LINA_ convida Rodrigo Cuevas no seu novo single

A portuguesa LINA_ e o espanhol Rodrigo Cuevas, duas das vozes mais quentes, expressivas e singulares que se podem ouvir na atualidade, unidas em torno das palavras de Camões. Eis o desafio de LINA_, em O Que Temo E O Que Desejo, o segundo single que antecede o lançamento do seu novo álbum, Fado Camões, a editar mundialmente a 19 janeiro do próximo ano pela editora alemã Galileo Music.

“Estou muito contente por cantar com a LINA_ que é uma artista que admiro muito”, afirma Rodrigo Cuevas, que atuou em Portugal há semanas. “Foi um enorme privilégio ter-me abeirado assim do folclore e da canção portuguesa e estou muito agradecido por ter tido esta oportunidade”, acrescenta alguém que tem tido um papel essencial na afirmação da nova música espanhola no mundo.

O mesmo acontecendo com LINA_ quando se pensa na música portuguesa. Ela lançou dois álbuns como Carolina, mas foi há três anos que saltou para os palcos do mundo, num álbum aventuroso em co-autoria com Raül Refree que levava mais longe a linguagem do fado, celebrando Amália. Já Rodrigo Cuevas faz parte de uma nova geração de artistas que remexe na tradição para encontrar novos argumentos de futuro com uma linguagem pop contemporânea que deve algo ao imaginário queer e ao hedonismo. Tal como no caso de LINA_, o encontro dele com o produtor Raül Refree foi essencial para afirmar uma nova visão, coexistindo na sua música, estilo e arte, diversos idiomas folcróricos com elementos contemporâneos, como se constata ouvindo o último álbum Manual de Romería (2023).

Tudo isso acaba por estar presente em O Que Temo E O Que Desejo, uma canção quente de tonalidades fadistas, mas que já é outra coisa, com a guitarra portuguesa a serpentear por entre palmas e um ritmo electrónico pausado mas insinuante, com a voz de LINA_ coadjuvada pela de Rodrigo, a fazerem renascer o espírito ibérico que caracterizou Portugal até ao século XVII, juntando-se o português e o galaico- português sem quaisquer estigmas e em harmonia.

Este é o segundo single, depois de Desamor, que antecede o álbum Fado Camões, e que prenuncia o que aí vem, com LINA_ a não perder de vista o arrojo do passado recente, sem renegar uma linha também tradicional. Depois do sucesso e dos inúmeros concertos e prémios (como a disco do ano da World Music Chart de 2020 ou o Prémio Carlos do Carmo 2021 entre inúmeros outros prémios europeus)regressa agora com um álbum mais pessoal, abrindo-se um novo capítulo com a produção do músico, produtor e compositor britânico Justin Adams, conhecido por trabalhos com Robert Plant, Rachid Taha, Tinariwen e Souad Massi, ou colaborações com Brian Eno ou Sinead O’ Connor. Em quase todos os projetos onde Justin Adams se envolveu existe essa ideia de aliar tradição com modernidade, não sendo por isso surpresa a aliança com LINA_.

O álbum que aí vem coloca a poesia de Camões em novos cenários, tendo sido preciosa a colaboração da guitarra portuguesa de Pedro Viana, o piano, teclas e arranjos de John Baggott, músico inglês que já tocou com os Massive Attack, Portishead ou Robert Plant, e em dois temas, Ianina Khmelik, no violino. Estes músicos, aliás, andarão em digressão com LINA_, a partir de Janeiro de 2024, sendo que John Baggott será um convidado em eventos especiais.

Outra colaboração relevante é a de Amélia Muge, que para além de ser autora da música de uma das canções, ajudou na adaptação das letras. Mas, para já, existe O Que Temo E O Que Desejo, onde LINA_ e Rodrigo Cuevas nos devolvem uma canção que fala de desejo, morte e vida, porque isto anda tudo ligado.

Últimos bilhetes à venda para Harlem Gospel Choir

HARLEM GOSPEL CHOIR

Celebrating 60 years of Whitney Houston

Já faltam poucos dias para o grupo de Gospel mais famoso do mundo regressar a Portugal com o espetáculo de natal que todas as famílias adoram.  Desta vez, para além dos temas mais emblemáticos de gospel, o grupo incluirá ainda no seu repertório as canções celebrizadas por Whitney Houston numa homenagem à precocemente desaparecida cantora que teria completado 60 anos de vida em 2022. Acabámos de colocar os últimos bilhetes à venda para a Casa da Música. No CCB também já não há muitos bilhetes disponíveis. Não deixe que esgote!

Novo Espetáculo de Natal para toda a família, pelo mais famoso grupo de Gospel do mundo!

Os Harlem Gospel Choir já atuaram ao lado ou em frente de alguns dos maiores nomes do planeta: de Nelson Mandela ao Papa João Paulo II, de Paul McCartney a Jimmy Cliff e Diana Ross, de Bono e dos U2 aos Simple Minds e aos Gorillaz. O talento deste coletivo é reconhecido por gigantes de diferentes quadrantes da música, exatamente porque representam o que de melhor esta cultura do gospel tem para oferecer.

Os Harlem Gospel Choir são o mais famoso grupo de gospel da América, facto comprovado pelo impressionante currículo que acumulou desde que foi fundado por Allen Bailey em 1986, depois de um momento de inspiração obtido ao assistir a uma cerimónia de homenagem a Martin Luther King.

O gospel tem a condição singular de ser ao mesmo tempo uma música de devoção e de celebração e por isso as atuações do Harlem Gospel Choir são sempre exuberantes e profundamente sentidas.

Traga a sua família e venha cantar com os Harlem Gospel Choir!

Abertura da bilheteiras de TS&GS em Coimbra e Braga

O musical que celebra o cancioneiro de Simon & Garfunkel. Apresenta-se já no inicio do próximo ano em Coimbra e Braga! James Pattison (que interpreta Paul Simon), Joseph Riley (Art Garfunkel) e a banda que os acompanha ao vivo recriam temas tão conhecidos como Mrs Robinson, The Sound of Silence, Bridge over Trouble Water ou Homeward Bound, entre outros. A não perder, este espetáculo que esgotou varias salas em Portugal e que foi visto por mais de 250 mil pessoas em todo o mundo.

O cancioneiro da mítica dupla Simon & Garfunkel é um dos mais celebrados do mundo. Quando assinaram o mítico Concert In Central Park em Nova Iorque em 1981, Paul Simon e Art Garfunkel arrebataram não apenas o meio milhão de pessoas que os aplaudiu nessa noite, mas toda uma geração que entoou a uma voz temas eternos como Mrs Robinson, Cecília ou The Boxer.

The Simon & Garfunkel Story já foi visto por mais de 250 mil pessoas, o que o torna no musical itinerante mais visto no mundo. Inclui as vozes de exceção de Sam O’Hanlon, no papel de Paul Simon e Charles Blyth, que encarna Art Garfunkel, uma banda de músicos de elevadíssima qualidade e novas tecnologias de projeção de vídeo de alta-definição tornam esta uma experiência única, perfeita para públicos de todas idades que continuam a querer aplaudir as grandes canções que unem gerações.

GNR ao vivo no Casino Estoril

AS CANÇÕES MAIS CONHECIDAS!

OS SINGLES MAIS RECENTES!

Os incomparáveis GNR no palco do Casino Estoril.

Os GNR fazem parte do imaginário de várias gerações e da banda sonora da vida de milhões de portugueses. Canções como “Dunas”, “Efectivamente”, “Ana Lee”, “Morte ao Sol”, “Pronúncia do Norte”, “Eu não sou assim”, o último single lançado em Março 2023 e que rapidamente conquistou o público e as grandes rádios nacionais e “Sangue Oculto” que deu título a uma das últimas novelas do canal televisivo SIC, fazem parte obrigatória de um espetáculo contagiante e recheado com todos os grandes clássicos dos GNR.

Depois de uma extensa digressão em 2023 a banda de Rui Reininho, Toli César Machado e Jorge Romão, continua a percorrer o país. Uma banda absolutamente incontornável na história da Música Portuguesa.

Hania Rani apresenta Ghosts ao vivo em Lisb oa e Porto

Hania Rani é uma jovem pianista, vocalista e compositora que conta, no entanto, com uma já muito considerável discografia lançada. Estreou-se na Gondwana Records de Matthew Halsall em 2019 e, desde então, lançou já 5 novos trabalhos nessa que se tem afirmado como uma das editoras-chave da nova cena jazz britânica, incluindo o novíssimo Ghosts em que conta com colaborações de peso de artistas como Patrick Watson, Ólafur Arnalds e Duncan Bellamy (Portico Quartet).

Este seu mais recente trabalho foi apresentado com Hello, uma composição que assinalou uma evolução no seu trabalho, com uma toada mais otimista e um eloquente som de piano elétrico Fender Rhodes envolto em sintetizadores apontavam para um caminho bem distinto dos terrenos da clássica contemporânea com que era mais frequentemente associada. Mas qualquer pessoa que tenha visto Rani ao vivo nos últimos dois anos pode testemunhar que a sua arte está em constante evolução e, tal como o título do álbum sugere, Rani passa repetida e graciosamente entre mundos musicais: como compositora, cantora, compositora e produtora.

Ghosts revela uma artista a encontrar a sua própria voz, a encontrar novas histórias para contar e talvez a partilhar a sua música pela primeira vez. Baseia-se nos seus álbuns anteriores, Esja e Home, e mostra-a a criar ao piano, teclados e sintetizadores, instrumentos que servem de base para da sua voz misteriosa e encantadora. O álbum tem algo de misterioso, como o título sugere, uma aura acentuada pelo trabalho do arranjador islandês e membro dos Hjaltalín, Viktor Orri Árnason (Jóhann Jóhannsson, Hildur Guðnadóttir, Hauschka). O som sofisticado é da responsabilidade do engenheiro de som Greg Freeman (Peter Gabriel, Goldfrapp, Portico Quartet). O disco, de acordo com a própria artista, é ainda assim caloroso, surgindo informado por atuações ao vivo reveladoras e exploratórias, como a transmissão em direto de 2022 a partir do prestigiado Les Invalides, em Paris, que obteve 3,7 milhões de visualizações até à data. “Adoro álbuns longos”, diz Rani, “e gostaria que as pessoas ouvissem este álbum como um concerto, porque foi concebido desta forma”.

Se a estreia de Rani, Esja, foi sobre a exploração do seu instrumento principal, e Home viu-a dar passos em direção a uma expressão mais completa da sua arte, Ghosts é onde ela une os seus variados interesses no que pode até ser considerado o seu primeiro álbum “real”. Baseando-se numa afeição por diversos artistas como Enya, The Smile, James Blake e Pink Floyd – para não mencionar a sua admiração pelos seus convidados – e evocando a delicadeza de Stina Nordenstam, o talento de Keith Jarrett, a arte de Kate Bush e as inclinações sondadoras dos Pink Floyd, combina a experiência musical de uma vida inteira num mundo miraculoso e cósmico. Para aplaudir ao vivo em Portugal.

Sétima Legião regressam aos concertos em Lisboa

Os Sétima Legião regressam à capital portuguesa para se apresentarem ao vivo no Capitólio. Um concerto que comemora os 40 anos de carreira da banda, com as canções mais conhecidas a serem interpretadas em palco e uma oportunidade para homenagear Ricardo Camacho, produtor e teclista da banda, falecido em 2018.

Neste regresso, a Sétima Legião de Pedro Oliveira (voz e guitarra), Rodrigo Leão (baixo e teclas), Nuno Cruz (bateria, percussão), Gabriel Gomes (acordeão), Paulo Tato Marinho (gaita de foles, flautas), Paulo Abelho (percussão, samplers) e Francisco Menezes (letras, coros) acolhe também João Eleutério, experimentado músico que tem corrido mundo como parte da banda de Rodrigo Leão e que agora assegurará os teclados.

Foi em 1982 que a Sétima Legião surgiu no então agitadíssimo panorama musical português, apresentando uma visão singular da música sintonizada com as experiências mais avançadas da pop alternativa da época, mas sem esquecer a identidade portuguesa. A banda deixou uma marca vincada na produção musical nacional dos anos 80 e 90. Com estes concertos de aniversário, a Sétima Legião pretende revisitar os seus mais aplaudidos clássicos e dar nova vida a temas como Sete Mares ou Por Quem Não Esqueci, sucessos de grande impacto que ainda hoje têm lugar garantido na programação de muitas rádios. De assinalar que da Sétima Legião saíram músicos que se envolveram em projetos ímpares da música portuguesa como os Madredeus, Gaiteiros de Lisboa ou Cindy Kat, prova de que aí se ensaiaram importantes ideias que geraram fértil descendência.

Maria Mendes novamente nomeada para o Grammy

Maria Mendes foi nomeada para os Grammy Awards americanos, juntamente com John Beasley na categoria MELHOR ARRANJO PARA VOZ E INSTRUMENTOS (BEST ARRANGEMENT INSTRUMENTS AND VOCALS) com a canção Com que Voz, do álbum editado em outubro de 2022, Saudade Colour of Love.

Esta é a segunda vez que Maria mendes é nomeda para o Grammy americano, tendo sido também nomeada duas vezes para o Grammy latino.

MARIA MENDES REAGE ASSIM A ESTA NOMEAÇÃO

“Que honra e felicidade receber mais uma nomeação ao Grammy Americano! Ainda mais especial vivenciar estas notícias em Sevilha, onde me encontro para celebrar a minha música e nomeação ao Grammy Latino na cerimónia de entrega dos prémios a acontecer já em poucos dias.

Continuo ainda em êxtase com este trabalho musical e equipa que abraçou este meu projecto e visão musical de explorar e interpretar o Fado ao jeito Jazz, enaltecendo todas as minhas particularidades que tanto em palco como em discos primo para que sejam pertinentes: as sonoridades apaixonantes, aventureiras e surpreendestes que envolvam o ouvinte numa aventura musical sem barreiras estilísticas. E é Tão recompensador sentir que a comunidade artística musical valoriza e confia no que transmito com a minha música.

Esta é uma indicação que recebo em meu nome mas que partilhado com imensa gratidão com cada um destes 30 músicos – a minha banda, o meu produtor, orquestrador e co-arranjador John Beasley e a soberba Metropole Orkest.

“Sempre soube que o “Com que Voz” era “aquela” canção especial, um género de portal dimensional para algo inovador e belo! São emocionantes, a poesia existencialista do Camoes e as harmonias e melodias do Alain Oulman! Há canções que dialogam comnosco no momento de as trabalhar em arranjos musicais. E esta foi uma delas, de uma fluidez sublime chegar a este resultado final onde a orquestra, a voz, a poesia, a banda, todos nós brilhamos!

É uma inspiração estar lado a lado com compositores colegas que tanto admiro, nesta categoria. Um motivo de orgulho de esta ser a única canção cantada em Português! E uma alegria partilhar esta indicação com o John Beasley, com quem divido a autoria deste arranjo musical gravado no meu novo disco Saudade, Colour of Love”.

Maria Mendes foi a primeira artista feminina Portuguesa a receber uma nomeação para o Grammy Americano bem como a primeira a vencer o prémio mais importante de Musica Holandês, o EDISON.

Saudade Colour of Love é o quarto trabalho discográfico em que a cantora explora o Jazz no Fado em temas de sua autoria bem como em arranjos musicais fascinantes dos fados e canções tradicionais portuguesas como o “Quando Eu Era Pequenina” e o “Verdes Anos” do Carlos Paredes. Este disco conta também com uma surpreendente contribuição do Hermeto Pascoal que dedicou uma canção à cantora – a sua versão de um Fado. O álbum encabeçou a lista de melhores discos de jazz 2022 em cinco das principais revistas de jazz internacionais – a prestigiante americana DOWNBEAT e Jazziz; a inglesa JAZZWISE; a alemã JAZZTHING e a holandesa JAZZISM.

Saudade Colour of Love deu também origem a uma digressão que está disponível para Portugal. Este ano, Maria Mendes apresentou-se algumas vezes nosso país com o seu quarteto e, em alguns casos, com o acompanhamento de uma orquestra.

Rodrigo Leão e Rosa Leão | Piano Para Piano ao vivo em Aveiro

O Teatro Aveirense será um dos palcos da tour Piano Para Piano, o espetáculo que junta em palco, ao piano, Rodrigo Leão e a filha Rosa, num diálogo musical e afetivo.Este concerto que apresenta ao vivo o mais recente álbum do compositor português, editado em outubro passado, tem enchido várias salas, nomeadamente na programação Misty Fest e vai continuar em digressão durante 2024.

Rodrigo Leão é o primeiro a dizer que não é pianista, mas a verdade é que o piano tem surgido na sua obra como um complemento dos sintetizadores que já usou bastas vezes para escrever memoráveis melodias e pensar nos envolventes arranjos a que foi dando corpo com os ensembles que criou. Agora, abraçou uma nova aventura: Piano Para Piano é um projeto que nasceu depois de uma encomenda do Festival de Piano em Vila Nova de Cerveira, desafio que o levou a compor duas novas peças que foram o inicio de um novo caminho que culminou num álbum editado em outubro de 2023.

Nesse primeiro momento no evento minhoto a sua interlocutora foi a sua filha Rosa, que irá também acompanhar o pai agora neste espetáculo.

Piano Para Piano é uma viagem ao maravilhoso desconhecido com assinatura de um dos mais celebrados compositores portugueses.

TAVI AO VIVO NO PORTO

Os TAXI regressam às suas origens com uma apresentação ao vivo no Porto! Na Casa da Música vão ouvir-se temas tão icónicos como Chiclet, Cairo, Fio da Navalha, Rosete e muitos outros, numa enérgica comemoração dos 40 anos de carreira.

Os Taxi nasceram no Porto em 1979. Absorvendo a influência musical pós-punk, new wave e ska, inicialmente compunham e interpretavam temas originais cantados em inglês. Isso mudou quando, em fevereiro de 1981, num concerto no Colégio Alemão no Porto, foram “descobertos” por dois elementos da editora Polygram. Foram imediatamente convidados a gravar um álbum, com a condição de ser cantado em português.

Editaram o seu primeiro disco em 1981, um registo homónimo que se tornaria no primeiro álbum de ouro do rock português. Em 1982 editaram Cairo, também disco de ouro, cuja capa em lata se tornou rapidamente num objeto de culto. A banda gravou, até à data, cinco álbuns de originais, com temas tão famosos como Chiclete, TV WC, TAXI, Vida de Cão, Lei da Selva, Rosete, Cairo, Fio da Navalha ou Sozinho, entre muitos outros que fazem parte do imaginário de milhares e milhares de portugueses e que certamente não vão faltar a este concerto.

 

 

A UGURU DÁ AS BOAS VINDAS A MARIA JOÃO E ABRAÇA A SUA REVOLUÇÃO!

A UGURU DÁ AS BOAS VINDAS A MARIA JOÃO E ABRAÇA A SUA REVOLUÇÃO!

É com muito gosto que anunciamos que a grande Maria João se juntou ao roster da UGURU. A nova tour MARIA JOÃO – REVOLUTION está já em marcação

MARIA JOÃO – REVOLUTION

O nome de Maria João está indelevelmente ligado à história do jazz nacional. Há exatamente 40 anos, em 1983, a sua estreia na Orfeu com o homónimo registo do Quinteto Maria João marcava o início de um singular trajeto que a afirmou como uma das figuras de proa da cena musical nacional, estatuto que ainda hoje mantém graças a uma permanente capacidade de reinvenção e a uma incessante procura por novos e estimulantes caminhos artísticos. Pode mesmo dizer-se que a obra de Maria João, artista total, resulta de um estado de permanente revolução, uma manifestação de liberdade que a levou das mais fundas tradições acústicas aos presentes e futuros eletrónicos com a mesma desenvoltura.

 

Nestas intensas 4 décadas de caminhada, Maria João nunca descansou e desafiou-se em permanência: dirigiu o seu próprio quinteto, militou no coletivo Ogre, estabeleceu longas parcerias com músicos como o pianista Mário Laginha ou o contrabaixista Carlos Bica – com quem, aliás, acaba de lançar novo trabalho -, e gravou ainda abundantemente com artistas internacionais como a pianista japonesa Aki Takase, Joe Zawinul e Trilok Gurtu e nacionais como os já mencionados Carlos Bica e Mário Laginha, ou Laurent Filipe, António Pinho Vargas, Jorge Palma, José Peixoto, Julio Pereira e tantos outros.

O novo capítulo dessa história sempre em aberto é o MARIA JOÃO – REVOLUTION, uma forma agregadora da artista se mostrar plural, encaixando os seus diferentes interesses numa nova visão que pode partir do jazz e chegar à eletrónica numa só canção, reduzir o cenário para a sua voz às notas de um piano ou procurar inovadoras soluções para a sua ultra versátil voz. Em disco, a MARIA JOÃO – REVOLUTION vai tocar nas múltiplas estéticas que a cantora sempre abraçou, com novo reportório que promete surpreender.

Mas será no palco que a Maria João começará por se mostrar, com uma flexível formação capaz de se adaptar a diferentes espaços e contextos, mas sempre com o mais inventivo espírito de aventura a guiar-lhe a criativa abordagem a alguns dos mais significativos momentos da sua celebrada carreira. Um espetáculo para conquistar novos públicos e agradar aos fãs de sempre.

Com uma longa história feita a pisar palcos de prestígio nos cinco continentes e a receber múltiplas distinções por parte da imprensa e da indústria internacionais sendo-lhe sempre reconhecida a versatilidade, originalidade e inventividade musical, valores que carrega consigo para cada novo capítulo da sua carreira, Maria João continua a olhar em frente. E quatro décadas depois de ter começado a documentar em disco a sua desmedida paixão pela música, Maria João continua em busca de novos desafios que lhe permitam continuar a dar plena voz à imaginação. Um caso absolutamente único.