John Grant apresenta “Boy From Michigan” no MISTY FEST 2023

John Grant é, justamente, um dos mais celebrados e consagrados cantautores do nosso tempo, um artista que o histórico NME afiança ter no seu último trabalho criado uma obra “de assombrosa beleza”. De facto, Boy From Michigan, um disco produzido por Cate Le Bon e criado “logo no início do pesadelo da pandemia e durante toda a campanha presidencial”, diz, é um registo extraordinário de um artista que cuida de se reinventar a cada novo passo. E será esse o trabalho que agora trará a Portugal para um muito aguardado concerto. Para Grant, o confinamento foi em grande parte académico. É um homem de natureza insular e retirou-se da sua América natal em 2011, indo viver para a Islândia.
Grant conheceu Le Bon quando atuaram no Park Stage em Glastonbury em 2013 e rapidamente se tornaram amigos e fãs do trabalho um do outro. Posteriormente, ela fez um dueto com Grant no Royal Albert Hall em 2016 e John retribuiu o favor no Green Man em 2018. Falaram muitas vezes sobre a possibilidade de Cate produzir um álbum para ele. “A Cate e eu somos ambos pessoas com muita força de vontade, o que é excelente”, diz Grant. “Fazer um disco é difícil num dia bom. O stress crescente das eleições e da pandemia começou realmente a afetar-nos no final de Julho e Agosto. Por vezes, foi um processo muito stressante, dadas as circunstâncias, mas também cheio de muitos momentos incríveis e alegres”.
Na última década, John Grant afirmou-se como um dos grandes cronistas musicais do Sonho Americano. “Estas canções são viscerais para mim. Acabamos por ficar a marinar no espírito do sítio onde crescemos. Há pessoas que se sentem bem com isso”. E a recompensa é nossa que podemos dessa forma, através das suas canções, entender um pouco melhor a vida e a cultura contemporânea. E não apenas através de uma perspectiva americana já que o amor, a esperança, a perda são preocupações universais para que qualquer pessoa procura respostas. Boy From Michigan é já o quinto álbum na bem recheada carreira a solo do ex-The Czars, mas desde 2020 o cantautor não tem estado parado. Lançou novos singles, o mais recente dos quais o belo Bungalow, o Ep Bolero e, claro, a fantástica versão do clássico folk God’s Gonna Cut You Down usado como tema do genérico da série da BBC “Inside Man”. Tudo boas razões para não o perder ao vivo em 2023.

MISTY FEST 2023 | Nadine Khouri confirmada para Lisboa e Porto

“Meditative, spectral dreamscapes…
extraordinary voice: a fragile, sensuous instrument”
MOJO ★★★★

“Perfumed traces of Galaxie 500, Mazzy Star and Cocteau Twins…
a wonderfully spectral incantation”
UNCUT

A artista anglo-libanesa Nadine Khouri conheceu John Parish (PJ Harvey, Eels, Sparklehorse…) há cerca de 10 anos, altura em que o produtor britânico a desafiou a cantar em “Baby’s Coming” (faixa de “Screenplay”, de 2013) antes de gravar e produzir o seu primeiro álbum “The Salted Air”* (2017), trabalho que, entretanto, granjeou justo culto.

A gravação do seu segundo longa-duração, “Another Life”, igualmente produzido por John Parish), aconteceu durante a pandemia de Covid-19 e foi naturalmente marcada pelas descargas emocionais provocadas pelas duas poderosas explosões no porto de Beirute no início de Agosto de 2020. “A pandemia instalou-se precisamente quando os ensaios estavam prestes a começar, quando queríamos uma gravação rápida destas novas canções. De repente, o mundo congelou, nada podia continuar como planeado”, recorda Nadine.

No interior da capa do álbum, uma fotografia tirada por Steve Gullick revela, por detrás de Nadine Khouri, a extensão de uma cidade mediterrânica branqueada pelo sol, Marselha, onde a artista atualmente reside. Uma cidade de milhares de vidas, milhares de memórias e milhares de histórias, um teatro onde ressoa o percurso de Nadine, a alegria, a tristeza, o arrependimento, o exílio, o desafio ou o desejo – marcas que alimentam a sua música. “As canções surgem-me muitas vezes como imagens de filmes que tento exteriorizar”, explica. “Presa entre quatro paredes, este período de isolamento levou-me a olhar para o meu passado, a recordar pessoas próximas que desapareceram, momentos passados que estão agora longe de mim. Escrevi para não esquecer, para não deixar desaparecer”.

Com as restrições levantadas, Nadine Khouri e John Parish encontraram-se em estúdio para finalmente gravar o álbum como planeado originalmente, com a ajuda de vários músicos de renome. Deste período de incerteza emergem composições de uma beleza cativante. A produção de John Parish dá um fôlego majestoso a estas canções impressionistas, e à voz de Nadine Khouri. Ao vivo, essa presença singular e qualidade artística distinta tornam-se ainda mais evidentes, tal como tem vindo a ser destacado em críticas elogiosas de publicações de referência como a Mojo ou a Uncut.

Misty Fest | Matthew Halsall é a nova confirmação

O trompetista Matthew Halsall regressa a Portugal com um novo trabalho que terá apresentação ao vivo na Casa da Música, Porto e no Centro Cultural de Belém, em Lisboa. O concerto do CCB será duplo, com Makaya McCraven a apresentar-se na mesma noite. O mesmo bilhete dá acesso aos dois concertos.

Matthew Halsall, homem do leme da Gondwana Records, prepara-se para regressar ao nosso país com um novo projeto. O aclamado trompetista, de quem se diz ter conseguido a proeza de cruzar os universos de Pharoah Sanders e Cinematic Orchestra, prossegue na sua demanda pelos terrenos mais espirituais do jazz com “An Ever Changing View” que é já o décimo título na sua discografia em nome pessoal.
Ao vivo, Matthew apresenta-se à frente de um reputado ensemble de músicos baseados em Manchester como Matt Cliffe (saxofone & flauta), Alice Roberts (harpa), Jasper Green (piano), Gavin Barras (baixo), Alan Taylor (bateria) e Sam Bell percussão. O igualmente renomado Chip Wickham é o saxofonista e flautista convidado deste expansivo ensemble.
No novo concerto, além de refinado material do seu novo álbum, Matthew Halsall viaja pela sua já considerável discografia, explorando o jazz a partir de uma moderna sensibilidade, nunca esquecendo que o espírito e o corpo estão sempre ligados.

Makaya McCraven é a primeira confirmação do Misty Fest 2023

O Misty Fest regressa com a sua 14ª edição nopróximo mês de novembro e o primeiro nome anunciado é Makaya McCraven, um dos principais protagonistas do atual movimento de renovação do jazz que tem polos em cidades como Los Angeles, Chicago ou Londres.

O produtor e baterista Makaya MacCraven tem lançado aplaudida discografia em nome próprio através da conceituada International Anthem, mas tem igualmente respondido a chamadas de outras importantes editoras de ambos os lados do Atlântico. O músico que em 2018 respondeu à pergunta “Where We Come From” com um álbum com o mesmo título e a designação paralela “Chicago Vs. London Mixtape” trabalhou logo aí com conceituados solistas como Kamaal Williams ou Nubya Garcia. No mesmo ano, “Universal Beings” confirmou-lhe o vigor de toda a sua visão musical, prosseguindo a sua via de cruzamento do jazz com o hip hop e outras linguagens.
Em 2020, a londrina XL Recordings desafiou-o a remisturar e reimaginar o derradeiro álbum de Gil Scott Heron com o resultado, “We’Re New Again”, a conquistar generalizado aplauso da imprensa. Seguiu-se, na sua já vasta discografia, o desafio da histórica editora de Nova Iorque Blue Note para decifrar a mensagem retrabalhando uma série de clássicos do seu mítico catálogo, de Wayne Shorter a Art Blakey. E para isso convidou novos valores do jazz como Jeff Parker, Matt Gold ou Junius Paul. Participou também em “The Chicago Experiment” ao lado de gigantes modernos como Marquis Hill ou Joel Ross e já em 2022 lançou o seu projecto mais ambicioso e também mais aclamado, “In These Times”, um dos registos do ano em muitas publicações especializadas em jazz. Agora, o visionário músico estreia-se em Portugal, mostrando que o presente e o futuro são mesmo o seu tempo, com o que será, certamente, um dos mais aguardados concertos do ano.

A Uguru dá as boas vindas a Marta Pereira da Costa

NOVO DISCO E NOVO ESPETÁCULO
Marta Pereira da Costa está disponível em 2 projetos distintos:

MARTA PEREIRA DA COSTA DUO
MARTA PEREIRA DA COSTA QUARTETO

Marta Pereira da Costa é a primeira e única mulher a tocar profissional e internacionalmente Guitarra Portuguesa no Fado. Discípula do guitarrista e compositor icónico Carlos Gonçalves, guitarrista de Amália Rodrigues, Marta Pereira da Costa foi distinguida, em 2014, com o “Prémio Instrumentista” atribuído pela Fundação Amália Rodrigues . Em 2016 editou pela Warner Music Portugal o seu álbum de estreia com participação de nomes internacionais como o baixista Richard Bona e portugueses, como Dulce Pontes, Camané e Rui Veloso.

Historicamente, a Guitarra Portuguesa sempre esteve associada ao homem como músico e cingida maioritariamente ao Fado como linguagem. A guitarrista Marta Pereira da Costa vem romper com essas tradições e preconceitos, e apresentar a guitarra portuguesa no feminino, como voz principal de um projeto instrumental.

Desde que iniciou a sua carreira, em 2012, Marta tem levado o timbre inconfundível da Guitarra a diferentes países e culturas, realizando vários concertos pelo mundo fora nomeadamente: Brasil, EUA, Canadá, Suíça, Espanha, Países Baixos, França, Itália, Eslovénia, Roménia, Tunísia, Israel, entre outros, surpreendendo e conquistando o público. Também acompanhou e gravou com grandes nomes da música nacional de diferentes estilos musicais.

“Stunning performance.”
Lincoln Center, USA

“A richly chiming Lincoln Center debut by Fado guitarist Marta Pereira da Costa. She’s funny, and kind of badass: she knew she owned the crowd, and she didn’t try to hide it. In the world of fado, she’s a rarity, as a woman instrumentalist, composer and bandleader.”
New York Music Daily, USA

“Sem medo, sem vergonha, percorreu as casas de Fado para aprender com os melhores.”
Revista Executiva, Portugal

“Esta joven mujer vale su peso en oro.”
Diario El Correo, Espanha

“[Marta demonstra] um crescimento sustentado e árduo, uma maturidade musical substancial e, acima de tudo, coragem para se assumir como compositora.”
Revista VIP, Portugal

“É uma mulher num mundo de homens. Ela rompe com a tradição. Tem uma visão contemporânea para a guitarra portuguesa de Fado que vai desafiar os amantes do instrumento.”
Revista Visão, Portugal

A Uguru dá as boas vindas a Francisco Sassetti

Depois de mais de três décadas ligado ao piano, Francisco Sassetti está finalmente a ultimar o seu primeiro álbum em nome próprio com composições de sua autoria, cuja edição está prevista para o terceiro trimestre deste ano. Paralelamente, Sassetti tem estado a desenvolver o seu primeiro espetáculo baseado neste repertório original. Neste momento, o espetáculo está disponível para ser apresentado ao vivo, quer em Portugal, quer internacionalmente.

Já são mais de três décadas que Francisco Sassetti conta quando quer medir a sua relação, que é muito profunda, com o piano.

Nesse tempo, a sua carreira levou-o a apresentar-se por todo o país, mas também em palcos internacionais, de França e Bélgica à Alemanha e Espanha passando pelos estados Unidos ou Uruguai, muitas vezes ao lado de grandes nomes da música portuguesa, como Maria João, por exemplo. Ute Lemper foi uma das artistas internacionais com quem gravou.Este novo trabalho a solo, marca uma nova etapa da sua vida, mostrando-o também como compositor, abrindo as portas para um lado mais íntimo e secreto da sua personalidade. “Na realidade”, conta o músico, “a maioria dos temas já tem cerca de 10 anos. Depois da morte do meu irmão, Bernardo, em 2012, comecei a compor compulsivamente, quase como se quisesse continuar a obra dele, tão tragicamente deixada a meio. Era uma forma de lamento e, também, um espaço de paz e silêncio. Por outro lado, o exigente trabalho como concertista e professor (na Escola Superior de Música de Lisboa e na Orquestra Metropolitana entre outras instituições) não me deixava muito tempo para terminar as composições, o que entretanto consegui”, revela Francisco.
As peças do compositor Francisco Sassetti são contemplativas, cinemáticas, muito líricas e desenvolvem-se numa trama que soa quase mágica e que é indubitavelmente plena de emoção.De facto, não foi só no seu íntimo que o desaparecimento do seu irmão Bernardo Sassetti deixou um enorme vazio. Esse sentimento de perda ajuda a explicar o lado contemplativo e cinemático das suas peças, muito líricas, que se desenvolvem numa trama que soa quase mágica e que é indubitavelmente plena de emoção.

Temas como “Dawn”, “Home” ou “Goodbye” deixam transparecer o peso emocional que se enreda nas melodias que nos tocam no lado mais fundo. Triste mas nunca sombria, introspectiva e nostálgica, esta música também vibra com vida e paixão e afirma o nome de Francisco Sassetti no entusiasmante panorama da cena neo-clássica

Kerala Dust apresentam nova tour em Lisboa

Os Kerala Dust apresentam o novo álbum Violet Drive ao vivo em Lisboa. A propósito desta tour o jornal San Francisco Weekly escreveu o seguinte:

“Acompanhada por visuais psicadélicos nas paredes que rodeiam o palco, a banda levou o público numa viagem que fez a ponte entre o house e o downtempo, com uma mistura de funk e jazz. Tentar reduzir os Kerala Dust a um ou mesmo dois géneros não só é difícil, como não descreve a sua natureza experimental”.

São britânicos, mas residem entre Berlim e Zurique: o nome é Kerala Dust. O trio britânico – Edmund Kenny na voz e electrónica, o teclista Harvey Grant e o guitarrista Lawrence Howarth – juntou-se em Londres em 2016. O primeiro single dos Kerala Dust, Late Sun, saiu num ano após a formação e o álbum de estreia, Light West, foi lançado em 2020. A música dos Kerala Dust nasce de uma curiosa junção: por um lado, Edmund explica como a experiência de frequentar espaços londrinos como o clube Fabric ou os Corsica Studios serviu como educação profunda nos domínios da electrónica passando a repetição associada a esse tipo de música a ser parte do seu ADN. Por outro lado, um passado ligado a bandas indie e uma paixão pelas vastas paisagens da música americana de raiz também lhes serviu de orientação e inspiração.

Em 2020, uma mudança para Berlim e um mergulho na sua particular arquitetura e história acabou igualmente por servir como ponto de partida para mais música, desta vez com o legado de bandas alemãs como os Can a servir de inspiração. Violet Drive, o novíssimo álbum lançado através da histórica Play It Again Sam, é fruto dessas novas coordenadas. Com a percussão e o ritmo a desempenharem um papel fundamental na nova arquitetura sonora, Violet Drive foi gravado nos Alpes, perto de Zurique, É por essa bem recheada e aplaudida carreira que os Kerala Dust vão viajar para Portugal com uma digressão que lhes tem valido os mais rasgados elogios da crítica. O importante San Francisco Weekly escreveu: “Acompanhada por visuais psicadélicos nas paredes que rodeiam o palco, a banda levou o público numa viagem que fez a ponte entre o house e o downtempo, com uma mistura de funk e jazz. Tentar reduzir os Kerala Dust a um ou mesmo dois géneros não só é difícil, como não descreve a sua natureza experimental”.

ANNA SETTON | novo álbum” O Futuro é Mais Bonito” já à venda

O Futuro é Mais Bonito é o terceiro álbum de Anna Setton e tem hoje edição mundial pela Galileo Music.

Este novo trabalho de Anna foi gravado no Recife, deixando, como explica, que as canções a escolhessem a ela. Sobre moderna e subtil produção, Anna soa lúdica, carregada de luz, leve e transparente, com a sua voz a posicionar-se bem no centro da canção, como deve ser. Neste trabalho Anna Setton contou com os préstimos de vários talentos da nova geração do Recife, casos do produtor e compositor Barro e Guilherme de Assis, João Camarero ou ainda de Juliano Holanda, Igor de Carvalho e Rodrigo Campello assim com o dos consagrados Ed Sataudinger e Edu Sanginardi.

Com a ajuda desses compositores que entendem como inovar os moldes clássicos da MPB, Anna canta palavras da sua própria autoria, firmando-se cada vez mais como autora. “É um disco muito moderno”, promete Anna. “Os meninos com quem trabalhei traduzem de forma muito atual a tradição com que aprendi, a da grande canção brasileira”. De facto, Anna Setton já cantou clássicos de outros tempos. Agora oferece a sua alma e voz ao futuro.

A propósito da canção que dá título ao álbum, Anna diz o seguinte:

”Faixa composta em parceria com Igor de Carvalho. A primeira canção que escrevemos juntos. Igor havia feito as primeiras estrofes e o refrão e eu tinha me apaixonado por esse começo. Entendi que me cabia desenvolver os caminhos que o Igor já havia trazido, tão poéticos e fortes. Essa coisa simples e profunda de falar sobre a vida. Sobre a sutileza, o mistério, o milagre e a beleza que ela carrega. Acho que a grande beleza dessa canção é de conseguir falar do futuro do ponto de vista do presente. No sentido do futuro poder ser melhor vivido quando se vive o agora com presença e fazendo as escolhas certas. É uma canção que nos provoca nesse sentido e nos convida a termos esperança”

Anna Setton é uma artista, cantautora e instrumentista de S. Paulo formada no lado mais interessante da MPB: moldou a voz a cantar nos clubes de São Paulo, correu mundo a acompanhar o enorme Toquinho, colaborou com Omara Portuondo, Sadao Watanabe, Mestrinho, entre muitos outros músicos da atualidade. Percurso que lhe deu o balanço certo para se estrear em disco em nome próprio em 2018, com um homónimo registo que lhe sublinhou o óbvio talento. A pandemia inspirou-a a pegar no violão e a fazer lives semanais onde ia entregando a sua voz a grandes tesouros da canção popular brasileira. Tal disciplina levou-a a fazer Onde Mora meu Coração, álbum de certeiras versões onde se inclui, por exemplo, a belíssima Morena Bonita, de Toninho Horta.

Ludovico Einaudi – Data extra para o Porto

É com gosto que anunciamos uma nova data no Porto para o espetáculo Underwater de Ludovico Einaudi. Os concertos de 21 e 22 de julho, no Coliseu dos Recreios, em Lisboa e Super Bock Arena, no Porto, respetivamente, esgotaram em menos de um mês e devido à grande procura de bilhetes no compositor regressa à Cidade Invicta.

Para além do seu mais recente trabalho, Underwater, editado em 2022, álbum especial que marcou o seu regresso ao registo de piano solo após duas décadas a explorar outras possibilidades musicais, Einaudi irá também oferecer ao seu público interpretações de discos anteriores numa escolha pessoal para estes espetáculos.O músico e compositor atravessa uma fase particularmente importante da sua carreira, tendo recolhido justos aplausos do público e da crítica graças às bandas sonoras de sucesso para Nomadland e The Father, dois filmes de considerável impacto.

O celebrado pianista italiano tem uma relação especial com o público português que acorre sempre em massa às suas apresentações, esgotando as lotações das salas em poucas semanas. Neste projeto mais íntimo, é de esperar um concerto de emoções fundas.

Glenn Hughes Performs Classic Deep Purple Live – Porto e Estoril

Tendo como mote o 50º aniversário do álbum Burn, Glenn Hughes, cantor e baixista dos Deep Purple nos míticos álbuns Burn, Stormbringer, Come Taste the Band apresenta grandes sucessos do grupo como “Stormbringer” ou “Smoke on the Water”.

Glenn Hughes, antigo baixista e cantor dos Deep Purple, conhecido por milhões de pessoas como a ‘Voz do Rock’ e alvo de homenagem ao ter sido introduzido no Rock and Roll Hall of Fame, que também foi o último cantor do supergrupo de The Dead Daisies, prepara-se para apresentar em Portugal o espetáculo Glenn Hughes Performs Classic Deep Purple Live – Celebrando o 50º Aniversário do álbum BURN. Glenn interpretará o lendário álbum de rock BURN dos Deep Purple e também cantará canções de Deep Purple MKIII e MKIV. A banda que acompanhará Glenn inclui Soren Andersen (guitarra), Ash Sheehan (bateria) e Bob Fridzema (teclados).

“Foi há 50 anos, no Verão de 1973, que o álbum BURN dos Deep Purple foi escrito no castelo de Clearwell, em Gloucestershire, Reino Unido”, recorda Hughes. “Foi gravado depois em outubro em Montreux, Suíça”. Continua Hughes, “Tornámo-nos todos um neste castelo centenário no interior do Reino Unido, parecia que os Deep eram uma nova banda, com David (Coverdale) e eu como novos membros, mal podíamos esperar para começar a trabalhar numa nova canção. A atmosfera era eléctrica, num ambiente tão espantoso”.

“Todas as canções em BURN foram escritas na cripta/centro, por baixo da grande sala. Trabalhávamos todos os dias numa nova canção, e estávamos no fluxo. Musicalmente, tocávamos, e trabalhávamos ideias, e David e eu criávamos melodias vocais que mais tarde teriam letra. Lembro-me como se fosse ontem”. “Como podiam imaginar, Ritchie Blackmore estava em modo de brincadeira, Jon tinha-me avisado, e uma noite armadilhou o meu quarto com um altifalante que estava escondido, e tinha vozes fantasmagóricas à minha cabeceira”.

“A faixa título foi a última canção a ser escrita. Voltámos do bar, e descemos à cripta, e a magia aconteceu. Está na hora de celebrar BURN, e estou realmente ansioso por reencontrar os fãs”.