RAÜL REFREE & MARIA MAZZOTTA EDITAM O NOVO ÁLBUM “SAN PAOLO DI GALATINA”

RAÜL REFREE &

MARIA MAZZOTTA

EDITAM O NOVO ÁLBUM “SAN PAOLO DI GALATINA”

Artistas: Raül Refree e Maria Mazzotta
Álbum: San Paolo di Galatina – 30 janeiro 2026
Single: Damme nu ricciu – 19 de dezembro 2025
Editora: Galileo Music
Género musical: Chamber Folk Experimental
Idioma: Dialetto Salentino / Grecanico Salentino
Letra: Tradicional
Composição: Raül Refree
Produtor: Raül Refree
Arranjos: Raül Refree
Voz: Maria Mazzotta
Órgão, guitarra e sintetizadores: Raül Refree
Coro nos temas 1, 2, 3, 4, 5, 8, 9 e 10: Cor Plèiade
Gravado nos Mitik Studios (Barcelona) entre julho de 2023 e julho de 2024 por LG Valeta
Mistura: Estudios Calamar (Barcelona) em setembro de 2024 por Raül Refree
Masterização: Alex Psaroudakis (NYC)
Design: Folch Studio

Raül Refree é um artista ímpar e um dos produtores europeus mais inovadores da última década, tendo colaborado com artistas como Rosalía e Sílvia Pérez Cruz. A versatilidade única de Maria Mazzotta faz dela uma das vozes mais importantes da cena musical da região da Apúlia, em Itália, e, sem dúvida, da world music. Juntos, lançam hoje o álbum San Paolo di Galatina, editado pela Galileo Music.Este projeto encontra-se em tour, com estreia no Théâtre de la Ville, em Paris, no dia 1 de fevereiro.

O álbum, composto por 10 faixas, parte de instrumentos clássicos e da música litúrgica — como a voz, o coro, o órgão e a guitarra — para construir uma releitura popular e, ao mesmo tempo, contemporânea, que desarma pela sua beleza, mas também pela profundidade de uma sonoridade que ora brinca com o vazio e o silêncio, ora procura o som vanguardista.

Uma obra que, com pequenos gestos, diz muito e que narra em si um arco de histórias que, passando pela religião, pelo trabalho e pelo luto, leva-nos à necessidade de cantar como libertação e como reafirmação pessoal e social.

A origem da colaboração

Quando Raül recebeu um e-mail de Maria Mazzotta para trabalharem juntos, ele teve de recusar devido à sua agenda preenchida, mas ficou imediatamente apaixonado pela sua voz. Alguns anos depois, numa viagem à Apúlia em abril de 2022, aproveitaram a ocasião para se conhecerem e tocarem juntos. Nesse encontro, Maria ensinou-lhe muitas canções do repertório tradicional do sul de Itália e, enquanto comiam, contou-lhe a história da pizzica taranta e o que esta significava na sociedade do sul de Itália no início do século XX: mulheres que sofriam de depressão eram informadas de que tinham sido mordidas por uma tarântula e que o único antídoto para superar a tristeza que as dominava era entrar em transe ao ritmo da pizzica, dançando, cantando e gritando de uma forma que não era permitida pela sociedade.

Quando o Festival Clàssics, em Barcelona, solicitou a Raül a criação de uma obra sobre a metamorfose, ele pensou imediatamente em recuperar o repertório que Maria lhe ensinara na Apúlia e reinterpretá-lo para explicar como a música pode ser um antídoto e uma forma de cura para as tristezas, transformando-nos noutras pessoas, em corpos celestes que flutuam no espaço, esquecendo o corpo físico. A ideia de Raül era explicar a necessidade de entrar em transe, desenhando musicalmente um arco que descrevesse na perfeição a sociedade da época: canções de embalar, cantos fúnebres, melodias religiosas… até chegar à pizzica e à sua mensagem pagã e selvagem.

Estas histórias do sul de Itália, nas quais se encontrava libertação através do transe musical, não estão longe das Bacantes gregas: mulheres que conquistam um território nas montanhas, não permitindo a entrada de homens, onde comem carne crua, bebem sangue e adotam a loucura como mecanismo de expressão. Por esta razão, nesta reinterpretação do folclore apuliano, Raül quis incluir um coro de jovens mulheres que cantam de forma popular, ampliando o carácter libertador e feminino deste repertório.

Sobre Raül Refree

Raül Refree é um artista único e um dos produtores europeus mais inovadores da última década. Conhecido pela sua abordagem inovadora à música e pela sua capacidade de transcender as fronteiras tradicionais dos géneros, contribuiu significativamente para a cena musical contemporânea através do seu trabalho com uma gama diversificada de artistas. O estilo de produção de Refree é caracterizado pela sua sensibilidade e pelo seu carácter experimental, misturando frequentemente elementos de flamenco, folk e música eletrónica para criar paisagens sonoras ricas e texturadas.

Colaborou com músicos notáveis, como Rosalía, Sílvia Pérez Cruz, LINA_, Rocío Márquez, Lee Ranaldo, Niño de Elche, Rodrigo Cuevas e muitos outros, ajudando a criar álbuns aclamados pela crítica que ultrapassam os limites artísticos. Além disso, a sua produção para o cantor porto-riquenho Ricky Martin valeu-lhe um Grammy na edição de 2020. Como artista a solo, Refree continua a explorar novos territórios musicais, mostrando a sua versatilidade e compromisso com a experimentação artística. O seu trabalho não apenas destaca a sua competência técnica, mas também o seu profundo entendimento da música como forma de expressão e de contar histórias.

Sobre Maria Mazzotta

A versatilidade única de Maria Mazzotta faz dela uma das vozes mais importantes da cena musical da região da Apúlia, em Itália, e, sem dúvida, da world music.

A forma profunda e penetrante como interpreta é uma experiência rara e preciosa para o público, e isso fez de Maria Mazzotta uma das vozes mais intensas da cena europeia de world music. Ela move-se de forma natural e harmoniosa entre os sons do sul de Itália e as inflexões da música dos Balcãs, e cativa o público com a sua interpretação sincera, levando-o consigo e mergulhando-o nas culturas das canções interpretadas.

A artista conta também com inúmeras colaborações, incluindo Bobby McFerrin, Bombino, Carlos Saura, Ballaké Sissoko, Rocío Molina, Miguel Ángel Berna, entre outros.

QUINTENTO ASTOR PIAZZOLLA NA GUARDA E EM FARO

QUINTETO ASTOR PIAZZOLLA

VAI À GUARDA E A LOULÉ

OS CONCERTOS TERÃO LUGAR EM MARÇO

O lendário Quinteto Astor Piazzolla, reconhecido como a única formação capaz de traduzir com autenticidade o estilo inconfundível do mestre do tango, chega a Portugal para proporcionar uma experiência musical singular.

Criado a partir da visão artística do próprio Piazzolla, o quinteto tem conquistado públicos em todo o mundo, dando vida a obras emblemáticas e peças menos conhecidas do compositor que transformou para sempre a história do tango. Ao longo de mais de vinte anos de carreira, passou por palcos de referência em festivais internacionais de renome, como o Montreux Jazz Festival, e lançou quatro discos amplamente elogiados pela crítica especializada, mantendo viva e atual a herança musical de Astor Piazzolla.

Entre os seus trabalhos mais distinguidos encontram-se os álbuns galardoados com o Latin Grammy em 2019 e 2023, na categoria de Melhor Álbum de Tango, incluindo o aclamado Revolucionario, distinguido como “Top of the World” pela revista Songlines.

Prepare-se para uma viagem sonora memorável, onde tradição e vanguarda se encontram em palco.

 

THE AMY WINEHOUSE BAND VOLTA A PORTUGAL EM ABRIL

LISBOA E AVEIRO SÃO AS
PRIMEIRAS CIDADES CONFIRMADAS

 

Não há duas sem três: depois dos inesquecíveis concertos no Estoril, na Guarda e em Leiria, em 2023, e do portentoso regresso em fevereiro deste ano (Lisboa e Porto), The Amy Winehouse Band volta a Portugal com uma nova digressão que celebra a música e o legado de uma das mais marcantes artistas do início deste século.

Liderada pelo seu diretor musical e baixista de longa data, Dale Davis, a banda de Amy faz-se novamente à estrada com várias paragens em Portugal. Lisboa e Aveiro são as primeiras cidades confirmadas, com concertos a ter lugar no LAV – Lisboa ao Vivo, a 9 de abril, e no Teatro Aveirense, a 10 de abril.Este espetáculo, que tem convencido públicos dos 8 aos 88 anos nas maiores salas e festivais do globo, configura-se numa experiência imersiva não só pela sonoridade inconfundível dos músicos de exceção, mas também pelo recurso ao audiovisual, com a projeção de vídeos e imagens exclusivas. Mais do que um concerto, é uma celebração autêntica da obra de Amy Winehouse, apresentada por quem melhor a conheceu, acompanhou e ajudou a criar o som que conquistou milhões em todo o mundo.

Amy Winehouse soa viva através da ligação única que persiste na sua banda de sempre e dos êxitos incontornáveis – Rehab, Back to Black, Valerie, You Know I’m No Good, entre tantos outros – que vamos poder escutar e cantar em uníssono.

MICHELLE GUREVICH DE REGRESSO A PORTUGAL

Michelle Gurevich está de regresso a Portugal para dois concertos muito aguardados: dia 19 de fevereiro na Casa da Música, no Porto, e 21 de fevereiro no LAV – Lisboa ao Vivo. Dois encontros que prometem reafirmar a ligação especial entre a cantautora canadiana e o público nacional.

Conhecida pelo seu universo sonoro singular, que se move entre o slowcore, a folk e o lo-fi pop, Gurevich tem vindo a construir uma obra marcada pela vulnerabilidade sem filtros e por um humor negro subtil, assente numa entrega emocional absoluta. As suas canções habitam territórios de saudade, desejo, perda e fatalismo — assuntos que encontram eco natural em terras lusitanas e que já inspiraram músicos como Rodrigo Leão, com quem colaborou em 2021 no tema “Friend of a Friend”, uma das canções mais emblemáticas do compositor português.

Nestes concertos, Michelle Gurevich apresenta ao vivo o seu novo álbum, It Was the Moment, sétimo da sua carreira, escrito e produzido num período de luto e instabilidade emocional. Considerado um dos seus trabalhos mais crus e expressivos até hoje, o disco aprofunda o seu lugar na linhagem dos grandes chansonniers dramáticos, explorando temas como a submissão à paixão e a natureza efémera dos encontros, mas também a perda da mãe e do lar, o colapso interior e uma sensação difusa de fim dos tempos.

Musicalmente, It Was the Moment percorre toda a paleta que define Michelle Gurevich: do realismo sombrio e de contornos lynchianos à elegância irónica, passando pela grandiosidade da melancolia épica que se tornou a sua assinatura. Ao vivo, estas canções ganham uma nova dimensão, num formato que conjuga maior riqueza instrumental com a intimidade e a liberdade artística que caracterizam o seu percurso independente.

Com concertos regularmente esgotados em cidades como Berlim, Istambul, Atenas ou Varsóvia, a artista conquistou uma audiência fiel que, da diáspora de Leste à cena queer berlinense, partilha uma atração comum pelo drama, pela emoção sem concessões e pela beleza do desamparo. Em Portugal, esse encontro promete ser, uma vez mais, intenso, próximo e inesquecível.

Do quarto onde as canções nascem ao palco onde ganham corpo, Michelle Gurevich regressa para dois espetáculos que transcendem a simples apresentação: são momentos de catarse partilhada e de reconhecimento mútuo entre artista e público.

TIGRAN HAMSYAN REGRESSA AO PORTO EM 2026

Depois dos memoráveis concertos de 2025 em Lisboa e Ovar, e da passagem fulgurante pelo Misty Fest (Lisboa e Porto), em 2022, Tigran Hamasyan regressa a Portugal para apresentar o seu novo e ambicioso projecto: Manifeste. Neste trabalho, o compositor arménio funde as suas raízes folk com a intensidade do rock progressivo, o misticismo coral e texturas electrónicas.


O concerto terá lugar na Casa da Música, no Porto, a 21 de Abril de 2026. Em palco, Hamasyan terá a companhia de músicos de excepção: Marc Karapetian no baixo e uma impressionante secção rítmica que inclui Matt Garstka, Arthur Hnatek, Arman Mnatsakanyan e Nate Wood, entre outros. Colaboram ainda o violoncelista Artyom Manukyan, o trompetista Daniel Melkonyan, o guitarrista Nick Llerandi e o Coro de Câmara Estatal de Erevan, dirigido por Kristina Voskanyan.

Gravado entre Erevan, Atenas, Moscovo e Los Angeles, Manifeste é uma declaração musical de transcendência e transformação, onde o piano de Hamasyan descobre novas dimensões cinematográficas. Um ritual sonoro que se desdobra desde o meditativo Prelude for All Seekers até ao poderoso National Repentance Anthem.

A crítica internacional tem apontado Manifeste como um dos discos mais arrojados e espiritualmente intensos da carreira de Hamasyan: um verdadeiro manifesto sonoro onde o humano, o digital e o sagrado se entrelaçam.


WIM MERTENS ANUNCIA NOVO CONCERTO EM PORTUGAL

 
VALE DE CAMBRA RECEBE O COMPOSITOR BELGA 
NO DIA 1 DE FEVEREIROnicio de 2026, acaba de ganhar mais uma paragem: Vale de Cambra junta-se oficialmente ao mapa de concertos em Portugal, com um espetáculo no Centro de Artes e Espetáculos (CAE), a 1 de Fevereiro . Uma adição que surge no seguimento da forte adesão do público. A data de Lisboa, na Aula Magna, encontra-se quase esgotada.


Depois de Coimbra, Lisboa e antes da consagração no Porto, Vale de Cambra recebe um dos mais respeitados compositores da música contemporânea europeia, num concerto que promete intensidade emocional, sofisticação sonora e a habitual presença magnética de Mertens em palco.

30 JANEIRO

Coimbra – Convento São Francisco


31 JANEIRO

Lisboa – Aula Magna


1 FEVEREIRO

Vale de Cambra – NOVA DATA


2 FEVEREIRO

Porto – Casa da Música

UMA VIAGEM ENTRE O NOVO E O ICÓNICO



A digressão marca o regresso de Wim Mertens a Portugal com “Ranges of Robustness” (2024), o seu mais recente álbum, onde o compositor belga cruza novas paisagens sonoras com composições que atravessam décadas. Do experimentalismo de “For Amusement Only” (1980), feito apenas com sons de máquinas de flippers, até aos incontornáveis “Struggle for Pleasure” ou “Maximizing the Audience”, Mertens continua a expandir a sua linguagem minimalista e emocional.

Em palco, será acompanhado por um ensemble de sopros (trompete, corneta, trompa, trombone, saxofones), amplificando a densidade harmónica e a teatralidade do espetáculo.

Com mais de 70 álbuns editados, composições para cinema e teatro (como a banda sonora de “The Belly of an Architect”, de Peter Greenaway), Mertens é hoje uma figura maior da criação artística europeia. A sua música hipnótica e singular é uma experiência ao vivo – ou não fosse este o homem que consegue pôr um silêncio inteiro a ouvir-se.

LUDOVICO EINAUDI  ANUNCIA TERCEIRA DATA EM LISBOA

DEPOIS DE ESGOTAR QUASE DE IMEDIATO
OS CONCERTOS DOS DIAS 24 E 25 DE MARÇO

Sozinho em palco, o compositor e pianista guia o público através de um repertório que inclui peças emblemáticas como “Nuvole Bianche”, “Experience” ou “Una Mattina”, a par de composições menos conhecidas e novas criações concebidas para esta etapa do seu percurso artístico.

No dia 23 de março de 2026, o Coliseu dos Recreios recebe novamente “Solo Piano”, a série de concertos especiais a solo de Ludovico Einaudi que privilegia a proximidade em sala e o ambiente intimista entre artista e plateia. Um espetáculo profundamente envolvente, marcado pela sensibilidade inconfundível de um dos maiores compositores da atualidade, e que promete ser um dos pontos altos do calendário musical do próximo ano.

Solo Piano e a essência de uma linguagem única

Uma das marcas mais intensas da obra de Einaudi é o espaço entre as notas: esse intervalo de silêncio onde a emoção se torna palpável. É este território subtil, entre som e vazio, que o formato a solo releva de forma pura e direta. Em “Solo Piano”, o compositor e intérprete convida o público a mergulhar mais fundo na sua identidade musical, a partir de uma escuta atenta, contemplativa e partilhada.

Reconhecido pela sua capacidade de criar paisagens sonoras profundamente emotivas, Ludovico Einaudi é hoje um dos compositores contemporâneos mais escutados em todo o mundo. A sua música, frequentemente descrita como minimalista e cinematográfica, tem conquistado plateias de todo o mundo e colorido cinema e televisão com bandas sonoras memoráveis.

JOE JACKSON FINALMENTE EM PORTUGAL – 17 de outubro, Porto | Casa da Música, 18 de outubro, Lisboa | Aula Magna

JOE JACKSON

FINALMENTE EM PORTUGAL

PARA APRESENTAR AO VIVO 
O NOVO ÁLBUM, HOPE AND FURY, NO PORTO E EM LISBOA
Um dos mais prolíficos e camaleónicos artistas a emergir da New Wave britânica regressa finalmente a Portugal, e com novo álbum na bagagem! Joe Jackson vem apresentar Hope and Fury, que será lançado em abril de 2026, em dois concertos imperdíveis no Porto (Casa da Música, 17 de outubro) e em Lisboa (Aula Magna, 18 de outubro).

Conhecido pela sua personalidade musical inquieta — tão propensa a criar o seu próprio mainstream, feito de canções pop sofisticadas com ritmos e combinações de instrumentos variados, como a afastar-se dele, tal como mostrou no seu mais recente “desvio” de 2023 (Mr. Joe Jackson presents Max Champion in ‘What A Racket!’), onde encarnou de forma hilariante um artista esquecido do Music Hall eduardiano — Jackson não dá sinais de abrandar. Afinal, como disse numa entrevista à revista britânica Chap: “Sempre soube que estava nisto da música para a vida.”

Hope and Fury vê-o regressar ao presente e ao universo musical que melhor o caracteriza. As nove sólidas canções que o compõem poderão remeter os fãs para trabalhos tão reconhecíveis como Fool (2019), Laughter and Lust (1991) e o incontornável Night and Day (1982). Tal como esses álbuns, Hope and Fury transborda de melodias inspiradas, letras inteligentes e ritmos irresistíveis. O título — referência irónica à canção patriótica Land of Hope and Glory — indicia um Joe Jackson mais inglês e reflexivo do que o habitual, manifestando uma relação de amor/ódio com a sua terra natal. Mas este é um disco cheio de contrastes, predominantemente animado e com o humor característico de JJ bem presente.

Entre a ironia e a emoção, Hope and Fury confirma a vitalidade e a consistência de um artista que continua a reinventar-se sem perder identidade. Dividido entre Nova Iorque e Portsmouth, Jackson descreve-se como “bicoastal” — tanto geográfica como musicalmente — e o novo álbum traduz precisamente essa versatilidade: uma fusão de ritmos latinos, jazz, funk e rock ao serviço de uma escrita sempre inconfundível.

Em palco, Joe Jackson promete revisitar momentos marcantes da sua carreira, mas também apresentar as novas canções com a energia e a mestria de quem continua, mais de quatro décadas depois, a desafiar rótulos e expectativas.

RIVAL CONSOLES APRESENTA O NOVO ÁLBUM AO VIVO EM PORTUGAL – 1 de maio, Porto | 2 de maio, Lisboa

RIVAL CONSOLES EM PORTUGAL
COM UM IMERSIVO ESPETÁCULO AUDIOVISUAL
NO PORTO E EM LISBOA


Um dos nomes mais sonantes da eletrónica britânica apresenta ao vivo o mais recente álbum, Landscape from Memory, num formato que assinala o novo capítulo da sua contínua busca por refinamento e evolução.

Em julho de 2025, Rival Consoles lançou Landscape from Memory, pela editora Erased Tapes e apresenta-o agora num espetáculo inédito e imersivo, que combina som e imagem numa experiência audiovisual única.

O concerto abrange material de toda a sua carreira — dos trabalhos mais ambientais à sua interpretação singular do techno — construindo uma narrativa contínua de ideias, muitas das quais serão ouvidas ao vivo pela primeira vez. Os visuais são co-criados e apresentados em tempo real por Sky Ainsbury.

A A/V Tour, digressão onde se insere este espetáculo disruptivo, passa pela Casa da Música, no Porto, dia 1 de maio e pelo LAV, em Lisboa, no dia 2 de maio.Conhecido pela forma como faz os sintetizadores soar humanos e emotivos, Rival Consoles (alter-ego de Ryan Lee West) construiu, ao longo de quase duas décadas, uma discografia aclamada pela crítica — com trabalhos como Persona (2018), Articulation (2020) e Now Is (2022) — que consolidou o seu estatuto como um dos criadores mais inventivos da música eletrónica contemporânea. A sua sonoridade ambiental e expansiva foi classificada pela Pitchfork como “impossível de ignorar e difícil de esquecer”.

Para o público português, esta será a oportunidade de mergulhar como nunca na intensidade e no detalhe do universo sonoro de Rival Consoles, num espetáculo profundamente sensorial, que promete ser tão de emotivo quanto transcendente.

NILS HOFFMANN AO VIVO EM LISBOA – 20 de março, Lisboa, Casa Capitão

NILS HOFFMANN
AO VIVO EM LISBOA

O produtor berlinense apresenta
o novo álbum, Everlight, na Casa Capitão

Depois de uma passagem pelo Misty Fest, em 2024, onde conquistou o público português com a sua sonoridade emotiva e envolvente, Nils Hoffmann regressa a Portugal para apresentar o novo disco, Everlight, num concerto único na Casa Capitão, dia 20 de março de 2026.

Lançado pela recém-criada editora Everlight, o disco homónimo cimenta a maturidade artística do produtor berlinense e marca um passo decisivo na sua carreira ascendente. O álbum está repleto de momentos radiantes e feitos à medida dos grandes festivais, mas o seu coração reside nas subtilezas. Hoffmann domina com mestria o equilíbrio entre o instinto de pista de dança e a sensibilidade de compositor — um talento ancorado na sua formação clássica e refinado por anos a moldar a energia dos clubes e festivais por onde passou. O resultado é o seu trabalho mais coeso até à data, que soa tão natural num set ao nascer do sol quanto numa viagem noturna de carro.
Profundamente influenciado pela tradição eletrónica alemã, Nils Hoffmann cresceu a ouvir nomes como Paul Kalkbrenner e Trentemøller, referências que lapidaram o seu estilo característico: uma combinação de house progressiva e melódica, rica em texturas e atmosferas cinematográficas. Ao longo da sua carreira, tem passado por alguns dos principais festivais internacionais, como o Tomorrowland e o Echelon Festival, e partilhado o palco com artistas de renome como Ben Böhmer, Gorgon City, Franky Wah, Stephan Bodzin e Tiga.

Com mais de 250 milhões de streams acumulados em todas as plataformas, o artista afirma-se como uma das figuras centrais da nova geração da música eletrónica europeia.

Agora, é a vez do público lisboeta se reencontrar com uma das forças mais luminosas da house melódica, no momento em que brilha mais intensamente.