THE SIMON & GARFUNKEL STORY

Paul Simon interpretado por Sam O’Hanlon.
Art Garfunkel interpretado por Charles Blyth.
O cancioneiro da mítica dupla Simon & Garfunkel é um dos mais celebrados do mundo. Quando assinaram o icónico Concert In Central Park em Nova Iorque em 1981, Paul Simon e Art Garfunkel arrebataram não apenas o meio milhão de pessoas que os aplaudiu nessa noite, mas toda uma geração que entoou a uma voz temas eternos como “Mrs Robinson”, “Cecília” ou “The Boxer”.
The Simon & Garfunkel Story já foi visto por mais de 250 mil pessoas, o que o torna no musical itinerante mais visto no mundo. Inclui as vozes de exceção de Sam O’Hanlon, no papel de Paul Simon e Charles Blyth, que encarna Art Garfunkel, uma banda de músicos de elevadíssima qualidade e novas tecnologias de projecção de vídeo de alta definição tornam esta uma experiência única, perfeita para públicos de todas idades que continuam a querer aplaudir as grandes canções que unem gerações.

LLOYD COLE de regresso a Portugal com From Rattlesnakes to Guesswork

Lloyd Cole está de regresso a um país que tem sabido aplaudir a sua música desde sempre. Os clássicos que o compositor inglês assinou no início da carreira com os Commotions foram omnipresentes nas playlists das nossas rádios nos anos 80 e desde que se lançou a solo com um álbum homónimo em 1990, Cole nunca mais se manteve demasiado tempo afastado do nosso país, tendo por aqui estabelecido uma sólida reputação de palco.

Agora, além dos clássicos coleccionados nos últimos 35 anos de uma prolífica carreira que nos deu um dos melhores cancioneiros da pop — de “Lost Weekend” a “Brand New Friend” ou “No Blue Skies” — Lloyd Cole traz-nos um novo conjunto de canções que se reunem no seu 12º álbum a solo, Guesswork, que está prestes a ser editado. Neste álbum, com um carácter pop e de recorte electrónico que o aproxima de alguns dos terrenos percorridos, por exemplo, pelos Pet Shop Boys, Lloyd Cole reencontra velhos companheiros como Blair Cohen, dos Commotions, ou Fred Maher, baterista de elite que tocou, por exemplo, com Lou Reed.

Será, por todas as razões, um concerto especial, com as canções de sempre. De um verdadeiro mestre das palavras e as de agora, aquelas em que reflecte sobre o ponto da vida a que o tempo o trouxe. Diz ele: “Começo a pensar que a velhice pode ser bem mais divertida que a meia-idade porque, na verdade, que temos nós a perder?”

Maria Mendes edita hoje novo disco

O novo trabalho vai ser apresentado no MISTY FEST, em Lisboa e no Porto a 5 e 7 de novembro, respetivamente.

Maria Mendes regressa hoje, 25 de outubro, com um novo disco, “Close To Me”, onde explora o Fado, um género musical completamente diferente daquele que lhe é tão próprio. O projeto conta com originais seus bem como adaptações para jazz gravadas com a maior orquestra sinfónica de jazz do mundo, detentora de 3 Grammys, a Metropole Orkest. O premiado produtor e pianista americano John Beasley é responsável pela produção deste novo trabalho discográfico.
“Uma abordagem jazzísta e sinfónica ao Fado”, é como a cantora descreve a música do seu novo disco. “Não é fado, somente usei a melodia e a poesia, mas fiz uma interpretação muito pessoal com novos arranjos e orquestrações”. “Close To Me” é, por isso, um conjunto de canções com uma sonoridade moderna que prestam a sua homenagem ao Fado e aos seus autores, poetas e interpretes como Carlos Paredes, Fernando Pessoa e Amália Rodrigues.
Após alguns anos a viver fora de Portugal, a cantora sentiu a necessidade de expressar no terceiro disco o afeto que tem por Portugal, onde segundo ela, “o Fado é a âncora da alma do país”. “A primeira vez que o Fado me comoveu profundamente foi quando ouvi a Mariza cantar o fado Barco Negro”, diz Maria. “O Fado está na nossa identidade”, explica. “É a nossa maneira de evocar a saudade, um sentimento universal, que ultrapassa barreiras linguísticas e sociais”.
Para o terceiro disco, Maria Mendes convidou John Beasley para produzir o disco e para colaborar em algumas canções como pianista e orquestrador. Galardoado com Grammys e Emmys, Beasley é também conhecido pelo seu trabalho enquanto compositor e diretor musical de eventos como os Óscares ou Unesco’s International Jazz Day. Já a famosa Metropole Orkest, também convidada para participar em “Close To Me”, gravou e tocou com lendas do Jazz como Ella Fitzgerald, Dizzy Gillespie, entre outras, bem com artistas como Bono, Snarky Puppy, Gregory Porter e Jacob Collier.
O novo repertório conta, ainda, com a banda de músicos holandeses com quem a cantora gravou os seus anteriores trabalhos discográficos: Karel Boehlee no piano, Jasper Somsen no contrabaixo e Jasper van Hulten na bateria e percussão.
“Close To Me”, editado pela Justin Time Records, sucede a “Innocentia”, edição de autor lançado em 2015, e a “Along The Road” (Dot Time Records NY), lançado em 2012. Nos últimos anos, Maria Mendes fez várias digressões internacionais, incluindo salas de espetáculo com grande prestígio mundial: Concertgebouw (Amesterdão), Blue Note Jazz Club (Nova York), SESC Pompéia (São Paulo) e festivais como o North Sea Jazz e o Montreux Jazz.
Recentemente, uma das suas canções, “Inverso”, integrou a banda sonora da novela portuguesa “Ouro Verde”, vencedora do Emmy internacional e dos prémios SPA. Júlio Resende, João Paulo Esteves da Silva, Carlos Barretio, Mário Costa e Joel Silva são os músicos Portugueses com quem colaborou ativamente nos seus concertos em Portugal.
Com “Close To Me”, Maria Mendes espera atrair um público mais amplo. “Este disco é perfeito para as pessoas que têm um gosto eclético. Não sei bem o que o público de Fado tradicional vai pensar, mas espero que ouçam e apreciem a abordagem respeitosa e moderna que dei a estas canções, originalmente de beleza ímpar.

 

Lina_ Raül Refree – estreia mundial do single e do video

Lina_ Raül Refree
Cuidei que tinha morrido

É hoje internacionalmente apresentado o primeiro vídeo de antecipação do álbum que resulta do inédito encontro entre a cantora portuguesa Lina e o produtor catalão Raül Refree, “Cuidei Que Tinha Morrido”. O encontro pode parecer improvável, mas, na verdade, reflete o mundo em que vivemos, com fronteiras menos pronunciadas e linhas de comunicação mais abertas do que nunca.

E hoje Lina é artista de corpo inteiro, de formação clássica, mas atraída para o fado, género que aprimorou em noites de entrega absoluta no Clube de Fado, tornando-se assim conhecedora dos grandes clássicos desta cultura descoberta em sessões com os melhores músicos. E Raul Refree, um dos produtores mais inovadores da cena musical europeia, responsável pelo primeiro álbum do fenómeno internacional de Rosalia, uma voz que reinventou o flamenco. Raul, que também trabalha com gigantes indie como Lee Ranaldo, partilha com Lina a assinatura do álbum a ser editado internacionalmente em janeiro próximo pela conceituada Glitterbeat, selo de referência no domínio da world music. Essa partilha é consequência do arrebatamento que sentiu logo da primeira vez ao ouvir Lina cantar, adivinhando na sua voz a mesma profundidade das grandes intérpretes com quem tem assinado trabalhos louvados pela crítica internacional.
Refree conheceu Lina em Lisboa, no ambiente tradicional da casa de fados, mas a sua visão para um álbum em que a experiente voz da cantora encontra o incrível reportório de Amália, símbolo maior do fado de que se celebra o centenário do nascimento em 2020, é diferente de tudo o que já se ouviu. Recorrendo a um arsenal de teclados clássicos analógicos, dos Moogs aos Arps, dos Oberheims aos Fender Rhodes, Raul Refree vestiu a voz de Lina com um diferente tecido sonoro, entregando-nos os clássicos de Amália sob uma diferente e profundamente original luz.
A magia não aconteceu apenas em estúdio. A dupla estreou-se em Cartagena no festival La Mar de Músicas perante arrebatados aplausos do público e da crítica com um espetáculo pensado ao pormenor, encenado por António Pires, com luz desenhada para sublinhar todo o drama nele contido. Depois de várias outras apresentações no estrangeiro, a dupla prepara-se finalmente para a estreia portuguesa que acontecerá em novembro, no Misty Fest.
Tudo isto será antecipado pelo single e pelo vídeo de “Cuidei Que Tinha Morrido”, uma absolutamente arrepiante interpretação de uma fadista que aprendeu os clássicos na casa de fados, mas que aqui se adivinha em território novo, inexplorado, levando a sua voz de encontro ao grão analógico dos teclados que ousam um cenário diferente para uma música que conhecemos muito bem. O vídeo tem hoje a sua estreia mundial.
Próximos concertos:
30 outubro 2019 – BIME (Bilbao, ES)
22 novembro 2019 – Misty Fest, Teatro São Luiz (Lisboa, PT)
23 novembro 2019 – Misty Fest, CCC (Caldas da Rainha, PT)
24 novembro 2019 – Misty Fest (Coimbra, PT)
27 novembro 2019 – Misty Fest, Theatro Circo (Braga, PT)
16 janeiro 2020 – Eurosonic, Der Aa-Kerk (Groningen, NL)

WIM MERTENS INESCAPABLE – 40th anniversary tour

Wim Mertens prepara-se para embarcar numa tournée mundial em 2020 com que assinalará os seus 40 anos de carreira. Inicialmente um musicólogo e produtor de rádio, Mertens estreou-se em 1980 com For Amusement Only, um trabalho eletrónico que usava exclusivamente sons de máquinas de flippers. Seguiram-se obras que depressa entrariam no seu role de celebrados clássicos, como Struggle for Pleasure (1983) e Maximizing the Audience (1984). Nas décadas seguintes, Wim Mertens refinou a sua linguagem, compôs para diversos instrumentos e ensembles e firmou o seu nome no panorama internacional com recitais regulares nas melhores salas do planeta, a solo, em pequenas formações e até com orquestras.
Para assinalar devidamente tão importante marca de carreira, Wim Mertens lançará em novembro o CD quádruplo Inescapable, que reunirá 61 composições, entre marcos do seu percurso de 40 anos, gravações ao vivo de alguns dos seus mais aplaudidos clássicos e peças inéditas. Esse será o mote para a digressão mundial, um espetáculo especial em que pretende presentear os seus fãs com interpretações dos momentos mais apreciados da sua longa discografia. Portugal, claro, é um dos países que acolheu o compositor belga desde praticamente o início da sua carreira e o nosso público um dos que melhor o tem sabido acarinhar ao longo dos anos. O reencontro será, por isso mesmo, motivo de celebração. Inescapável

Rui Massena Rui Massena está de regresso aos grandes palcos com um novo espetáculo. Piano SOLO

“Preciso de voltar a ouvir as minhas canções ao Piano. Já lá vão 3 álbuns e cinco anos
desde que comecei este novo caminho. Em Novembro de 2014 fiz os meus primeiros
concertos a solo na Casa da Música e no CCB, ainda sem disco gravado. Quero agora
ouvir como o silêncio mudou, como se alterou a visão da minha própria música, como
a minha alma mudou. Quanto tempo tem agora cada música, cada gesto, cada reação,
cada aplauso. Senti-lo. Percebê-lo e deixar-me ir. “ Rui Massena

José Carreras Um dos maiores tenores de sempre AO VIVO em Portugal!

É já no próximo sábado o concerto de José Carreras no Altice Arena, em Lisboa.
Aos 72 anos, José Carreras é um dos mais aplaudidos e premiados intérpretes de canto lírico do mundo, um tenor especialmente reverenciado pelas suas interpretações em óperas de Verdi e Puccini. José Carreras vai apresentar-se no magnífico palco da Altice Arena acompanhado pela soprano Isabel Alcobia e com a Orquestra Sinfonietta de Lisboa dirigida pelo maestro David Jimenez. Uma ocasião rara e especial para presenciar um dos mais celebrados tenores do universo da música erudita, um cantor que ao lado de Placido Domingo e Luciano Pavarotti completou os míticos Três Tenores que protagonizaram alguns dos maiores concertos da história da música erudita.
Carreras nasceu em Barcelona em 1946, traçou o seu destino quando viu Mario Lanza a interpretar o papel principal no filme The Great Caruso tendo logo, aos seis anos, adotado “La Donna é mobile” como a primeira ária da sua vida. Jose Carreras dedicou-se aos estudos de música e estreou-se como tenor num pequeno papel de uma produção de Norma em 1970 e mesmo tendo apenas cantado apenas algumas frases, a sua interpretação foi suficiente para captar a atenção da estrela da companhia, Montserrat Caballé. E foi ela que o convidou a interpretar o papel de Gennaro em Lucretia Borgia de Donizetti, lançando-o definitivamente para os grandes palcos e para a fama internacional.
As décadas seguintes serviram para acumular aplausos da crítica e do público e para colecionar triunfos e distinções, oferecidas por estados – como aconteceu com as medalhas que lhe foram atribuídas em França ou Itália – ou Universidades de renome. Carreras gravou dezenas de óperas para as mais importantes editoras mundiais e, em 1990, em vésperas da final do campeonato do mundo de futebol, apresentou-se no primeiro concerto dos três Tenores com Pavarotti e Domingo, à frente de uma orquestra dirigida pelo mítico Zubin Mehta. O percurso dos Três Tenores prolongou-se por quase década e meia e firmou o nome de José Carreras no panteão exclusivo das maiores vozes mundiais.
O seu regresso a Lisboa é por tudo isso extremamente especial. Na Altice Arena, o tenor irá interpretar as pérolas do seu vasto reportório lírico, com algumas das mais populares árias da história a merecerem o cunho nobre da sua voz. Uma oportunidade imperdível para aplaudir uma das melhores vozes de sempre.

MARIA MENDES apresenta o novo disco “Close to Me”

O jazz e o fado partilham, antes de mais, a noite, alguns estados de alma e uma certa solenidade. Maria Mendes entende isso. A cantora portuense prepara-se para lançar um novo álbum, que será o seu terceiro, em que conta com o famoso produtor e pianista americano John Beasley e com os préstimos da maior orquestra sinfónica de jazz do mundo, detentora de 3 Grammys, a Metropole Orkest.
Partindo de um reportório especial escolhido sobretudo entre alguns clássicos maiores de Amália Rodrigues (“Tudo Isto é Fado”, “Foi Deus”, “Asas Fechadas” ou “Barco Negro”), mas também de Carlos Paredes (“Verdes Anos”) e ainda Mariza (“Há Uma Música do Povo”) ou Mafalda Arnauth (“E Se Não For Fado”). Maria Mendes junta também ao alinhamento três originais da sua lavra e um fado que lhe foi oferecido por Hermeto Pascoal, verdadeiro gigante da música brasileira que um dia Miles Davis descreveu como “o músico mais impressionante do mundo”.
Será este o ponto principal da viagem que Maria Mendes assinará no Misty Fest, acompanhada de um trio que lidera com alma, estilo e saber, tal como fez no seu álbum. Maria Mendes não tem apenas visão, tem igualmente os mais calorosos elogios de grandes nomes da música, como Quincy Jones que no Festival de Jazz de Montreux vaticinou: “Vejo um futuro brilhante e promissor para esta jovem cantora”. A crítica europeia está de acordo e tem apontado Maria Mendes como uma das mais sólidas promessas musicais do nosso continente.
A cantora trará ao Misty uma ampla experiência recolhida nalguns dos mais prestigiados palcos do mundo, como o Blue Note Club de Nova Iorque ou o North Sea Jazz Festival, e promete aprofundar as ligações entre as duas culturas que a definem neste momento, a do jazz e a do fado.

Rui Massena no Rock In Rio

Quem é capaz de orientar uma orquestra num labirinto que se estende entre o classicismo dos Rolling Stones ou dos Xutos e Pontapés, o peso dos Guns n’Roses ou dos Muse, a ginga de Martinho da Vila ou de Ivete Sangalo ou a leveza pop de Ed Sheeran e Agir? Só mesmo um maestro de eleição como Rui Massena.
O homem que ajudou a criar a Fundação Orquestra Estúdio para Guimarães 2012 ou que foi maestro convidado principal da Orquestra Sinfónica de Roma, durante as temporadas 2009/2011 e que ainda foi o primeiro maestro Português a dirigir no Carnegie Hall em Nova Iorque (2007) pode agora acrescentar ao seu invejável currículo o convite que lhe foi dirigido pelo Rock In Rio Lisboa para dirigir uma orquestra frente à Torre de Belém num espectáculo especial, apresentado num palco em forma de guitarra montado sobre as águas do Tejo pensado para assinalar o 15º aniversário do festival em Portugal. Não é uma situação nova para um maestro que já dirigiu orquestras em conjugação com bandas como Expensive Soul ou Da Weasel, prova de que as fronteiras só fazem sentido para serem cruzadas.
Criador irrequieto e incansável, Rui Massena tem-se também afirmado como compositor, espalhando obra própria já por três lançamentos, pela Universal Music, aplaudidos internacionalmente: Solo, Ensemble e III, este com edição da prestigiada Deutsche Grammophon, que o escolheu para figurar na compilação Expo 1 ao lado de nomes de primeira linha da cena clássica moderna como Ludovico Einaudi, Max Richter, Jóhann Jóhannsson, Ólafur Arnalds e outros. Todos os seus discos alcançaram o Top 5 português, com Ensemble a registar mesmo entrada directa para o primeiro lugar, o que diz muito da sua relação especial com o nosso público.
Passar em revista a música de tantos nomes tão amados e tão ligados à história de um dos principais festivais nacionais é apenas mais uma aventura de um maestro, compositor e pianista que parece não admitir limites para a sua extraordinária carreira e que continua a apresentar-se como músico e compositor em salas de espetáculo nacionais e internacionais.

Cantora do tema principal da série “El Embarcadero” pela primeira vez ao vivo em Lisboa

Travis Birds. Fixem este nome. A cantora madrilena poderá bem revelar-se a nova obsessão coletiva dos que buscam música sem fronteiras, sem classificativos fáceis, visceral, autêntica e apaixonante. A cantora, nascida em 1990, tem tudo isso. E são essas qualidades que justificam que os produtores do êxito televisivo La Casa de Papel tenham escolhido “Coyotes”, um tema que lançou já em 2019, para o genérico de El Embarcadero, nova série televisiva que promete também dar que falar.
Para lá de “Coyotes”, este ano Travis Birds já lançou “Madre Conciencia”, reforçando assim a sua aura: música que mistura uma dimensão cinemática (e se pensarem em Almodóvar isso é mais do que natural) com flamenco, pop moderna e uma rugosidade que tem tanto de Tom Waits como de PJ Harvey.
Travis Birds estreou-se em 2016 com Año X, estreou-se ao vivo no Café Berlin, recolheu espanto e aplausos, despertou paixões e fez correr tinta e agora, já em 2019, vai levantando o véu do seu novo álbum, La Costa de Los Mosquitos, com música tremenda, feroz, que fala de obsessões que soa tão familiar quanto original. Ouçam-na e certamente não vão esquecer o nome: Travis Birds.