LINA_ & JULES MAXWELL LANÇAM O PRIMEIRO SINGLE “NÃO DEIXEI DE SER QUEM SOU”

LINA_ & JULES MAXWELL

CELEBRAM AS LIGAÇÕES POÉTICAS MENOS CONHECIDAS ENTRE PORTUGAL E A IRLANDA EM NOVO PROJETO: “NÃO DEIXEI DE SER QUEM SOU” É O PRIMEIRO SINGLE DO ÁLBUM “TERRA MÃE”RTISTAS: LINA_ & JULES MAXWELL

SINGLE: NÃO DEIXEI DE SER QUEM SOU

DURAÇÃO DA FAIXA: 05:08

DATA DE LANÇAMENTO DO SINGLE: 2 DE MAIO DE 2025

SINGLE ANTECIPA O ÁLBUM: TERRA MÃE

EDITORA: ATLANTIC CURVE | SCHUBERT MUSIC EUROPE

GÉNERO: GLOBAL ELECTRONICA

LÍNGUA: PORTUGUÊS

Depois do lançamento do aclamado “Fado Camões” e do EP “O Fado”, este úlitmo em parceria com o pianista e compositor espanhol Marco Mezquida, a próxima viagem da carreira da multipremiada LINA_ é a parceria com Jules Maxwell, compositor e teclista irlandês dos Dead Can Dance.

“Não Deixei de Ser Quem Sou” é o primeiro single e marca o início da proposta criativa da dupla, que visa suceder “Burn”, álbum de Lisa Gerrard e Jules Maxwell, editado em 2021.

RODRIGO LEÃO APRESENTA “O RAPAZ DA MONTANHA”

Álbum é editado esta sexta-feira, dia 25 de abril, pela Galileo Music

Um disco, mais português que nunca, onde as melodias se tornam urgência e as palavras ganham chão – com coros, percussão e cumplicidades antigas a traçar o retrato de um país real e íntimo.

O nome do compositor Rodrigo Leão é conhecido do público português desde os tempos da banda Sétima Legião. Posteriormente, integrou os Madredeus, projeto com o qual reforçou a sua visibilidade. Em 1993, lançou o primeiro disco em nome próprio, Ave Mundi Luminar, iniciando uma carreira a solo que viria a incluir uma discografia extensa, onde constam também bandas sonoras e colaborações com artistas como Ryuichi Sakamoto, Neil Hannon (Divine Comedy), Beth Gibbons (Portishead) ou Michelle Gurevich.

Agora, trinta e dois anos depois da estreia como músico a solo chega este O Rapaz da Montanha. E não há como evitar o adjetivo: o novo disco de Rodrigo Leão é surpreendente, quer em termos musicais quer até em termos de carreira do compositor. O próprio o reconhece: “Foi um disco inesperado. Há três anos que o tinha na cabeça e fui construindo-o de forma muito focada, de uma maneira diferente da que aconteceu nos anteriores, em que a composição saía sem tempo ou intenção determinada. Aqui, a partir daquela frase da Ana Carolina [Costa] ‘Se Deus perdoa a quem engana/quem é que perdoa a Deus ?’ [incluída no tema Cadeira Preta] comecei logo a pensar no que iria fazer. E agora que está acabado acho que é o disco mais português que fiz até hoje”.

Esta noção de identidade é verdadeira: percorre mais intensamente vários discos do compositor e estão visíveis na compilação Os Portugueses (2018). E com efeito este novo disco pode caber nessa identidade que de um modo ou outro sempre esteve presente na obra de Leão.

Agora, em 2025, O Rapaz da Montanha apresenta de facto uma mudança de forma e substância. Musicalmente , a utilização de coros (em que o próprio compositor participa), que reforça um sentimento coletivo, e uma marcada percussão em alguns temas evoca desde logo alguns cantatautores portugueses da década de 1970, algo que Leão reconhece.

A nível da lírica também se percebe uma mudança de abordagem: os sentimentos etéreos e melancólicos que tão bem estão representados na obra de Leão dão aqui lugar a uma linguagem mais direta, que dialoga com uma realidade dificil mas verdadeira. As palavras mostram homens “presos naquela engrenagem” (O Rapaz da Montanha), mulheres subjugadas e com vontade de libertação  (Guarda-te), gente à procura de si mesma (Andava Eu, Estranho Imperfeito), a dura faina no mar (Lobos do Mar) ou personagens que se debatem com a sua mortalidade e são reféns no mais terrível dos territórios – o país do “Se”, do que ficou por fazer (Madrugada). Como é hábito, Ana Carolina Costa é a autora da maioria das palavras, com as exceções de Gito Lima (Estranho Imperfeito), Francisco Menezes (Esperança) e João Pedro Diniz (Vento Sem Fim). No final o que fica é um apelo à ação, a um libertar das grilhetas dos dias, uma luta que vale a pena enfrentar mas que nunca prescinde do céu da esperança. “Lá em baixo não há nada/ mas há tanto p’ra fazer!”, canta-se em O Rapaz da Montanha.

O mundo da criação de Rodrigo Leão vive desde sempre intimamente ligado aos afetos, quer seja através da família ou dos amigos. Sem surpresas aparecem neste disco cúmplices novos e mais antigos, como Pedro Oliveira (amigo de infância, cantor da Sétima Legião, co-produtor do álbum com Leão e João Eleutério e interveniente como músico em vários temas e cantor em Esperança) ou um amigo e cúmplice de vários projectos (Sétima Legião, Madredeus e Os Poetas): o acordeonista Gabriel Gomes. Há lugar também para convidados como José Peixoto (guitarra clássica), Carlos Poeiras (acordeão), Francisco Palma (voz) ou o ilustrador Tiago Manuel, que sem esforço passam a cidadãos honorários da obra de Leão. A sua família próxima também colabora : para além da autora das palavras e sua mulher Ana Carolina Costa, os filhos Sofia, Rosa e António estão presentes ao longo do disco. Mesmo os músicos que Leão chamou para este disco refletem anos de trabalho e cumplicidade: a cantora Ana Vieira – a voz principal do disco – ,Viviena Tupikova (violino), Bruno Silva (viola), Celina da Piedade (acordeão), Carlos Tony Gomes (violoncelo e autor dos arranjos de cordas),  João Eleutério (guitarra, baixo e sintetizador), António Quintino (contrabaixo) e Frederico Gracias (bateria e percussão).

Seria errado dizer que O Rapaz da Montanha significa uma revolução no universo musical de Rodrigo Leão. É antes uma evolução consequente, que mesmo trazendo mudanças não abandona um milímetro da identidade musical do compositor. Com uma já longa e notável carreira, a inquietação e a curiosidade permanece viva em Rodrigo Leão.

DANÇAS OCULTAS LANÇAM O SEGUNDO SINGLE “PEDRA DO SOL” E ESTREIAM O VIDEOCLIPE DE “PULSAR”

Novo álbum INSPIRAR é editado a 23 de maio pela Galileo Music

Após o lançamento do single “PULSAR”, primeira amostra relativa ao novo álbum INSPIRAR, que terá edição a 23 de maio, Danças Ocultas desvendam o segundo single “PEDRA DO SOL”, já disponível nas plataformas digitais.

“PEDRA DO SOL” é o título inspirado numa pedra preciosa conhecida pelo seu brilho cintilante, que lembra os raios do sol. Esta canção reflete essa mesma luz, com uma sonoridade que vai dos graves profundos do baixo até aos agudos brilhantes da melodia. Tal como a pedra que lhe dá nome, a música transmite energia, alegria e uma vibração positiva, tornando-se uma fonte de inspiração e bem-estar para quem a escuta.

Para o seu décimo álbum, INSPIRAR, o grupo assumiu abertamente o conceito de criar tempo, luz e respiração, com a intenção de moldar uma música crua, mas expressiva. Houve algo de muito orgânico neste processo como se cada peça fosse burilada e esculpida até restar apenas o essencial.

Danças Ocultas lançam videoclipe referente ao single “PULSAR”

Já está disponível o videoclipe de “PULSAR”, o primeiro single que antecipa o novo álbum INSPIRAR. Clique abaixo para ver o video

https://www.youtube.com/watch?v=RD5RCHnUV4c

Danças Ocultas estão entre os representantes mais inovadores e emocionantes da música contemporânea portuguesa. A presença rebelde, animada e, por vezes, excêntrica dos seus instrumentos (acordeão diatónico – concertina) desenha uma música que passa de registos eternamente tranquilos e apaziguadores para sons mais bailantes ou embalantes acompanhados de um efeito visual sedutor com os seus foles que parecem nunca mais parar de abrir. Com uma estética marcada pela subtileza, pelo silêncio e pela busca da essência, os Danças Ocultas criam música instrumental que atravessa fronteiras — geográficas, estilísticas e emocionais.

Danças Ocultas estarão em digressão, entre abril e julho, com as seguintes datas:
23 Abril • Rorschach [CH] • Kulturfabrik INDUSTRIE36 • 20h
24 Abril • Innsbrück [AT] • Treibhaus • 20h30
25 Abril • Turnhout [BE] • De Warande • 20h15
26 Abril • Roeselare [BE] • De Spil • 20h30
27 Abril • Sint-Niklaas [BE] • Stadsschouwburg • 20h
30 Abril • Leuven [BE] • 30CC • 20h
Julho • Brasil

SOFIA LEÃO ANUNCIA CONCERTOS DE APRESENTAÇÃO DO ÁLBUM “MAR” E LANÇA VÍDEO REFERENTE AO NOVO SINGLE “NÃO ME CONHEÇO”

No âmbito do lançamento de Mar, álbum de estreia que terá edição UGURU a 9 de maio, Sofia Leão anuncia dois concertos de apresentação para os dias 2 e 3 de maio, no MACAM (Museu de Arte Contemporânea Armando Martins), em Lisboa.

Nesta dupla estreia ao vivo da jovem cantora, compositora, multi-instrumentista e produtora, esperam-se paisagens sonoras feitas de piano cristalino, eletrónica etérea e harmonias vocais que ondulam como marés emocionais.

Mais do que um concerto, esta apresentação é uma estreia com cheiro a sal e pele arrepiada — uma oportunidade rara de conhecer ao vivo uma nova e singular voz da música portuguesa, ainda a começar… mas já com tanto para dizer.

Depois do lançamento do segundo single “Não me conheço” (sucedeu a “Valsa”), Sofia Leão lançou, no passado dia 9 de abril, o videoclipe do tema, realizado por João Eleutério com imagens captadas pela própria.

Neste tema, a artista assume as vozes, piano e sintetizadores, e conta com Bruno Silva na viola de arco. Sofia coloca perguntas que são universais -“Onde é que o mar acaba? Onde é que o céu começa?” -, mas que ganham outra ressonância com a sua voz tranquila, quase sussurrada.

“Este tema dá voz a algumas perguntas que me fazem curiosa. Elas caem do céu e sobrepõem-se umas às outras e, antes sequer de aparecer uma resposta, surge uma nova pergunta. Quanto mais me apercebo da distância a que estou destas respostas, mais tranquila me sinto.”, explica.

SOFIA LEÃO LANÇA NOVO SINGLE “NÃO ME CONHEÇO” ANTECIPANDO O ÁLBUM DE ESTREIA MAR

O álbum é editado a 9 de maio pela UGURU

A jovem cantora, compositora, multi-instrumentista e produtora acaba de lançar “Não me conheço”, o segundo single que antecipa a chegada do álbum de estreia, Mar, com edição marcada para 9 de maio pela UGURU.

Ficha técnica:

Música e letra – Sofia Leão

Sofia Leão – Vozes, piano e sintetizadores

Bruno Silva – Viola de arco

Produzido por Sofia Leão e João Eleutério

Gravado, misturado e masterizado por João Eleutério em 2024 no Tabaqueira Estúdio

“Este tema dá voz a algumas perguntas que me fazem curiosa. Elas caem do céu e sobrepõem-se umas às outras e, antes sequer de aparecer uma resposta, surge uma nova pergunta.

Quanto mais me apercebo da distância a que estou destas respostas, mais tranquila me sinto.”

Neste single, a artista assume as vozes, piano e sintetizadores, e conta com Bruno Silva na viola de arco. Com música e letra assinada pela própria Sofia, “Não me conheço” tem a produção da artista e de João Eleutério.

Neste tema, Sofia coloca perguntas que são universais – “Onde é que o mar acaba? Onde é que o céu começa?” -, mas que ganham outra ressonância com a sua voz tranquila, quase sussurrada.

“Não me conheço” já está disponível nas plataformas digitais e dá seguimento a “Valsa”, o primeiro single de Mar, álbum de estreia de Sofia Leão. Esta obra, com edição marcada para 9 de maio, é composta por canções feitas de melodias transparentes e simples desenhadas ao piano, envoltas em cordas ou ambientes eletrónicos fugazes, elevadas por harmonias que cria com a sua voz, como puzzles vocais em que encaixa as peças que a sua imaginação lhe oferece.

O vídeo referente ao single “Não me conheço” estará disponível no dia 9 de abril.

DELFINS ANUNCIAM DIGRESSÃO “U OUTRO LADO”

Na atmosfera intimista dos teatros e auditórios, os Delfins convidam o público a embarcar numa viagem por canções menos conhecidas, mas que carregam a mesma força e identidade que definiu a sua trajetória.

U outro lado

Em 1988, os Delfins editavam U Outro Lado Existe, um manifesto pop que não só cravou no cancioneiro nacional temas como 1 Lugar ao Sol, Aquele Inverno e Bandeira, mas também serviu como declaração de princípios: há sempre um outro lado, um lado B menos óbvio, mais íntimo, onde reside a verdadeira essência de uma banda.

Se na altura o Delfim chamava a atenção para a existência e preservação de um caminho pop-rock alternativo à música ligeira, hoje essa premissa nunca foi tão evidente.

Em 2025, os Delfins voltam a esse ponto de fuga, onde os acordes esquecidos ganham nova vida e as entrelinhas da sua discografia se tornam protagonistas.

Uma nova digressão, um novo fôlego

Depois da grande celebração dos 40 anos de canções – com concerto no Meo Arena, Super Bock Arena, Multiusos de Guimarães, Rock in Rio, Vilar de Mouros e um extenso percurso por festivais e festas de norte a sul do país – os Delfins, como monges do seu próprio destino, recolhem à intimidade dos teatros e auditórios para uma digressão singular, onde muitos dos temas que normalmente ficam de fora das playlists ganham um novo fôlego.

“U Outro Lado” será, assim, um espaço único de reencontros e proximidade por excelência, convidando o público a imergir nas memórias futuristas da dinâmica inconfundível que sempre caracterizou o percurso da banda. Acontece por tempo limitado, num espaço onde a proximidade não é apenas física, mas emocional. Como tudo o que é raro. E indispensável.

Datas

A digressão arranca em Lisboa a 1 de Dezembro, passando por Coimbra, Braga e Porto, e chegando a Aveiro em Janeiro de 2026.

1 Dez – Lisboa – Teatro BBVA

5 Dez – Coimbra – Convento São Francisco

12 Dez – Braga – Forum Braga

27 Dez – Porto – Casa da Música

17 Jan – Aveiro – Teatro Aveirense

Os bilhetes estão disponíveis na Ticketline e nas bilheteiras dos diferentes espaços de apresentação.

Caso raro de longevidade e reinvenção, os Delfins preparam-se para uma nova viagem com U Outro Lado, a digressão que promete dar brilho às canções menos óbvias, mas igualmente marcantes, do seu repertório.

RODRIGO LEÃO LANÇA NOVO SINGLE “JÁ SABIA”, ANTECIPANDO O ÁLBUM “O RAPAZ DA MONTANHA”


Rodrigo Leão apresenta “O Rapaz da Montanha”, ao vivo, no próximo dia 29 de março, na Casa da Música – Porto
Rodrigo Leão acaba de lançar “Já Sabia”, o terceiro single que antecipa a chegada do seu novo álbum, “O Rapaz da Montanha”, com edição marcada para 25 de abril pela Galileo Music. Com música assinada pelo próprio Rodrigo Leão e letra de Ana Carolina Costa, “Já Sabia” é um tema profundo e intimista, explorando a força pessoal encontrada ao aprender a dizer “não” e seguir em frente.

Neste single, Rodrigo Leão assume a voz, sintetizador e baixo, e conta com um elenco artístico de excelência, incluindo Ana Vieira, Sofia Leão, Pedro Oliveira e Ana Carolina Costa nas vozes, José Peixoto na guitarra clássica, Celina da Piedade no acordeão, Viviena Tupikova no violino, Bruno Silva na viola, Carlos Tony Gomes no violoncelo e Frederico Gracias na bateria e percussão.”Já Sabia” reflete a profundidade musical e lírica que caracteriza “O Rapaz da Montanha”, um trabalho que Rodrigo descreve como o disco mais português da sua carreira, destacando-se por uma sonoridade coletiva dos coros e uma marcada presença da percussão. Esta obra é apresentada não como uma ruptura, mas como uma evolução natural e coerente com o percurso do compositor, mantendo sempre viva a identidade musical que define a sua carreira.

“O Rapaz da Montanha” é uma obra com produção conjunta de Rodrigo Leão, João Eleutério e Pedro Oliveira, e conta com colaborações especiais que vão desde artistas consagrados a novos talentos, incluindo familiares próximos do compositor. Entre as colaborações destacadas está o single imediatamente anterior, “Andava Eu”, com a participação especial de Francisco Palma.

“Já Sabia” está já disponível nas plataformas digitais, reforçando a profundidade emocional e a inovação musical que Rodrigo Leão tem vindo a revelar neste tão aguardado álbum. Antes mesmo do lançamento oficial do disco, Rodrigo Leão tem dado a conhecer este trabalho ao vivo, com concertos esgotados em Lisboa, nos dias 28 e 29 de janeiro no Centro Cultural de Belém, e estará também no Porto, a 29 de março, na Casa da Música, proporcionando mais uma oportunidade de se experienciar antecipadamente esta nova obra.

Rodrigo Leão continua assim a afirmar-se como um dos compositores mais relevantes e inspiradores da atualidade, oferecendo ao público obras que ultrapassam fronteiras e que marcam profundamente quem as escuta.FICHA TÉCNICA
Música – Rodrigo Leão
Letra– Ana Carolina Costa

Rodrigo Leão – voz, sintetizador e baixo
Ana Vieira – voz
Sofia Leão – voz
Pedro Oliveira – voz
Ana Carolina Costa – voz
José Peixoto – guitarra clássica
Celina da Piedade – acordeão
Viviena Tupikova – violino
Bruno Silva – viola
Carlos Tony Gomes – violoncelo
Frederico Gracias – bateria e percussão
29 MARÇO
RODRIGO LEÃO – OS PORTUGUESES
CASA DA MÚSICA, PORTO

25 ABRIL
RODRIGO LEÃO – OS PORTUGUESES: O RAPAZ DA MONTANHA
TEATRO MUNICIPAL DA GUARDA

06 MAIO
RODRIGO LEÃO – OS PORTUGUESES
TEATROS DEL CANAL – SALA VERDE, MADRID

17 MAIO
RODRIGO LEÃO
CENTRO CULTURAL, PAREDES

LINA_ & Marco Mezquida anunciam colaboração – Novo Disco e Tour

LINA_ e Marco Mezquida estão felizes e entusiasmados por anunciar o lançamento de O Fado, a sua aventura musical, o resultado de um diálogo intenso, criativo e apaixonado. Numa colaboração entre a UGURU e Julio Quintas – Management & booking, o EP será distribuído de forma digital, mundialmente, pela Galileo Music.

Ficha Técnica:

Voz: LINA_

Piano: Marco Mezquida

Gravação, Mistura e Masterização: Albert Moraleda

Gravado no dia 15 de janeiro de 2025 nos Moraleda Studios em La Garriga, Barcelona

LINA_ & Marco Mezquida entregam um EP cujo título não deixa margem para dúvidas, mas que oferece um novo e distinto enquadramento para esta música que é património imaterial do universo.

A leveza do piano e a voz que voa

“O Marco”, explica-nos LINA_, “trouxe uma grande leveza à minha música. O piano é um instrumento muito completo, com o qual sempre tive um contacto muito próximo, mas com o Marco há algo diferente. É como se o piano fosse uma extensão do corpo dele. E a forma como ele o aborda faz-me flutuar.”

A voz de LINA_, que tem sido alvo de rasgados elogios na imprensa nacional e internacional, é de facto um instrumento rico por si só, que ganha com estes diálogos próximos com outros instrumentos de personalidades vincadas. E que, como bem sabe quem já a viu e ouviu em palco, gosta de voar.

Um encontro natural entre dois artistas

O encontro entre LINA_ e o pianista catalão Marco Mezquida foi natural, resultado de uma profunda admiração mútua. Ambos os artistas entendem que estes encontros dão origem a algo que supera a soma das partes, algo que, em modo solitário, nenhum seria capaz de alcançar.

A paixão que Mezquida admite sentir pela voz de LINA_ é retribuída pela fadista, que não poupa elogios ao lirismo que o seu companheiro expõe de forma tão clara nesta nova aventura.

Clássicos reinventados e um fado original

O Fado é um EP em que LINA_ mostra também os seus dotes de compositora: no tema que dá título ao disco, baseado num poema de Florbela Espanca que a própria fadista musicou, percebe-se a devoção que LINA_ tem ao género que a consagrou, mas também se vê que a sua imaginação consegue ir longe, não se deixando prender por dogmas.

Neste trabalho discográfico, os artistas apresentam uma nova abordagem aos clássicos “Fado da Defesa” (que Maria Teresa de Noronha gravou sem utilizar o poema integral de António Calém, que aqui ganhou um novo espaço) e “Gota d’Água” de Flávio Gil. LINA_ aborda o universo da língua castelhana em “El Rosario de Mi Madre”, tema eternizado por Maria Dolores Pradera, lendária cantora espanhola, e no qual LINA_ adivinhou ligações ao fado, talvez porque a melancolia poética expressa no tema é, afinal, universal.

“É um repertório muito orgânico e fluido”, sugere Marco Mezquida, em sintonia com a própria LINA_, que garante que o lugar que se constrói neste novo disco é exatamente aquele em que a sua voz quer habitar neste momento.

O Fado é um projeto que levará LINA_ e Marco Mezquida ao encontro do público internacional em 2025, numa digressão conjunta que os fãs de ambos os artistas aguardam com natural expectativa.

Disponível a partir de 14 de março

O EP é lançado a 14 de março e será distribuído de forma digital, mundialmente, pela Galileo Music. Esta é uma colaboração entre a UGURU e Julio Quintas – Management & booking.

FRANCISCO SASSETTI – LANÇA AMANHÃ NOVO ÁLBUM E ANUNCIA LOTAÇÃO ESGOTADA PARA O CONCERTO EM LISBOA

Amanhã, dia 7 de março, ficará disponível HOME – Reworked for Felt Piano. O novo álbum de Francisco Sassetti chegará ao público em formato CD e vinil, editado pela UGURU. Esta obra representa uma revisitação ao universo sonoro de Home, agora reinterpretado no felt piano, trazendo uma nova dimensão de profundidade e intimismo às suas composições.

Para celebrar este lançamento, Francisco Sassetti apresentará Home Felt Piano ao vivo em dois concertos imperdíveis: no Centro Cultural de Belém (CCB), em Lisboa, a 9 de março, e na Casa da Música, no Porto, a 16 de março. O concerto em Lisboa já se encontra esgotado e restam poucos bilhetes para a atuação no Porto. Estas datas marcam o regresso do pianista aos palcos nacionais, numa experiência que promete envolver o público com a sua abordagem intimista e emotiva.

Ficha Técnica:
Compositor: Francisco Sassetti
Gravação e Mistura: João Paulo Nogueira e Zé Tó Lemos, Escola Superior de Música de Lisboa, março de 2023
Masterização: João Lebre, Londres, abril de 2023
Produção: Zé Tó Lemos
Uma História Contada ao Piano

Francisco Sassetti distingue-se pela sua capacidade única de transformar experiências pessoais e quotidianas em narrativas musicais envolventes. Inspirado pelas viagens entre estilos musicais, cria verdadeiros contos ao piano, num registo de storytelling que toca o coração do público.

A sua música insere-se no movimento neoclássico, uma vertente minimalista que dialoga com nomes como Arvo Pärt, Wim Mertens, Michael Nyman e Ludovico Einaudi. Este estilo une influências da música clássica, jazz e bandas sonoras, criando uma experiência única e emocional.

Os concertos de 9 e 16 de março serão uma oportunidade única para testemunhar a mestria de um artista que continua a redefinir o panorama musical contemporâneo.

Três Décadas de Excelência Artística

Com mais de 30 anos de carreira, Francisco Sassetti é um nome incontornável da cena clássica portuguesa. Ao longo do seu percurso, atuou em países como França, Bélgica, Alemanha, Estados Unidos, Espanha e Uruguai, colaborando com alguns dos melhores músicos nacionais e internacionais. Gravou uma dezena de discos, incluindo projetos ao lado de Maria João e Ute Lemper, entre outros.

Além de pianista, é professor na Escola Superior de Música de Lisboa e na Orquestra Metropolitana de Lisboa, compositor, diretor de coro e criador de peças de teatro musical. A sua versatilidade levou-o a participar em espetáculos de cabaret e até numa banda de rock sinfónico, mostrando uma paixão pela música em todas as suas formas.

SOFIA LEÃO – A NOVA ARTISTA DA UGURU, APRESENTA PRIMEIRO SINGLE “VALSA” E ANUNCIA MAR, O SEU ÁLBUM DE ESTREIA

É com alegria que damos as boas-vindas à nova artista Sofia Leão, que se junta agora ao catálogo da UGURU. A jovem cantora, compositora, multi-instrumentista e produtora lançará este ano o álbum de estreia, Mar, que será editado no próximo dia 9 de maio pela UGURU.

“Valsa” é o título do primeiro single de avanço do longa-duração, disponível hoje em todas as plataformas.

Ficha técnica Valsa:

Música e letra: Sofia Leão

Vozes: Sofia Leão

Piano e Sintetizadores: Sofia Leão

Produzido por Sofia Leão e João Eleutério

Gravado, misturado e masterizado por João Eleutério em 2024 no Tabaqueira EstúdioSobre Sofia Leão

A jovem artista descobre-se agora, a si mesma e ao mundo, com Mar. Sofia Leão tem 18 anos e contava apenas 13 quando gravou pela primeira vez com o seu pai, Rodrigo Leão. Participou em “Bailarina”, tema do álbum O Método em que se escutava também o Coro da Associação Musical dos Amigos das Crianças. Foi nessa instituição, a AMAC, que estudou piano clássico com a professora Sara Fernandes, tendo aí concluído o 8o grau desse instrumento. Esses estudos e o piano são algumas das ferramentas de que agora se socorreu neste Mar, mas não as únicas.

Processo de Descoberta

O processo de descoberta musical de Sofia começou há mais tempo, aos 10 anos, quando começou a usar o seu computador para registar as suas primeiras ideias. Mas, explica-nos a própria Sofia, só mais recentemente, aos 15 anos, é que essas primeiras ideias começaram a ganhar “pés e cabeça”. “Graças à preciosa ajuda de amigos de longa data que me acompanharam desde sempre, consegui reunir um cantinho no meu quarto com os materiais necessários para começar a explorar as ideias que soavam em mim. Apaixonei-me pela magia que as vozes, juntas, têm. É uma espécie de puzzle vocal feito por tentativa e erro, resultando em atmosferas, por vezes, improváveis”, explica.

O passo seguinte foi levar o que começou por criar em modo solitário no seu quarto para o estúdio. Com a ajuda de João Eleutério, músico, produtor “e também amigo” que partilha um estúdio com Rodrigo Leão, Sofia deu outro corpo a essas ideias a partir de finais de 2023. Esse trabalho revela-se agora. Como a própria Sofia.