JOE JACKSON FINALMENTE EM PORTUGAL – 17 de outubro, Porto | Casa da Música, 18 de outubro, Lisboa | Aula Magna

JOE JACKSON

FINALMENTE EM PORTUGAL

PARA APRESENTAR AO VIVO 
O NOVO ÁLBUM, HOPE AND FURY, NO PORTO E EM LISBOA
Um dos mais prolíficos e camaleónicos artistas a emergir da New Wave britânica regressa finalmente a Portugal, e com novo álbum na bagagem! Joe Jackson vem apresentar Hope and Fury, que será lançado em abril de 2026, em dois concertos imperdíveis no Porto (Casa da Música, 17 de outubro) e em Lisboa (Aula Magna, 18 de outubro).

Conhecido pela sua personalidade musical inquieta — tão propensa a criar o seu próprio mainstream, feito de canções pop sofisticadas com ritmos e combinações de instrumentos variados, como a afastar-se dele, tal como mostrou no seu mais recente “desvio” de 2023 (Mr. Joe Jackson presents Max Champion in ‘What A Racket!’), onde encarnou de forma hilariante um artista esquecido do Music Hall eduardiano — Jackson não dá sinais de abrandar. Afinal, como disse numa entrevista à revista britânica Chap: “Sempre soube que estava nisto da música para a vida.”

Hope and Fury vê-o regressar ao presente e ao universo musical que melhor o caracteriza. As nove sólidas canções que o compõem poderão remeter os fãs para trabalhos tão reconhecíveis como Fool (2019), Laughter and Lust (1991) e o incontornável Night and Day (1982). Tal como esses álbuns, Hope and Fury transborda de melodias inspiradas, letras inteligentes e ritmos irresistíveis. O título — referência irónica à canção patriótica Land of Hope and Glory — indicia um Joe Jackson mais inglês e reflexivo do que o habitual, manifestando uma relação de amor/ódio com a sua terra natal. Mas este é um disco cheio de contrastes, predominantemente animado e com o humor característico de JJ bem presente.

Entre a ironia e a emoção, Hope and Fury confirma a vitalidade e a consistência de um artista que continua a reinventar-se sem perder identidade. Dividido entre Nova Iorque e Portsmouth, Jackson descreve-se como “bicoastal” — tanto geográfica como musicalmente — e o novo álbum traduz precisamente essa versatilidade: uma fusão de ritmos latinos, jazz, funk e rock ao serviço de uma escrita sempre inconfundível.

Em palco, Joe Jackson promete revisitar momentos marcantes da sua carreira, mas também apresentar as novas canções com a energia e a mestria de quem continua, mais de quatro décadas depois, a desafiar rótulos e expectativas.

RIVAL CONSOLES APRESENTA O NOVO ÁLBUM AO VIVO EM PORTUGAL – 1 de maio, Porto | 2 de maio, Lisboa

RIVAL CONSOLES EM PORTUGAL
COM UM IMERSIVO ESPETÁCULO AUDIOVISUAL
NO PORTO E EM LISBOA


Um dos nomes mais sonantes da eletrónica britânica apresenta ao vivo o mais recente álbum, Landscape from Memory, num formato que assinala o novo capítulo da sua contínua busca por refinamento e evolução.

Em julho de 2025, Rival Consoles lançou Landscape from Memory, pela editora Erased Tapes e apresenta-o agora num espetáculo inédito e imersivo, que combina som e imagem numa experiência audiovisual única.

O concerto abrange material de toda a sua carreira — dos trabalhos mais ambientais à sua interpretação singular do techno — construindo uma narrativa contínua de ideias, muitas das quais serão ouvidas ao vivo pela primeira vez. Os visuais são co-criados e apresentados em tempo real por Sky Ainsbury.

A A/V Tour, digressão onde se insere este espetáculo disruptivo, passa pela Casa da Música, no Porto, dia 1 de maio e pelo LAV, em Lisboa, no dia 2 de maio.Conhecido pela forma como faz os sintetizadores soar humanos e emotivos, Rival Consoles (alter-ego de Ryan Lee West) construiu, ao longo de quase duas décadas, uma discografia aclamada pela crítica — com trabalhos como Persona (2018), Articulation (2020) e Now Is (2022) — que consolidou o seu estatuto como um dos criadores mais inventivos da música eletrónica contemporânea. A sua sonoridade ambiental e expansiva foi classificada pela Pitchfork como “impossível de ignorar e difícil de esquecer”.

Para o público português, esta será a oportunidade de mergulhar como nunca na intensidade e no detalhe do universo sonoro de Rival Consoles, num espetáculo profundamente sensorial, que promete ser tão de emotivo quanto transcendente.

NILS HOFFMANN AO VIVO EM LISBOA – 20 de março, Lisboa, Casa Capitão

NILS HOFFMANN
AO VIVO EM LISBOA

O produtor berlinense apresenta
o novo álbum, Everlight, na Casa Capitão

Depois de uma passagem pelo Misty Fest, em 2024, onde conquistou o público português com a sua sonoridade emotiva e envolvente, Nils Hoffmann regressa a Portugal para apresentar o novo disco, Everlight, num concerto único na Casa Capitão, dia 20 de março de 2026.

Lançado pela recém-criada editora Everlight, o disco homónimo cimenta a maturidade artística do produtor berlinense e marca um passo decisivo na sua carreira ascendente. O álbum está repleto de momentos radiantes e feitos à medida dos grandes festivais, mas o seu coração reside nas subtilezas. Hoffmann domina com mestria o equilíbrio entre o instinto de pista de dança e a sensibilidade de compositor — um talento ancorado na sua formação clássica e refinado por anos a moldar a energia dos clubes e festivais por onde passou. O resultado é o seu trabalho mais coeso até à data, que soa tão natural num set ao nascer do sol quanto numa viagem noturna de carro.
Profundamente influenciado pela tradição eletrónica alemã, Nils Hoffmann cresceu a ouvir nomes como Paul Kalkbrenner e Trentemøller, referências que lapidaram o seu estilo característico: uma combinação de house progressiva e melódica, rica em texturas e atmosferas cinematográficas. Ao longo da sua carreira, tem passado por alguns dos principais festivais internacionais, como o Tomorrowland e o Echelon Festival, e partilhado o palco com artistas de renome como Ben Böhmer, Gorgon City, Franky Wah, Stephan Bodzin e Tiga.

Com mais de 250 milhões de streams acumulados em todas as plataformas, o artista afirma-se como uma das figuras centrais da nova geração da música eletrónica europeia.

Agora, é a vez do público lisboeta se reencontrar com uma das forças mais luminosas da house melódica, no momento em que brilha mais intensamente.

JETHRO TULL DE VOLTA A PORTUGAL

APÓS SUCESSO ESTRONDOSO EM GUIMARÃES, A BANDA ANUNCIA REGRESSO A LISBOA E AO COLISEU DOS RECREIOS

 Conhecidos pela sua capacidade de fundir intelecto, emoção e virtuosismo musical — razão pela qual foram apelidados de “banda que ensinou o rock a pensar” — os Jethro Tull regressam a Portugal para um concerto único no Coliseu dos Recreios, no dia 13 de março de 2026, às 21h00.

A noite promete uma viagem pela história de uma das mais criativas instituições do rock britânico, que volta a cruzar-se com o público português para celebrar quase 60 anos de invenção sonora e liberdade artística. Sob a liderança do incontornável Ian Anderson, a banda apresenta-se com um espetáculo que percorre todo o seu espólio — dos primeiros tempos moldados pelo blues aos mais recentes capítulos da sua longa carreira.

Este concerto surge integrado na digressão de apresentação de Curious Ruminant, o mais recente álbum de estúdio dos Jethro Tull, lançado em Março deste ano. Este é o terceiro disco editado pela banda desde 2022, demonstrando toda a vitalidade criativa de uma carreira que desafia qualquer limitação imposta pelo tempo e pelas tendências momentâneas.Desde 1968, os Jethro Tull têm desafiado classificações. O seu percurso começou ancorado no blues, mas rapidamente expandiu horizontes ao integrar elementos de folk, música clássica e jazz, criando um estilo único que viria a definir o rock progressivo. Álbuns como Aqualung, Thick As A Brick, A Passion Play ou Songs From The Wood consolidaram o seu estatuto, unindo composições ambiciosas, sátira social e um imaginário muito próprio, sempre pontuado pela flauta inconfundível de Ian Anderson.

Hoje, o carismático líder é acompanhado por David Goodier (baixo), John O’Hara (teclados), Scott Hammond (bateria) e Jack Clark (guitarra), uma formação que mantém intacta a exigência técnica e o espírito exploratório da banda. Em palco, os Jethro Tull continuam a impressionar tanto pela execução impecável quanto pela capacidade de transformar cada concerto numa experiência imersiva — um diálogo entre a energia do rock e a elegância da música mais erudita.

O público de Lisboa poderá esperar clássicos intemporais que definiram o som da banda, mas também novas e surpreendentes descobertas com o material mais recente. Será uma grande celebração de um grupo que moldou gerações e continua a inspirar músicos e ouvintes em todo o mundo.

JOSÉ PEIXOTO & NUNO CINTRÃO EDITAM “VISITA: DIÁLOGOS COM CARLOS PAREDES”

Artistas: José Peixoto & Nuno Cintrão
Álbum: VISITA: Diálogos com Carlos Paredes
Duração total do álbum: 36:44
Data de lançamento: 10 de outubro de 2025
Editora: Galileo Music
Género Musical: Instrumental
Single Duplo: “Verdes Anos” e “Canto de Alcipe” (5 de setembro 2025)

No ano em que se assinala o centenário do nascimento do aclamado compositor português Carlos Paredes, os guitarristas e compositores José Peixoto e Nuno Cintrão prestam homenagem ao legado imortal da sua música. Partindo das referências, inspirações e cumplicidades do trabalho que desenvolveram no duo Combinatorium, com o qual lançaram o álbum Fragmentos Imaginários (2023), os músicos propõem-se agora a explorar e reinventar o universo sonoro do mestre da guitarra portuguesa no álbum VISITA: Diálogos com Carlos Paredes, editado hoje, 10 de outubro, pela Galileo Music.Dividido em dois capítulos: VISITAS e DIÁLOGOS (cada um com cinco temas), a obra contém um primeiro conjunto de peças originais de Carlos Paredes – canções como “Verdes Anos” e “Canto de Embalar” – com arranjos criativos, resultantes da identidade enquanto duo. O segundo apresenta peças compostas a partir da música de Carlos Paredes ou popularizadas pelo compositor como é o caso do tema “Canção de Alcipe”.VISITA é um encontro com Carlos Paredes, naquilo que o próprio ato de visitar contém: conhecer e estar com alguém e o efeito que esse encontro tem em nós como saudação e lembrança. Sai assim reforçado o desejo de uma homenagem em diálogo com a criação de novas leituras musicais, a partir da fusão de linguagens trazidas pela guitarra clássica e pela guitarra elétrica, prolongando o desafio contido nos temas de Paredes que já eram, profundamente inovadores.
“O processo de criação foi bastante simples e vem da nossa rotina enquanto duo. Distribuímos as peças e cada um estruturou os seus arranjos, deixando espaço livre para a criatividade de cada um. Nos ensaios, juntámos todas as ideias
desenvolvendo-as passo a passo. Assim, pudemos aliar a ideias mais estruturadas, processos espontâneos de criação e improvisação até chegar ao ponto final”, refere José Peixoto.

José Peixoto: Guitarra clássica e guitarra elétrica

Nuno Cintrão: Guitarra clássica e guitarra elétrica

Gravado por Sons Portáteis Invisible Studios no Monte do Cabeço, Alentejo, de 29 de junho a 2 de julho de 2025

Mistura e masterização por Luís Delgado

Fotografia: Rafael Gonçalves

Design gráfico: João Nuno Represas

Produção: José Peixoto e Nuno Cintrão

SÉTIMA LEGIÃO ANUNCIAM SEGUNDA DATA NO MISTY FEST PARA O PORTO

 O Misty Fest acaba de anunciar, de forma excecional, um novo concerto da Sétima Legião para o dia 7 de fevereiro de 2026.

Depois de esgotar rapidamente o concerto de 12 de novembro no Porto, e perante o entusiasmo do público, a histórica banda portuguesa regressa à cidade Invicta, em 2026, para apresentar ao vivo e na íntegra o seu icónico álbum de estreia — A Um Deus Desconhecido (1984) — sem esquecer outros clássicos que marcaram gerações.

Os fãs terão, assim, uma nova oportunidade de viver esta experiência na Casa da Música, numa sessão especial que promete um reencontro com a força lírica e musical que ajudou a redefinir a música nacional nos anos 80 e 90.
Fundada em 1982, a Sétima Legião deixou uma marca decisiva na música portuguesa, cruzando pop alternativa com elementos da tradição e identidade nacionais. Quatro décadas depois, regressa aos palcos para celebrar a música como sempre o fez: em comunhão, com intensidade, emoção e amizade.

A formação inclui nomes essenciais do panorama musical, como Pedro Oliveira, Rodrigo Leão, Nuno Cruz, Gabriel Gomes, Paulo Marinho e Paulo Abelho — músicos que também deram vida a projetos fundamentais como Madredeus, Gaiteiros de Lisboa e Cindy Kat.

Não perca a oportunidade de reviver estas canções ao vivo, com a intensidade, misticismo e beleza que sempre nos marcaram.

LiNA_ & MARCO MEZQUIDA EDITAM, ESTA SEXTA-FEIRA, O ANTECIPADO ÁLBUM “O FADO”

ARTISTAS: LINA_ & MARCO MEZQUIDA
ÁLBUM: O FADO
DURAÇÃO TOTAL DO ÁLBUM: 59:43
DATA DE LANÇAMENTO: 26 SETEMBRO 2025
EDITORA: GALILEO MUSIC
GÉNERO MUSICAL: FADO / JAZZ / CLÁSSICO
IDIOMAS: PORTUGUÊS E CASTELHANO
SINGLE: NÃO É FÁCIL O AMOR (29 AGOSTO 2025)
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“O piano do Marco faz-me flutuar.”

LINA_

“A LINA_ tem uma voz que me canta por dentro.”

Marco Mezquida
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Depois do EP homónimo que assinalou o início desta colaboração singular, LINA_ e Marco Mezquida apresentam agora o álbum completo O Fado, um percurso mais profundo por essa geografia emocional onde tradição e invenção se abraçam de forma íntima. São 12 temas ­­­­— entre originais, revisitações e descobertas — onde o fado se escuta em novas formas, ritmos e silêncios profundos.

Assim nasce este álbum: de um encontro improvável e inevitável entre duas linguagens artísticas, dois mundos e duas sensibilidades que, juntas, desenham uma nova forma de dizer fado.

“O Marco trouxe uma grande leveza à minha música”, refere LINA_. “O piano é um instrumento que sempre me acompanhou, mas nele há algo de diferente — é como se fosse uma extensão do seu corpo. E a forma como ele o aborda faz-me flutuar. Sinto-me livre e profundamente escutada.”

“Sempre quis ser cantor”, afirma Marco. “Canto com o piano. A LINA_ tem uma voz que me toca profundamente, uma voz que vem do chão, que carrega verdade. Trabalhar com ela é como estar em palco com uma artista que é também um instrumento poético — generosa, vibrante e intensa. Cantar com ela, mesmo que sem palavras, é um privilégio raro.”

“Os dois artistas assinam, com uma alquimia perfeita, uma obra de singular beleza, que culmina a profundidade da alma do fado, transportada pelo canto profundo e comovente de LINA_ e pelo toque do piano de Marco Mezquida.”

Guillaume Schnee (Radio France)

“Sendo o fado um género geralmente tão dramático , o álbum “O Fado” transcende e ultrapassa pela profundidade, luminosidade e imaginação transbordante do piano de Mezquida, e pela voz exultante, perfeita, polida e desprovida de maneirismos de LINA_.”

Carlos Pérez Cruz (Club de Jazz)

Sobre o LP O Fado

O Fado reúne composições de LINA_, que assim afirma mais um lado da sua versátil personalidade artística, poemas de Florbela Espanca e Miguel Torga, mas também de Álvaro Duarte Simões, Vitorino Salomé, Sueli Costa ou Luís de Andrade. Entre os temas que traduzem este presente e um novo sentir encontra-se, por exemplo, “Não é Fácil o Amor”, um sentido poema de Luís de Andrade com música de João Vieira (um pseudónimo de Janita Salomé) que encontra na voz de LINA_ uma ressonância emocional profunda e arrebatadora. Há, como não podia deixar de ser, clássicos revisitados como “Fado da Defesa”, um verdadeiro clássico que ganhou imortalidade numa histórica interpretação de Maria Teresa de Noronha e em que LINA_ descobre agora, no surpreendente arranjo de Marco Mezquida, uma nova luz. Há mais clássicos sem tempo neste registo, como “Senhora do Almortão” e até “Lisboa dos Manjericos”, uma marcha na versão original a que Amália Rodrigues deu voz. No alinhamento há ainda espaço para incursões pela canção em castelhano, como “No volveré” ou “El Rosario de mi Madre”, mostrando que o fado é, afinal, uma emoção universal que ultrapassa a língua de Camões e vai tão longe quanto a vontade dos artistas ditar.

Neste álbum, o piano e a voz não competem — escutam-se mutuamente, desenham cumplicidades. Procuram-se e complementam-se. E, no final, criam um lugar onde o fado respira com outras cores, outras palavras, outras pausas. Um lugar que só podia existir a partir deste encontro tão singular como singulares são os seus protagonistas.

Gravado nos dias 15 de janeiro, 8 e 9 de maio de 2025 nos Moraleda Studios em La Garriga, Barcelona

Gravação, mistura e masterização por Albert Moraleda

Arranjos de LINA_ e Marco Mezquida

Fotografia, art design e ilustração por Mireia Miralles

TOUR INTERNACIONAL

Em 2025, este projeto ganhará nova vida em palco, numa digressão internacional muito aguardada. Depois de um concerto lotado no renomado Mercat de Música Viva de Vic (Espanha), as próximas datas são:

14 de novembro

Casa da Música, Porto (Misty Fest)

21 de novembro

Festival Jazz Barcelona

22 de novembro

Centro Cultural de Belém, Lisboa (Misty Fest)

MAIS DATAS ANUNCIADAS EM BREVE

BIOGRAFIA DOS ARTISTAS

Sobre LINA_

LINA_, com raízes na ópera e formação clássica, apaixonou-se cedo pelas casas de fado – um lugar de pertença e risco, onde a sua voz encontrou liberdade. Gravou para a Sony sob o nome Carolina, e mais tarde, já como LINA_, afirmou-se internacionalmente com o projeto Lina_Raül Refree, unanimemente aclamado pela crítica nacional e internacional. Com Fado Camões, editado em 2024, atingiu o n.º 1 nos principais tops europeus de world music e foi distinguida pela crítica alemã como autora do Melhor Álbum do Ano na categoria Música do Mundo. É, sem margem para dúvidas, uma das grandes intérpretes do nosso tempo. Mas LINA_ recusa-se a ficar parada. E é desse impulso criativo, que é genuíno e urgente, que nasce este novo disco.

Sobre Marco Mezquida

Marco Mezquida, nascido em Menorca em 1987, é hoje uma das figuras mais versáteis da música ibérica contemporânea. Graduado pela ESMUC em Barcelona, é compositor, improvisador, colaborador prolífico e presença habitual nos palcos mais exigentes do mundo. Com mais de 60 álbuns gravados (20 como líder), uma impressionante capacidade de improvisação e uma entrega total à música, Mezquida é um pianista que respira pelos dedos. Entre os muitos reconhecimentos, conta-se o Prémio do Júri e do Público no BMW Welt Jazz Awards (Munique) e três Prémios Alicia da Academia Catalã, incluindo o de Carreira Internacional, em 2023.

SÉTIMA LEGIÃO ANUNCIAM SEGUNDA DATA PARA O MISTY FEST EM LISBOA 

Mais uma oportunidade para assistir ao espetáculo centrado no icónico álbum
A Um Deus Desconhecido (1984)

A Sétima Legião acaba de anunciar uma nova data no Misty Fest, em Lisboa. Agora, além do concerto já marcado para 30 de novembro, às 21:00 a banda sobe também ao palco a 1 de dezembro, também às 21:00.

Neste regresso especial, a Sétima Legião apresenta ao vivo e na íntegra o seu icónico álbum de estreia, A Um Deus Desconhecido (1984) — um marco da discografia nacional — acompanhado por outros clássicos que marcaram gerações. O concerto promete um reencontro com a força lírica e sonora de uma banda que ajudou a definir o som dos anos 80 e 90 em Portugal.

Fundada em 1982, a Sétima Legião deixou uma marca decisiva na música portuguesa, cruzando pop alternativa com elementos da tradição e identidade nacionais. Quatro décadas depois, regressa aos palcos para celebrar a música como sempre o fez: em comunhão, com intensidade, emoção e amizade.

A formação inclui nomes essenciais do panorama musical, como Pedro Oliveira, Rodrigo Leão, Nuno Cruz, Gabriel Gomes, Paulo Marinho e Paulo Abelho — músicos que também deram vida a projetos fundamentais como Madredeus, Gaiteiros de Lisboa e Cindy Kat.

Não perca a oportunidade única de reviver estas canções ao vivo, com a intensidade, misticismo e beleza que sempre nos marcaram.

 

GOGO PENGUIN REGRESSAM A PORTUGAL

GOGO PENGUIN

REGRESSAM A PORTUGAL

E APRESENTAM O NOVO ÁLBUM, NECESSARY FICTIONS,

EM COIMBRA, PORTO E LISBOA

GoGo Penguin, o trio de Manchester que de forma inspirada (e inspiradora) combina jazz, música clássica e influências eletrónicas, regressa com um poderoso álbum, Necessary Fictions.

Este trabalho traduz a busca interior da banda para alcançar aquilo que o pianista Chris Illingworth, o baixista Nick Blacka e o baterista Jon Scott descrevem como as suas “qualidades integrais e autênticas neste momento”. Um processo que serviu de catalisador para algumas das composições mais ousadas que já assinaram, incorporando sintetizadores modulares, Moog Grandmother e baixo elétrico no seu som mais do que nunca, enquanto deslizam de forma espetacular da instrumentação acústica para a eletrónica, com a bateria em destaque. Honesto e intenso, Necessary Fictions mostra os GoGo Penguin no auge da sua criatividade.

Depois de passagens anteriores por Portugal, com concertos esgotados no Misty Fest, o trio regressa agora para reencontrar um público que já demonstrou entusiasmo e ligação profunda à sua música.

Com sete álbuns de estúdio lançados, os GoGo Penguin conquistaram um lugar único no panorama musical contemporâneo. Reconhecidos pela sua capacidade de criar paisagens sonoras que desafiam rótulos, desenvolveram um estilo próprio que “lembra tanto a complexidade eletrónica de Aphex Twin como a sensibilidade minimalista de Four Tet” (4O5), mantendo sempre uma identidade singular.

Amplamente elogiados pela crítica, foram descritos pela Mojo como uma banda que “arrasta os ouvintes para as profundezas do seu fluxo vertiginoso e imprevisível, graças a uma tensa sinergia entre a percussão frenética e pulsante e a montanha-russa de loops e saltos ao teclado”.

Ver os GoGo Penguin ao vivo é experimentar o melhor de dois mundos: a energia orgânica de um trio de jazz e o magnetismo hipnótico da eletrónica. É embarcar numa viagem irrepetível,

 

LINA_ & MARCO MEZQUIDA ANUNCIAM ÁLBUM O FADO COM O ANTECIPADO SINGLE “NÃO É FÁCIL O AMOR”

Artistas: LINA_ & Marco Mezquida

Single: Não é Fácil o Amor

Letra: Luís de Andrade

Música: João Vieira (pseudónimo de Janita Salomé)

Arranjos: Marco Mezquida

Duração do tema: 04:31

Data de lançamento do single: 29 agosto 2025

Single antecipa o álbum: O Fado – 26 setembro 2025

Editora: Galileo Music

Género musical: Fado

Idioma: Português

Depois do EP homónimo, editado em março deste ano, que assinalou o início desta colaboração singular, a multipremiada cantora LINA_ e o pianista e compositor espanhol Marco Mezquida anunciam agora o álbum completo O Fado, um percurso mais profundo por essa geografia emocional onde tradição e invenção se abraçam de forma íntima. A obra, que será editada a 26 de setembro pela Galileo Music, é composta por 12 temas ­­­­— entre originais, revisitações e descobertas — onde o fado se escuta em novas formas, ritmos e silêncios profundos.Após o lançamento das quatro canções apresentadas no EP e do tema “Lisboa dos Manjericos” ­— que também estão presentes no longa-duração —,­ o próximo avanço desta parceria é o single “Não é Fácil o Amor”, um sentido poema de Luís de Andrade com música de João Vieira (pseudónimo de Janita Salomé) que encontra uma ressonância emocional profunda e arrebatadora na voz de LINA_ e nos arranjos de piano de Marco.

Esta canção fará parte de O Fado, álbum com data de lançamento a 26 de setembro e que será apresentado no Mercat de Música Viva de Vic (19 de setembro), no Misty Fest – 14 de novembro na Casa da Música e 22 de novembro no Centro Cultural de Belém – e no Festival de Jazz de Barcelona (21 de novembro).

SOBRE LINA_

LINA_, com raízes na ópera e formação clássica, apaixonou-se cedo pelas casas de fado – um lugar de pertença e risco, onde a sua voz encontrou liberdade. Gravou para a Sony sob o nome Carolina, e mais tarde, já como LINA_, afirmou-se internacionalmente com o projeto Lina_Raül Refree, unanimemente aclamado pela crítica nacional e internacional. Com Fado Camões, editado em 2024, atingiu o n.º 1 nos principais tops europeus de world music e foi distinguida pela crítica alemã como autora do Melhor Álbum do Ano na categoria Música do Mundo. É, sem margem para dúvidas, uma das grandes intérpretes do nosso tempo.

Mas LINA_ recusa-se a ficar parada. E é desse impulso criativo, que é genuíno e urgente, que nasce este novo disco.

“O Marco trouxe uma grande leveza à minha música”, diz. “O piano é um instrumento que sempre me acompanhou, mas nele há algo de diferente — é como se fosse uma extensão do seu corpo. E a forma como ele o aborda faz-me flutuar. Sinto-me livre e profundamente escutada.”

SOBRE MARCO MEZQUIDA

Marco Mezquida, nascido em Menorca em 1987, é hoje uma das figuras mais versáteis da música ibérica contemporânea. Graduado pela ESMUC em Barcelona, é compositor, improvisador, colaborador prolífico e presença habitual nos palcos mais exigentes do mundo. Com mais de 60 álbuns gravados (20 como líder), uma impressionante capacidade de improvisação e uma entrega total à música, Mezquida é um pianista que respira pelos dedos. Entre os muitos reconhecimentos, conta-se o Prémio do Júri e do Público no BMW Welt Jazz Awards (Munique) e três Prémios Alicia da Academia Catalã, incluindo o de Carreira Internacional, em 2023.

“Sempre quis ser cantor”, afirma Marco. “Canto com o piano. A LINA_ tem uma voz que me toca profundamente, uma voz que vem do chão, que carrega verdade. Trabalhar com ela é como estar em palco com uma artista que é também um instrumento poético — generosa, vibrante e intensa. Cantar com ela, mesmo que sem palavras, é um privilégio raro.”