Gustavo Santaollala Estreia Tourné Mundial em Portugal

O compositor Gustavo Santaolalla, vencedor de dois Óscares, celebra no Porto um quarto de século do emblemático álbum “Ronroco”

O multi-instrumentalista e compositor argentino atua a 26 de setembro na Casa da Música, no Porto. O concerto, único em Portugal, integra a digressão dos 25 anos de “Ronroco”, álbum icónico de Santaolalla que lhe abriu as portas ao cinema e a Hollywood, revelando ao mundo um talento inigualável para a composição e produção musical.

Com uma vasta carreira que se estende das composições cinematográficas e para videojogos às produções musicais, Gustavo Santaolalla deixou já uma marca indelével e um legado que, em muito, se deve à forma (e arte) como capta momentos e consegue evocar sentimentos profundos com forte ressonância no seu público.

Conseguiu a proeza de conquistar dois Óscares consecutivos para Melhor Banda Sonora nos filmes “O Segredo de Brokeback Mountain” de Ang Lee (2005) e “Babel” de Alejandro González Iñárritu (2006), além de inúmeras outras distinções de referência – ganhou 2 Grammys19 Grammys Latinos2 Baftas e 1 Globo de Ouro. Santaolalla continua a sua jornada artística com portentosa criatividade e inigualável talento para a composição musical que, ao mesmo tempo, nos abraça e acolhe.

No âmbito da digressão dos 25 anos de “Ronroco” – com início na Casa da Música no Porto, a 26 de setembro – o público terá a oportunidade de testemunhar a magnífica musicalidade de Santaolalla. O músico e produtor dará assim vida a um trabalho discográfico que também é fundamental na própria narrativa cinematográfica mundial. Esta tour irá ainda incluir composições emblemáticas do argentino, os temas que figuram nos videojogos “The Last of Us” e respetiva série (HBO), e clássicos de bandas sonoras como “The Book of Life”, “Freak Power: The Ballot of the Bomb”, entre outras.

Ao vivo, Gustavo Santaolalla será secundado pela sua nova banda composta por músicos multi-instrumentistas.

Estreia de Joris Delacroix em Portugal, em formato DJ Set

Estreia de Joris Delacroix em Portugal, em formato DJ Set

Rogue Fire é Opening Act e Luna Semara Closing Act

1 JUNHO – Higher Ground, Lisboa

 

O som de Joris Delacroix ficou, desde logo, definido na paisagem sonora singular do seu álbum de estreia “Room With View” (2011). Desde então passou a ser presença assídua em alguns dos mais consagrados clubes e festivais como o Peacock Society, Rex Club ou o Paleo Festival. Seguiram-se várias digressões internacionais, o lançamento do segundo álbum editado pela Universal, “Night Visions” (2018) e a edição de vários EPs. Com estes trabalhos conquistou o reconhecimento e consolidou definitivamente o seu lugar no topo da cena techno melódica francesa, ao lado de artistas como Worakls, NTO e Joachim Pastor.

Inspirado por nomes como Daft Punk, Paul Kalkbrenner, Stefan Bodzin, Claude VonStroke, Stuart Price, David August, Maceo Plex, Rone, Rodriguez Jr, para citar alguns, será justo afirmar que Joris Delacroixconseguiu já cimentar o seu próprio cunho e identidade, arrecadando, até à data, mais de 75 milhões de reproduções em plataformas de streaming.

No DJ Set que preparou para a sua estreia em Portugal, o produtor e DJ não deixará de revisitar as faixas que têm marcado o seu percurso musical, mas irá igualmente mostrar, em primeira mão, as mais recentes “Turpentine”, “Fall In” (com colaboração de Silly Boy Blue) ou “Do it Again” (com Malou). Será uma verdadeira viagem por vastas paisagens sonoras enquanto Delacroix envolve a pista nas linhas de baixo e sintetizadores retumbantes, equilibrados por notas melódicas que vibram e contrastam com a electrónica envolvente, quente e rica, potenciadora dos seus próprios padrões rítmicos.

Na pista, Delacroix receberá o testemunho de Rogue Fire, responsável pelo “Opening” desta noite em Lisboa. Produtor e DJ experiente, o seu estilo incorpora música profunda, melódica e poderosa. Rogue Fire cria sets híbridos emocionais com forte presença do saxofone e, depois de um EP de estreia com grande destaque (Discovery, 2022), seguido por “Getaway” em 2023, antecipa o lançamento de novas faixas em 2024 com uma mistura perfeita entre melodias e ritmos cativantes. Já marcou presença no reconhecido Burning Man, e dividiu palcos com artistas de destaque na Europa, EUA, África do Sul e Austrália.

A noite encerra com Luna Semara, DJ/produtora, artista musical e A&R que, na sua música, canaliza um profundo amor pela síntese. A comunhão de ritmo e dança são uma corrente poderosa comum a todas as suas faixas que se desenrolam numa construção lenta e deliberada.

Misty Fest regressa de 2 a 30 de novembro | LINA_, Salvador Sobral e Christian Löffler são os primeiros nomes confirmados do cartaz desta edição

A 15.ª edição do Misty Fest tem lugar de 2 a 30 de novembro, mantendo a diversidade e abrangência musical e geográfica que o definem como um dos eventos de referência no panorama nacional de festivais de outono. Lisboa e Porto continuam a ser as cidades base, mas o Misty Fest, este ano, volta a desdobrar a sua programação por salas de norte a sul do país.

Uma das primeiras confirmações desta edição é a multipremiada fadista Lina_, que repete presença no evento depois de, em 2022, ter apresentado, em estreia absoluta, o álbum conjunto com o músico e compositor espanhol, Raül Refree.
A artista tem já as primeiras datas conhecidas no Misty Fest deste ano – a 27 de novembro atua no São Luiz Teatro Municipal, em Lisboa, e a 30 de novembro apresenta-se na Casa da Música, no Porto, com o aclamado, “Fado Camões”. Este novo e extraordinário trabalho editado mundialmente pela alemã Galileo Music em janeiro de 2024, conta com a chancela de Manifesto de Interesse Cultural, e tem sido aclamado pela crítica nacional e internacional: atingiu o número #1 do prestigiado top europeu de World Music – World Music Charts Europe; o número #1 no Transglobal World Music Charts Worldwide; e ainda integrou o “top of the world tracks” da revista britânica Songlines Magazine.
Nestes concertos, Lina_ irá apresentar, ao vivo, a poesia de um dos mais notáveis poetas portugueses, Luís Vaz de Camões, adaptada ao fado tradicional. De ressalvar que “Fado Camões” foi produzido pelo britânico Justin Adams (Robert Plant – Led Zeppelin, Tinariwen, Souad Massi), com arranjos de John Baggott (Massive Attack e Portishead).
Salvador Sobral é mais um nome confirmado nos palcos do Misty Fest.
Atua no Porto, na Casa da Música, a 26 de novembro, no dia seguinte, 27 de novembro, ruma ao sul para um espetáculo em Lisboa no Centro Cultural de Belém, e a 29 de novembro sobe ao palco do Theatro Circo, em Braga.
TIMBRE” é o mais recente álbum de estúdio de Salvador Sobral, editado no final de Setembro de 2023. O regresso às edições discográficas aconteceu depois do lançamento de vários temas, ao longo dos últimos meses, que fazem parte do alinhamento deste espetáculo: “al llegar” (feat. Jorge Drexler), “pedra quente” e, mais recentemente, “de la mano de tu voz” (feat. Silvana Estrada). Este trabalho é composto por 11 originais, 10 criados em parceria com Leo Aldrey, responsável também pela produção.
Nos palcos do Misty Fest 2024 está assegurada a presença do produtor alemão Christian Löffler, primeira confirmação internacional da 15ª edição do evento. Os concertos estão agendados para os dias 8 de novembro, no Capitólio em Lisboa, e 9 de novembro na Casa da Música, no Porto sendo que os bilhetes para estes concertos estão disponíveis a partir desta sexta feira, dia 5 de abril. Este é um regresso há muito esperado depois de, há dois anos, o músico ter dado um concerto imersivo, a solo, em Lisboa no qual percorreu os melhores momentos da sua carreira.
O que nos torna humanos senão os nossos sentimentos?
Esta filosofia tem estado na base de grande parte do trabalho de Christian Löffler.
Intuitivo e direto, o processo criativo de Löffler sempre foi uma tentativa de capturar algo de seu mundo interior. Algo profundo e único. Neste contexto, no seu novo álbum, “A Life” o produtor alemão faz o seu mais firme apelo à nossa humanidade.
À medida que entramos numa nova era de primazia tecnológica, desta vez através do domínio da inteligência artificial, Christian Löffler oferece-nos um caminho alternativo para a expressão artística. O resultado é uma viagem que nos lembra que a música não é um produto, mas sim uma criação nascida da mão e da alma de alguém. E essa será a experiência a viver no Misty Fest em 2024.

LEMOS | PIANo para meditação ao vivo no São Luiz

O piano não é apenas um dos mais completos instrumentos que existem, é igualmente um dos mais universais, um instrumento que é transversal a culturas e a géneros musicais porque comunica de forma muito eficaz e porque de facto é capaz de transportar a imaginação de quem o escuta para outros planos.

Piano para Meditação usa o piano dessa forma plena, como um instrumento capaz de projetar paisagens sonoras únicas. Lemos explica que a sua música expressa um tipo de vibração muito particular que se estabelece entre o Cosmos e a Terra, sendo ele uma espécie de condutor entre essas duas dimensões. Neste espetáculo, o pianista executa música que ele mesmo compôs com o propósito de induzir nos seus ouvintes estados meditativos, música capaz de mergulhar a audiência num plano paralelo de harmonia profunda.

Para lá destas peças pensadas cuidadosamente para meditação, neste recital o pianista revisita igualmente outras peças importantes do seu já considerável reportório.  Sense of Peace, o seu álbum de estreia, encabeçou tops de vendas no iTunes Portugal e ajudou a angariar mais de 400 mil ouvintes mensais no Spotify, marca assinalável que tanto diz do alcance da sua música e que o posiciona como o pianista português neoclássico com mais ouvintes nessa plataforma

“NÔVE KRETXÉU” é o Focus Track do novo álbum “GENTE”

O TERCEIRO TEMA É UMA CANÇÃO QUE RESULTA DA COLABORAÇÃO DA CANTORA COM LUÍS FIRMINO E HENRIQUE SILVA (ACÁCIA MAIOR). “NÔVE KRETXÊU” SUCEDE A “SINGA” E AO SINGLE DE ESTREIA, “SOL DI NHA VIDA”, TEMAS QUE FIGURAM NESTE NOVO ÁLBUM DA CANTORA CABO-VERDIANA, COM LANÇAMENTO A15 DE MARÇO.

A voz de Nancy Vieira já se fez ouvir em praticamente todos os continentes e em cada recanto do mundo em que tal aconteceu uma coisa sucedeu invariavelmente: as pessoas quedam-se em reverente silêncio de cada vez que a sua voz límpida e directa nos fala das histórias, dos sonhos e anseios, das dores e alegrias das gentes das ilhas de Cabo Verde. É que na voz de Nancy cabem um país e o mundo que a diáspora foi abrindo.

GENTE, o seu novo álbum, sucede a Manhã Florida, trabalho que já data de 2018, e traduz uma assinalável ambição artística. Desde logo porque se trata de uma obra concebida com vagar, pensada, discutida e meticulosamente planeada. E o título, na verdade, já revela tudo o que importa saber: trata-se de um trabalho de encontros, de histórias, de ideias, de balanços, mas, sobretudo, de pessoas, como teve ocasião de explicar numa muito concorrida apresentação no B.Leza, em Lisboa.

Com produção repartida entre Amélia Muge, António José Martins e a própria Nancy Vieira, GENTE foi gravado em Lisboa entre o histórico estúdio Namouche e o Cervantes Estúdio de Jorge Cervantes, músico peruano que toca no álbum além de assegurar alguns dos arranjos. Esse mundo que Nancy Vieira tão bem conhece por já lhe ter percorrido os palcos entra também neste álbum: Lisboa, cidade em que Nancy estudou e há muito reside, marca farta presença – é afinal de contas a base de trabalho da equipa de produtores e de vários dos músicos, como o percussionista Iuri Oliveira, sofisticada força motriz de tanta grande música que tem sido lançada nos últimos anos entre nós; Mário Lúcio, Vaiss Dias ou Zé Paris são tesouros vivos da música de Cabo Verde que aqui tocam instrumentos de cordas, incluindo o baixo; do País Basco chega Olmo Marin, que também é mestre em cordofones; do Brasil são o acordeonista Luciano Maia e Gustavo Nunes; e da Ucrânia veio o violinista Denys Stetsenko. Um mundo de muita GENTE, de facto.

A música que se escuta em GENTE tem também autorias vincadas: o conceituado Mário Lúcio assina quatro temas, mas há canções nascidas das penas de Remna, de Luís Firmino dos Acácia Maior, do grande e histórico B.Leza, de Ano Nobo, José M. Neves e Kaku Alves, de Adalberto S. Betú. Alexandre Lenos com Fred Martins, Luís Lima e Vaiss, Teófilo Chantre e, claro, de Amélia Muge. Ou seja, temas que vêm da funda tradição e da memória feita em Cabo Verde, mas que também surgem de cabeças de gentes de outras gerações e países e que são firmadas por uma nova geração que projecta já no futuro a alma destas ilhas.

Os arranjos, carregados de subtilezas, ricos de balanços e harmonias, traduzem visões de Jorge Cervantes, dos Acácia Maior de Luís Firmino e Henrique Silva, nomes fundamentais da nova geração de Cabo Verde, dos lisboetas Fogo Fogo que têm erguido bem alto a bandeira do novo funaná ou do experiente Mário Lúcio. E há também outros convidados que espelham essa multiplicidade de experiências e de cruzamentos na vida de Nancy: António Zambujo que junta a sua voz à de Nancy no belíssimo “Fado Criolo”, tema em que também se escutam a cadência falada de Chullage e a guitarra acústica de Fred Martins, ou Miroca Paris que pinta com percussões “Dia Funçon”.

São muitas as gentes deste GENTE, um álbum que evita o caminho fácil dos toques de “modernidade” dados por via tecnológica e que prefere no seu aparente tradicionalismo formal promover a magia particular que só acontece quando pessoas de diferentes caminhos da vida se encontram num mesmo espaço para partilharem, tocarem e cantarem as suas diferentes histórias. Há tanto Cabo Verde neste disco, ou não tivesse Nancy tantas vezes sido apontada como herdeira de Cesária Évora, uma das suas mais fortes musas. Neste álbum encontra-se também aquele mundo que só existe nas ruas de Lisboa e onde se escutam as nuances do Brasil, ecos de tantas outras Áfricas e de muitas Europas e Américas. Há morna e samba, fado, sofisticação com tons de jazz e aventura de espírito pop. Há GENTE. Há vida. Este é um álbum feito agora a pensar no amanhã. Ontem só importa porque foi o que nos trouxe a todos aqui. A este disco e a esta música.

LINA_ Novo álbum Fado Camões no 1º lugar do Top Europeu de Worldmusic

Fado Camões, o novo álbum de LINA_, teve uma semana assinalável, entrou para 1º Lugar no World Music Charts Europe e para 2º lugar no Transglobal World Music Chart. Este disco que aborda a lírica de Luis Vaz de Camões, viu também a sua inclusão no Top Of The World da prestigiada Songlines. Na mesma semana, em que LINA_ é anunciada nos cartazes do Festival MED, no Festival Literário Dizer Poesia e no MUD Festival Músiques Disperses.

O álbum de LINA_ interpretando Camões, editado em janeiro pela editora alemã Galileo Music, está no 1.º lugar do top europeu da world music e no segundo lugar do Transglobal Music Charts mundial!

Depois do seu disco anterior LINA_Raül Refree ter estado 6 meses nos lugares cimeiros desse TOP e de ter sido votado pelas Radios Europeias como disco do ano de 2020, celebre-se este seu novo trabalho e o facto de se debruçar na obra de um dos maiores poetas renascentistas, que só voltou a ser abordado meticulosamente, depois das inolvidáveis gravações de Amália Rodrigues – outra voz que encantou os europeus – da lírica do épico.

LINA_ abordou o grande poeta nacional naquela que é a sua melodia por excelência, o fado, com um refrescamento contemporâneo, como o próprio fado implica, trazendo amores, paixões e reflexões, vividas há mais de 500 anos e que se mostram tão atuais neste álbum “ Fado Camões”.

Coragem e ousadia de LINA_ que são agora reconhecidas mundialmente com este distinto 1.º lugar à arte de Lina, ao fado e à língua portuguesa.

Oiça-se “O que Temo e o que Desejo”, no Fado Triplicado, de José Marques, “Que Ninguém Me Veja Ver-vos”, no Fado Perseguição, de Carlos da Maia, ou “Pois Meus Olhos Não Cansam de Chorar”, no Fado Esmeraldinha, de Júlio Proença, “In Labirinto”, no Fado Bailado, de Alfredo Marceneiro, “Amor é um fogo que arde sem se ver” no Fado Versículo, também de Marceneiro, ou o “Senhora Minha”, musicado por Amélia Muge.

Descubra-se Camões no ano em que se celebram os 500 anos do seu nascimento, ouvindo a LINA_.

“SINGA” é o novo single de NANCY VIEIRA

O SEGUNDO TEMA É UMA CANÇÃO EM CRIOULO DA GUINÉ BISSAU E O RESULTADO DA COLABORAÇÃO DA CANTORA COM REMNA. “SINGA” SUCEDE AO SINGLE DE ESTREIA, “SOL DI NHA VIDA”, TEMAS QUE FIGURAM NO NOVO ÁLBUM (“GENTE”) DA CANTORA CABO-VERDIANA, COM EDIÇÃO MARCADA PARA 15 DE MARÇO.

ESPETÁCULO DE ESTREIA AO VIVO DO ÁLBUM “GENTE”

8 de março | 20h00 | São Luiz Teatro Municipal, Lisboa

“Singa” é a nova música que Nancy Vieira dá a conhecer e que figura no seu novo disco, “GENTE”. Depois do híbrido de funaná e samba intitulado “Sol Di Nha Vida” com assinatura de Mário Lúcio, este segundo single resgata um ensejo da cantora cabo-verdiana e revela-nos uma lamentação doce embalada por uma melodia que é hoje e de agora, mas bem que poderia vir de longe, tão clássica que é a sua forma.

Neste novo andamento, Nancy Vieira chama até si um ilustre filho da Guiné Bissau, Remna, que empresta o seu distinto crioulo ao de Nancy com elegância, empatia e conexão muito próprias. Segreda-nos a cantora que, como cabo-verdiana nascida na Guiné, sempre pensou gravar uma canção em crioulo da Guiné. Assim nasceu “Singa” – “Um presente generoso do Remna”, revela. Remna é uma referência na cena musical guineense (filho do lendário compositor e poeta José Carlos Schwarz), mas não é o único a emprestar a sua arte a este hino que junta almas e corações e que dá voz às saudades, que só as diásporas conseguem decifrar. “Singa” tem arranjos de Jorge Cervantes, que assegura a totalidade da instrumentação nesta peça, incluindo o baixo que, como os restantes instrumentos de corda, acaba sempre por remeter para África.

Os dois singles – “Sol Di Nha Vida” e “Singa” – testemunham o lugar singular que Nancy Vieira ocupa atualmente no panorama musical, uma artista com pés bem firmes na tradição, mas igualmente atenta aos diferentes balanços com que as novas gerações vão marcando no caminho para as novas sonoridades cabo-verdianas.

 

“GENTE”, o sucessor do aclamado “Manhã Florida” (2018), é uma coprodução de Amélia Muge, José Martins e da própria Nancy Vieira, e foi gravado em Lisboa entre o histórico estúdio Namouche e o Cervantes Estúdio. É editado a 15 de março pela Galileo Music e conta com as participações especiais do coletivo Acácia Maior, Amélia Muge, António Zambujo, Fogo Fogo, Fred Martins, Mário Lúcio, Miroca Paris, Paulo Flores e Remna.

 

Uma semana antes do lançamento oficial do seu novo álbum, Nancy Vieira apresenta-o ao vivo, em estreia absoluta, no São Luiz Teatro Municipal no dia 8 de março, com a presença de convidados especiais como Acácia Maior, Amélia Muge, Fogo Fogo, Mário Lúcio, Martín Sued, Paulo Flores e Remna.

Taxi ao Vivo no Porto! Nova Data

A Uguru, em estreito acordo com os TAXI e com a Casa da Música, vem por este meio comunicar o adiamento do concerto marcado para dia 13 de Março. Este espectáculo terá, assim, lugar a 30 de Abril de 2024, também na Casa da Música.

“Infelizmente, por motivos de força maior, alheios à nossa vontade bem como à da Uguru e da Casa da Música, teremos que adiar o nosso espetáculo para o próximo dia 30 de Abril 2024. Pedimos desculpa por qualquer incómodo, e reforçamos o desejo deste reencontro com o público do Porto. Vemo-nos lá no dia 30 de abril?” – João Grande, TAXI.

Os bilhetes já adquiridos, são válidos para a nova data. Para devolução, os portadores de bilhete deverão entrar em contato com o local onde foi efectuada a compra.

Os TAXI regressam às suas origens com uma apresentação ao vivo no Porto! Na Casa da Música vão ouvir-se temas tão icónicos como Chiclet, Cairo, Fio da Navalha, Rosete e muitos outros, numa enérgica comemoração dos 40 anos de carreira.

NANCY VIEIRA Apresenta “Sol Di Nha Vida”

Single de estreia da “GENTE”, o novo álbum da cantora cabo-verdiana, com edição marcada para 15 de março

ESPETÁCULO DE ESTREIA AO VIVO DO ÁLBUM “GENTE”

8 de março | 20h00 | São Luiz Teatro Municipal, Lisboa

Inspirado no híbrido de funaná e samba que Kaka Barbosa impulsionou e apelidou de “funamba”, “Sol Di Nha Vida” tem assinatura de Mário Lúcio, artista e compositor que explora como poucos esse encontro atlântico de balanços e cadências.

“Sol Di Nha Vida” é uma ode ao amor, “a força maior que une duas pessoas, dois corpos, no melhor dos mundos, aquele que recebe o calor do sol que, como diz o adágio, quando nasce é mesmo para toda a gente”.

Sobre a letra e a composição de Mário Lúcio, Nancy Vieira enfatiza –“é um privilégio trabalhar com um dos compositores que mais me inspira e um dos maiores autores/compositores cabo-verdianos do nosso tempo”.

Este primeiro avanço do novo álbum de originais “GENTE”, testemunha o lugar singular que Nancy Vieira ocupa atualmente no panorama musical, uma artista com pés bem firmes na tradição, mas igualmente atenta aos diferentes balanços com que as novas gerações vão marcando no caminho para as novas sonoridades cabo-verdianas.

“GENTE”, o sucessor do aclamado “Manhã Florida” (2018) é uma coprodução de Amélia Muge, José Martins e da própria Nancy Vieira, e foi gravado em Lisboa entre o histórico estúdio Namouche e o Cervantes Estúdio. É editado a 15 de março pela Galileo Music.

Uma semana antes do lançamento oficial do seu novo álbum, Nancy Vieira apresenta-o ao vivo, em estreia absoluta, no São Luiz Teatro Municipal no dia 8 de março.

SÉTIMA LEGIÃO Data extra para o Capitólio, em Lisboa

Já não há mais bilhetes disponíveis para o concerto de Sétima Legião agendado para o próximo dia 22 de março, no Capitólio em Lisboa. No entanto, temos boas novidades para os muitos fãs que não conseguiram comprar entradas a tempo: o espetáculo repete no dia seguinte, no mesmo local e os bilhetes já estão à venda 

Neste regresso, a Sétima Legião de Pedro Oliveira (voz e guitarra), Rodrigo Leão (baixo e teclas), Nuno Cruz (bateria, percussão), Gabriel Gomes (acordeão), Paulo Tato Marinho (gaita de foles, flautas), Paulo Abelho (percussão, samplers) e Francisco Menezes (letras, coros) acolhe também João Eleutério, experimentado músico que tem corrido mundo como parte da banda de Rodrigo Leão e que agora assegurará os teclados.

Foi em 1982 que a Sétima Legião surgiu no então agitadíssimo panorama musical português, apresentando uma visão singular da música sintonizada com as experiências mais avançadas da pop alternativa da época, mas sem esquecer a identidade portuguesa. A banda deixou uma marca vincada na produção musical nacional dos anos 80 e 90. Com estes concertos de aniversário, a Sétima Legião pretende revisitar os seus mais aplaudidos clássicos e dar nova vida a temas como Sete Mares ou Por Quem Não Esqueci, sucessos de grande impacto que ainda hoje têm lugar garantido na programação de muitas rádios. De assinalar que da Sétima Legião saíram músicos que se envolveram em projetos ímpares da música portuguesa como os Madredeus, Gaiteiros de Lisboa ou Cindy Kat, prova de que aí se ensaiaram importantes ideias que geraram fértil descendência.