Lina_Raül Refree: TOUR 2021/22

Disponibilidade: Todo o ano (sob consulta) - Disponibilidade para Portugal e Comunidades Portuguesas

Para contratação: antoniocunha@uguru.net | carmocruz@uguru.net
miguelfurtado@uguru.net | nunosantos@uguru.net

Lina_ Raül Refree – O PROJETO

Dois músicos incríveis que criaram uma intensa e profunda relação musical.
Numa noite de fados as vozes mostram-se autênticas: sem amplificação, sem adornos e sem filtros, apenas nervo e talento, alma e paixão.

Raül Refree entende bem o que é isso da paixão e como marca as vozes, tendo assinado a produção de Los Angeles, o álbum que colocou o fenómeno internacional Rosalía no mapa. Por isso mesmo, o músico e produtor não teve dúvidas quando ouviu Lina cantar no Clube de Fado, que é uma das mais reputadas casas desta cultura na capital, pouso certo de grandes vozes e viveiro de muitos talentos resguardados por Mário Pacheco, guitarrista que acompanhou os maiores artistas, incluindo a eterna Amália. E foi aí, à meia luz, num momento solene e autêntico, que Raül Refree se apaixonou pela voz de Lina.
A ideia de se juntarem num estúdio foi imediata e pouco depois cruzaram-se ambos numa sala especial, nos arredores da capital.
Rodeado de sintetizadores vintage, de Moogs e Arps, de Oberheims e Rolands, mas também com o piano muito perto, Raül emoldurou a voz de Lina em névoa analógica, deixando as guitarras do fado na nossa imaginação, mas retendo toda a força de uma garganta carregada de verdade.

Lina mostrou-se à altura do desafio. Estudante atenta da obra de Amália, escolheu uma série de pérolas do reportório da Diva com o intuito de as usar como base de comunicação. Como se este projecto nascesse de uma busca do assombro, da essência.

Concordaram ambos imediatamente que deveriam explorar o reportório da eterna fadista, despindo-o dos dogmas instrumentais do fado, mas retendo a sua mais funda alma.

Neste projeto os arranjos são extraordinários!
Refree, que tem uma longa carreira na pop mais desafiante e que como produtor já assinou dezenas de trabalhos, de Sílvia Perez Cruz a El Niño de Elche ou Lee Ranaldo, além da já mencionada Rosalía, é um artista de extraordinária intuição.

Lina, com voz maturada pelas noites nas casas de fado, pela sua própria devoção por Amália e por todas as grandes vozes que ouviu, sentiu e estudou, é uma artista verdadeiramente especial: soa como se tivesse nascido no meio da história, a ouvir as divas a ecoarem nas vielas da sua imaginação. Soa autêntica e comovente. E por isso conquistou Refree.

Em temas como “Barco Negro” ou “Foi Deus”, “Ave Maria Fadista”, “Medo” ou “Gaivota”, qualquer um deles um monumento maior da memória do fado, Lina mostra-se artista completa, verdadeira e de um talento capaz de nos assombrar a todos. As suas interpretações são sobretudo humanas, emocionantes, preferindo arrancar as palavras ao coração do que moldá-las com a técnica que também estudou. Essa entrega oferece uma outra luz ao fado nos arranjos que Raül Refree lhe preparou. Sem truques ou filtros, mas com arte e com uma abordagem nunca antes tentada vestindo o fado com uma inédita roupagem electrónica que ao invés do o desvirtuar só lhe reforça a condição universal.

O fado é património imaterial da humanidade, uma cultura que ajuda a identificar um país que anda nas bocas do mundo e que tem atraído muitos artistas a Lisboa. Vindos de fora, esses artistas buscam no fado um terreno ainda imaculado, um rasgo de autenticidade num universo musical tantas vezes rendido ao artifício.
Foi exactamente isso que trouxe Raul Refree a Lisboa. Essa busca do que é novo e sem tempo, do que estremece e que o mundo precisa de ouvir. Mesmo que para tanto seja necessário desafiar as regras.

É assim, afinal de contas, que se faz história.

 

Detalhes da Digressão

Lina_ Raül Refree – Tour 2021/2022 – 2 músicos em palco

 

Um espetáculo de excelência, bastante intimista, capaz de provocar sentimentos intensos ao espectador. Este concerto, que conta com encenação do premiado encenador português António Pires, tem ainda um notável desenho de iluminação da responsabilidade da Tela Negra que realça toda a emoção do espectáculo.

Lina_Raül Refree tiveram a sua estreia ao vivo em julho 2019 nos Festivais La Mar de Músicas e Sinsal, onde foram acolhidos de forma verdadeiramente entusiástica pelo público e pelos media.

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Vídeo

 

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Áudio

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Fotos

 
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Imprensa

Prémios e nomeações:
  • Vencedor do I Prémio Carlos do Carmo
  • Nomeados para os Music Moves Europe Talent Awards 2021
  • Nº1 at World Music Charts Europe, The Year 2020 – Compiled on behalf of the World Music Workshop of the European Broadcasting Union (EBU)  by Johannes Theurer/Milan Tesar
  • Vencedor do Preis Der Deutschen Schallplattenkritik Prémio da crítica alemã (Melhor álbum de World Music no primeiro trimestre 2020)
  • Vencedor do Prix de L’Académie Charles Cros – COUP DE COEUR 2020
  • Nomeados para Les victoires du Jazz 2020
  • Videoclip “Cuidei que Tinha Morrido” finalista do One Screen Short Film Festival – Nova Iorque 2020
  • #TOP10 World Music Charts Europe e Worldwide Music Charts Por 4 meses consecutivos (desde Fevereiro 2020)
  • Nº9 at 10 Best World Music Albums of 2020 by Popmatters
  • Nº12 at 50 best portuguese albums 2020 by Blitz
  • Nº45 at International TOP albums 2020 by Rockdelux
Citações de imprensa

“Raül Refree […] rethinks fado with the Portuguese vocalist Lina. Out go the guitars, in come brooding synths and keyboards. It’s an effective intrusion. The contrast between the red-blooded emotion of Lina’s voice and the cool electronic tones on, say, Destino, is hugely effective … Lana Del Rey meets Lisbon…” ****  

The Times (UK) 

«Here’s something satisfyingly audacious about Lina_Raül Refree, the debut album from Portuguese singer Lina and Raül Refree (…) The production throughout is minimal to the point of austerity, creating an intimacy that feels like standing with the duo in a darkened room. (…)The singer possesses a voice of fiercely intimate power and texture, capable within one brief musical phrase of tempting a bird to the windowsill and blowing the opera doors clean off (…) Intimate, heartfelt, and solemnly inviting, it’s also a wonderful record» (7,7) 

Ben CardewPitchfork (UK) 

 

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