinema Project, reune repertório dos três discos editados em 2020 e 2021 (O Método, Avis 2020 e A Estranha Beleza da Vida), assim como uma seleção de temas clássicos do compositor. É, por isso, bastante eclético, com uma grande abrangência de estilos musicais que vão do neoclássico à valsa.
Em palco, Rodrigo Leão (sintetizador e piano e coros) é acompanhado pela sua banda habitual: Ângela Silva (voz, sintetizador e metalofone), Viviena Tupikova (Voz, violino e piano), Carlos Tony Gomes (violoncelo) e João Eleutério (guitarra, baixo, sintetizador, percussão, harmónio indiano e coros). Junta-se à banda um coro interpretando, entre outras, as partes corais gravadas no álbum O Método.
São ainda de realçar as imagens projetadas em vídeo no palco da autoria de Gonçalo Santos que integram desenhos da autoria do próprio Rodrigo Leão.

Ao longo do seu percurso, Rodrigo tem composto e pensado alguns dos seus álbuns como se de filmes se tratassem, uma história que se quer contar. A partir daí, tal como num filme, trata-se de fazer o casting certo de vozes para cada personagem que assume um papel nesta narrativa. Complementado com ambientes sonoros e música, Rodrigo realiza a montagem final que dá a cada disco uma abrangência musical diversa, ditada pela história de cada “filme”. Foi este o caminho seguido em álbuns como Alma Mater, Cinema ou A Mãe, e é nessa linhagem que A Estranha Beleza da Vida se inscreve. Trabalhos em que os convidados são as personagens que integram a história, como aconteceu com Adriana Calcanhoto, Beth Gibbons, Ryuichi Sakamoto ou Neil Hannon. Em comum, mais do que um estilo musical, estes discos partilham a ideia de pensar um álbum como se fosse um filme, assumindo o cinema como estilo transversal a todos os projetos.
A Estranha Beleza da Vida começou a tomar forma no final do ano.
“Comecei a pensar neste trabalho em Outubro de 2020, o mês em que regressei a Lisboa depois de meses de confinamento no meio do campo. Senti diferença logo nos primeiros temas, algo mais positivo, mais feliz, diferente dos ambientes do disco anterior. Alguns remetiam-me para uma época algo distante da que vivemos agora. Talvez não fosse por acaso e até resultasse de uma tentativa inconsciente de esquecer o presente…”
Rodrigo sempre se mostrou interessado em explorar géneros diferentes – valsa, tango, chanson, samba, neoclássico, ambiental e indie – como se os seus discos fossem viagens registadas e atravessadas pelo seu olhar. É um disco cinemático, uma viagem por canções e ambientes diversos revistos pela modernidade do tratamento a que as submete, nascidas de momentos de inspiração feliz agarrados a quente.

DITA VON TEESE Ao Vivo no Coliseu dos Recreios

A rainha do burlesco apresenta a nova digressão GLAMONATRIX
no próximo mês de maio.
Garanta o seu lugar no espetáculo do ano!

Von Teese, traz até Portugal a sua nova digressão, Glamonatrix. Verdadeiro ícone da mais alternativa cultura visual, Von Teese ganhou popularidade através de uma série de trabalhos nos domínios da música, vídeo e teatro, afirmando uma liberdade e sensualidade muito próprias. Contando fãs como Jean Paul Gaultier, Marc Jacobs ou Sir Elton John, Dita Von Teese é, de facto, uma conceituada artista internacional.

O seu novo espetáculo inclui fabulosos guarda-roupas de designers e marcas de culto como Mister Pearl, Jenny Packham, Alexis Mabille,Catherine D’Lish, Brooke Brothers e mais. Os sapatos, um show à parte, são criações à medida de Christian Louboutin. E neste espetáculo, coberta de cristais Swarovsky, Von Teese reimagina o número clássico do “bolo surpresa”, sonhos fetish à John Willie e tudo sobre remisturas eletrónicas de música do seu álbum a cargo de nomes de topo como Sebastien Tellier, Andrew Armstrong ou Monarchy. Em palco ao seu lado estarão Dirty Martini e Zelia Rose.
“O glamour”, explica Von Teese, “é a arte de criar mistério e sedução e o novo espetáculo Glamonatrix abarca todas essas qualidades”. Com um cast inclusivo composto por homens, mulheres e pessoas de género fluído, este é um show que se afirma como body-positive e celebratório a todos os níveis.

JOE JACKSON – Concertos no Porto e Lisboa Nova digressão “SING, YOU SINNERS!”

Joe Jackson vai apresentar-se ao vivo em Portugal com concertos no Coliseu Porto Ageas e Coliseu dos Recreios, em Lisboa, nos dias 29 e 30 de abril de 2022. O veterano músico, que foi peça chave na corrente new wave, estreou-se em Portugal em 1980 com concertos no Porto e em Cascais e só voltou ao nosso país em dois momentos já deste milénio, em 2001 e 2003, pelo que este será o seu aguardado regresso, quase duas décadas após a última apresentação.

Omúsico britânico está a apresentar uma nova digressão em que reencontra os músicos que o acompanharam numa triunfal tournée em 2019, a “Four Decade Tour”, e com quem gravou igualmente o seu trabalho mais recente, o álbum Fool. Graham Maby (baixo e vozes), Teddy Kumpel (guitarra e vozes) e Doug Yowell (bateria, vozes e eletrónica). Neste novo concerto, Joe aproveitará também para fazer um pequeno e mais íntimo set de canções em absoluto solo. Passando em revista os maiores êxitos da sua celebrada carreira, mas incluindo no alinhamento também várias pérolas que há muito não são apresentadas em palco, Joe Jackson promete igualmente algumas surpresas com novo material.

“Temos lidado com dois vírus nos últimos dois anos e aquele que precisamos mesmo de vencer é o Medo. O Amor é o oposto do medo, por isso, se amam a música venham apoiar-nos nestes concertos”.
JOE JACKSON