Lloyd Cole Danças Ocultas & Dom La Nena confirmados para o Misty Fest

Danças Ocultas & Dom La Nena: 13 Nov – Centro Cultural de Belém, Lisboa 21:00 – clique para comprar

Depois do sucesso da tour de 2012, que percorreu quase todo o país, o grupo Danças Ocultas e a cantora e violoncelista Dom La Nena voltam a juntar composições e instrumentos para criarem em palco uma fusão profundamente original.

Artur Fernandes, Filipe Cal, Filipe Ricardo e Francisco Miguel, os Danças Ocultas, utilizam o acordeão diatónico, vulgo concertina, para dar sopro às suas composições, distinguindo-se não só pela formação singular mas, sobretudo, pela profunda originalidade da música que criam. Dom La Nena, a brasileira Dominique Pinto, é uma jovem, mas reputada violoncelista e cantora cujo talento já a levou a ser requisitada para digressões com notáveis como Jane Birkin. O seu recém-editado disco de estreia, Ela, conta com produção de Piers Faccini e tem tido as melhores críticas por parte de importantes meios de comunicação internacionais como o New York Times ou Les Inrockuptibles. Com um fôlego musical que se estende da música erudita à música popular brasileira e mais além, Dom é assim a parceira ideal para os também dotados de generosas vistas Danças Ocultas.

Juntos em palco, os Danças Ocultas e Dom La Nena interpretarão novos arranjos para obras assinadas por ambos, dando uma nova perspectiva à música que criaram. Voz, violoncelo e concertinas – sopros diferentes, mas uma idêntica paixão pela música numa apresentação singular e imperdível.

 

Lloyd Cole: 7 Nov – Cinema São Jorge, Lisboa, 21:30 – clique para comprar

A carreira de Lloyd Cole estende-se ao longo de décadas e o fator mais constante tem sido a integridade da sua visão artística e uma capacidade tremenda de não comprometimento da qualidade do seu material. Tem sido assim desde o início e quem tem ganho com isso têm sido as canções. É exactamente com a companhia desses  30 anos de canções que Lloyd Cole vem a Portugal, uma vez mais, para um encontro íntimo com o seu público, no momento em que apresenta novo trabalho que leva o título  Standards e que é inspirado pela vitalidade de Tempest, a mais recente criação de Bob Dylan. O álbum foi gravado com a ajuda da secção rítmica que marcou a primeira fase da sua carreira a solo – Fred Maher na bateria e Matthew Sweet no baixo – e teve ainda a colaboração de gente como Joan as Police Woman e até de Will Cole, filho de Lloyd, no baixo. No entanto, para este novo concerto em Portugal, Lloyd Cole escolheu vir sozinho, trazendo as suas canções até junto do seu público de uma forma mais despojada. O cantor garante ainda que apesar de parecer um formato em desuso, Standards ainda se assume com um álbum e não apenas como um conjunto de canções desgarradas. Há um som que liga todo o disco, mais elétrico, e uma atitude que marca todas as canções.

Por isso mesmo é seguro dizer que este não é um cantor qualquer. Lloyd Cole tem pintado as suas canções com uma inteligência profunda, com referências literárias e cinematográficas que indiciam tratar-se de um criador de excepção. Tem sido assim desde os Commotions até às suas mais recentes criações, como Broken Record ou, já deste ano, Selected Studies Vol. 1, feito na companhia do grande nome da música alemã Roedelius. Dois discos que precedem o novo e invariavelmente excelente material de Standards. Juntamente com estas novas criações, Lloyd Cole traz as suas guitarras e também canções de sempre como “Are You Ready To Be Heartbroken”, para um espectáculo em que partilhará com o seu público num momento de particular intimismo, com as palavras a ganharem força tanto dentro como fora das canções, que Cole é um homem que gosta de comunicar. A não perder!

Patxi Andion apresenta novo disco ao vivo

8 Dez – Lisboa, Centro Cultural de Belém | 9 Dez – Porto. Casa da Música

Bilhetes já à venda na Ticketline, lojas FNAC, lojas Worten, locais do espetáculo e locais habituais

Lisboa: entre 25€ e 30€ – comprar | Porto: 30€ – comprar

Apresentação do recém editado “Porvenir”, um álbum que contém canções elaboradas nos últimos cinco anos, repletas de lirismo e compromisso social.

“Porvenir” marca o regresso de Patxi Andion aos discos ao fim de 11 anos de silêncio.

Como se provou muito recentemente num importante palco de Lisboa onde Patxi Andion se apresentou a convite de Jorge Fernando, há toda uma geração que ainda não esqueceu a voz de “Veinte Aniversario”, um daqueles temas que tem a mágica capacidade de nos transportar instantaneamente para uma época. Andion tem uma longa história com o nosso País, como voz de protesto que também combatia do lado de lá da fronteira e que soube abraçar as causas que transformaram Portugal.

Antes do 25 de Abril foi aplaudido num Coliseu dos Recreios lotado, em anos mais recentes surgiu em disco com Ana Moura e agora prepara-se para repetir a façanha em dois aguardados espectáculos: a 8 de Dezembro no Grande Auditório do Centro Cultural de Belém, em Lisboa, e no dia seguinte, a 9 de Dezembro, na Casa da Música no Porto.

Patxi Andion está a celebrar um regresso aos discos, com o muito aplaudido “Porvenir”, álbum que interrompe um silêncio de 11 anos e que surge no momento em que se assinalam 41 anos sobre a edição do seu registo de estreia, “Retratos”, um dos grandes discos ibéricos da década de 70.

Cantor acarinhado dos dois lados da fronteira e por mais do que uma geração, cantou o amor e a resistência e regressa agora com canções de charme, elegância e amor num espectáculo que ninguém quererá perder.

 

Rodrigo Leão – “Songs Tour 2013” com novas datas

18.05 – Ponta Delgada – Teatro Micaelense – 21h30

30.05 – Sintra –  Centro Cultural Olga Cadaval – 21h30

5.06 – Porto – Casa da Música – 21h30

7.06 – Chaves – Hotel Casino Chaves – 22h30

9.06 – Caldas da Rainha – Centro Cultural e de Congressos – 21h30

5.07 – São João da Madeira – Sala da Criatividade – 21h30

6.07 – Figueira da Foz – Centro de Artes e Espectáculos – 22h00

Bilhetes à venda em www.ticketline.pt, www.bilheteiraonline.pt,  lojas, FNAC, lojas Worten, salas do espetáculo e locais habituais.

Depois de uma triunfal apresentação no Grande Auditório do Centro Cultural de Belém, Rodrigo Leão leva Songs para a estrada, mostrando num concerto absolutamente fantástico o lado mais pop da sua produção, escolhendo as canções em inglês que ao longo dos anos foram surgindo no seu reportório.

Em palco com Rodrigo Leão estarão os cantores Gomo e Elisa Rodrigues, duas vozes marcantes e versáteis que emprestarão o seu fôlego a clássicos da discografia de Rodrigo Leão como “Cathy” ou “Lonely Carousel”. Elisa Rodrigues possui uma larga experiência nos domínios do jazz e trabalho editado nessa área, enquanto Gomo vem de um lado mais pop, tendo assinado em nome próprio alguns hits como “Feeling Alive”.

Duas escolhas certas para Songs, um trabalho onde o carisma de Rodrigo Leão surge em máxima força.

Misty Fest 2013 – Primeiras confirmações

Bilhetes já à venda na Ticketline, lojas FNAC, Worten, salas do espetáculo e locais habituais.
Scott Matthew: Lisboa e Porto – 20€ | Ian McCulloch: Lisboa de 20€ e 35€, Porto – 25€

A programação do Misty Fest de 2013 começa já a desenhar-se e assume uma justificada ambição, tendo em conta o enorme sucesso das edições anteriores ainda bem presentes graças ao impacto de concertos como os dos Cowboy Junkies, Peter Hook (uma celebração dos Joy Divison dirigida pelo seu fundador), Stuart Staples, Mark Kozelek, Rodrigo Leão, Dead Combo ou Sara Tavares. – (saiba mais sobre as outras edições em www.misty-fest.com)

Tal como no ano passado, a quarta edição Misty Fest acontece na primeira quinzena de Novembro.  A melhor música continua a ter lugar nas melhores salas do país: Centro Cultural Olga Cadaval, Centro Cultural de Belém, Cinema São Jorge e Casa da Música , estando prevista a extensão a outros locais para além de Sintra, Lisboa e Porto.

Os primeiros nomes confirmados para este ano são os do australiano Scott Matthew, colaborador em dois discos de Rodrigo Leão e dono de uma aplaudida carreira internacional, e ainda de Ian McCulloch, histórico líder dos Echo & The Bunnymen que se apresentará a solo sem esquecer os maiores clássicos do seu grupo de sempre.

Scott Matthew  : 14 Nov Centro Cultural de Belém | 16 Nov Casa da Música

Ao Misty Fest, Scott Matthew trará pela primeira vez a Portugal o seu espetáculo completo, com a banda que normalmente o acompanha. Um espetáculo que lhe tem angariado os mais sentidos elogios por parte da crítica especializada internacional e que agora será apresentado já com as canções que trará no seu novo disco, Unlearned.

Scott Matthew é já um valor seguro no panorama mais indie da pop internacional e o álbum que se prepara para editar em Junho próximo tratará de confirmar esse estatuto. Unlearned é uma coleção de canções muito especiais: Matthew aborda no seu novo trabalho clássicos de artistas tão diversos como Neil Young (“Harvest Moon”), Radiohead (“No Surprises”) ou Joy Division (“Love Will Tear Us Apart”) desenhando nesse labirinto a sua própria personalidade de intérprete. Uma personalidade que o público português começa a aprender a reconhecer: é dele a voz que se ouve nos belíssimos «Terrible Dawn», um dos momentos centrais d’ A Montanha Mágica, e também em «Incomplete», tema inédito do mais recente Songs, dois trabalhos de Rodrigo Leão, artista com quem Scott Matthew também pisou palcos nacionais recentemente.

Este cantor, nascido na Austrália mas presentemente a residir em Nova Iorque, tem uma voz muito característica: frágil e misteriosa, forte e funda, de um tempo que não parece este, mas que no entanto está mesmo de pés fincados no presente.

Ian McCulloch : 14 Nov Casa da Música | 15 Nov Centro Cultural de Belém

Ian McCulloch, vocalista e líder dos míticos Echo & The Bunnymen, apresentar-se-á ao vivo em Portugal, na Casa da Música e no Centro Cultural de Belém, nos dias 14 e 15 do próximo mês de Novembro, como parte do cartaz do Misty Fest.

Neste concerto, McCulloch pretende revisitar os maiores clássicos da sua banda, incluindo temas como «Killing Moon», «Seven Seas» ou «Bring on The Dancing Horses».

Para lá dos marcos da carreira dos Echo & The Bunnymen, Ian McCulloch deverá ainda apresentar alguns dos mais significativos temas da sua carreira a solo, que já conta com quatro álbuns de originais e um registo ao vivo. Os últimos anos da carreira de McCulloch têm aliás sido bastante preenchidos: em 2010 foi convidado, em disco e numa digressão, dos Manic Street Preachers, voltou aos palcos e, já o ano passado, lançou o álbum de originais Pro Patria Mori e o registo ao vivo Liverpool Cathedral Live, dois momentos que lhe granjearam efusivos aplausos.

Nome incontornável do pós punk, marco indelével da década de 80, Ian McCulloch é dono de uma das mais aplaudidas carreiras da pop britânica das últimas décadas, uma voz singular que se encontra na esfera dos cantores de culto. O espectáculo que vem apresentar ao CCB é por isso mesmo absolutamente imperdível.

CARMEN SOUZA GALARDOADA NOS CABO VERDE MUSIC AWARDS

Carmen Souza, que teve o seu álbum “Kachupada” editado no nosso país na passada quinta-feira, dia 14, foi uma das grandes vencedoras dos Cabo Verde Music Awards ao ganhar 2 prémios:

– Melhor Voz Feminina, por “Katchupada”

– Melhor Morna, por “6 on na Tarrafal”

Veja aqui o acompanhamento da gala – e lista total dos troféus – pelo portal Sapo Cabo Verde

http://noticias.sapo.cv/especial/premios_cvma/

5 /5 “Extraordinarily talented vocalist…Kachupada is certainly one of the rarest kinds of musical gems to have come to light in the year 2012.” 

Raul da Gama, World Music Report/Latin Jazz Network, USA

4/5 ” With Verdade, her 2010 release, Carmen Souza introduced herself to the world as a kind of Cape Verdean Diana Krall. On Kachupada she is transformed into Cape Verdean Esperanza Spalding…Kachupada is a brave, extraordinarily original and at times challenging album. It is profoundly musical, deepens on every listen and deserves to make Souza a far more familiar name.”

Alex Robinson, SONGLINES, UK

4/5 ” A la manière d’une Ella Fitzgerald du Cap-Vert, Carmen Souza chante la saudade avec sensualité et fraîcheur”

Les Inrockuptibles, FR

4/5 “Elle est inclassable….C’est frais, épicé, profond, sympathique au possible. Ne la manquez pas quand elle passera par chez vous” 

Michel Bedin, FR

CARMEN SOUZA NO CATÁLOGO DA UGURU

A UGURU orgulha-se de poder contar com esta extraordinária artista no seu catálogo.

Aos poucos – e de forma determinante desde que reside em Londres – Carmen Souza tem-se afirmado globalmente como um dos mais intransigentes, inquietantes e vibrantes símbolos da lusofonia. E no sentido em que a entidade cultural lusófona é intrinsecamente mutante e em constante expansão, mas eminentemente inclusiva, é apenas natural que assim seja. Porque se a acção desta lisboeta (nascida em 1981) parte de um signo matricial enraizado na tradição das ilhas de Cabo Verde (a origem da sua família), é pelas encruzilhadas próprias da diáspora que vai construindo um eclético programa artístico que se afigura único no panorama internacional.

O tratamento essencialmente plástico que confere aos materiais à sua disposição – e o carácter quase expressionista da sua voz assume-se, nesse particular, tanto um ponto de partida quanto de chegada – sublinha simultaneamente as afinidades estéticas transatlânticas e o inédito ponto de sincretismo a que chegou. Música afro-cubana, jazz, morna e um conjunto de referências nascidas já de décadas de fusões rítmicas são deglutidas, distendidas e infinitamente recicladas no desenvolvimento de um extático perfil autoral para o qual, ao longo da última década, tem contribuído decisivamente o compositor e baixista Theo Pas’Cal.

O seu novo disco, Kachupada, gravado entre Lisboa e Londres, anuncia logo ao que vem, usando, no título, uma das mais generosas, convidativas e apetitosas metáforas para descodificar conteúdos musicais que combinem as mais variadas tipologias. Numa enérgica e concentrada demonstração de mais-valia criativa, memórias de presos políticos aliam-se ao emancipatório gesto do jazz, percorre-se a riqueza rítmica das ilhas, e canta-se a exaltação da vida, da juventude, da família. E, como à mesa, há sempre lugar para mais um!

“Carmen Souza sings in her native creole dialect with an intimacy, sensuality, and vivacity, characterised by a tremendous lightness of touch. Her music has a deceptive simplicity, a rare clarity, derived from a unique mix of influences from her Cape Verdean background to jazz and modern soul creating this beautifully vibrant, largely acoustic, accessible hybrid. World soul music for the 21st century” David Sylvian

5 STARS – “Extraordinarily talented vocalist…”  Latin Jazz Network, USA   

4 STARS – “Irresistible”  Télérama, FR

4 STARS – “Cape Verdean Esperanza Spalding…brave, extraordinarily original.” Songlines, UK

4 STARS – “Ella Fitzgerald du Cap-Vert..” Les Inrockuptibles, FR

A pinch of Billie Holiday, a hint of Nina Simone, Ella phrasing and Mina Agossi rebellious side…”

“a unique and original style” JAZZ MAG, FR

PIERRE ADERNE NO CATÁLOGO DA UGURU

A UGURU orgulha-se de poder contar com mais um extraordinário compositor no seu catálogo.

Pierre Aderne é um nome com uma carreira já bem sólida no Brasil, traduzida na edição de quatro álbuns – “Casa de Praia”, “Alto Mar”, “Doces Cariocas” e “Água Doce”. Mas a sua música é igualmente conhecida além fronteiras, tendo os seus discos sido também lançados no Japão e, claro, em Portugal. No nosso país, entretanto, os laços são ainda mais fortes: escreveu e cantou um dueto com a fadista Cuca Roseta, «Fado dos Barcos» (tema da última novela da TV Globo, “Aquele Beijo”) e ainda compôs um par de temas para dois álbuns de António Zambujo (um dos quais deu mesmo título a um álbum do cantor, “Guia”).  Agora, é entre Nova Iorque e o Rio de Janeiro que o cantor estabelece as suas coordenadas criativas, servindo essas duas cidades para gravar o seu próximo trabalho que deverá levar o título de “Caboclo”.

Em abril próximo, o compositor  atuará no Olympia de Paris, na abertura do concerto de  Melody Gardot, para quem compôs e gravou um dueto. A acompanhá-lo neste espetáculo estará o grande pianista brasileiro Philippe Baden Powell (filho do notável guitarrista Baden Powell). Para além de Melody Gardot, Pierre também compôs e gravou com Madeleine Peyroux  e colaborou com grandes músicos como Kenny Wollesen, Jesse Harris, Eivind Opswik, Vinícius Cantuária, Seu Jorge, Sara Tavares ou Márcio Faraco.

Pierre Aderne nasceu em Toulouse, França, mas foi criado no Rio de Janeiro desde o primeiro ano de idade. Ultimamente tem atuado bastante em Portugal (Sagres Surf Fest, primeira parte do concerto de Ben Harper no Pavilhão Atlântico, show cases em FNACS, e o Cool Jazz Fest do ano passado, ao lado de Madeleine Peyroux), ganhando amizade com artistas portugueses e africanos. A partir dessa proximidade, Aderne resolveu radicar-se em Lisboa onde se dedicou a filmar um documentário que mostra a relação musical entre Portugal, Brasil e  África, a partir  de tertúlias musicais nas  suas casas do Rio de Janeiro e de Lisboa. Este trabalho estreou na TV Brasil e abriu o festival Rotas e Rituais no Cinema São Jorge. Em breve irá também passar na RTP divido em vários episódios.

Para além deste documentário, as tertúlias nas suas casas resultaram num disco  de duetos, “Bem me quer mar me quer”, editado no ano passado. Este álbum conta com a participação  de vários artistas portugueses e brasileiros como Jorge Palma, Sara Tavares, Mário Laginha, Daniel Jobim, JP Simões, Pedro Jóia, José Peixoto, Susana Félix, Gisela João, Júlio Resende, Mú Carvalho ou Couple Coffee, entre outros.

No início de março, Pierre Aderne esteve numa digressão conjunta com o compositor e cantor Vinícius Cantuária pelo norte de Portugal e Galiza.

“Brazilian Pierre Aderne’s way groovy bossa nova guitar licks are as smooth as a sweet mango on a parched tongue, his masculine vocals flirting around the ear only add to the sensation that you’re enjoying something extremely naughty”

Belinda Acosta – Austin Chronicle

 

PiL AO VIVO EM LISBOA

21 de Junho, Coliseu dos Recreios | bilhetes já à venda | Bilheteira Online, lojas FNAC, lojas Worten, local do espetáculo | Preço: 28€ a 32€

Depois de um monumental 2012, com o lançamento do aclamado This is Pil, o primeiro álbum dos PiL em 20 anos, o grupo de Johnny Lydon apresenta-se agora ao vivo no dia 21 de Junho no Coliseu dos Recreios e a 22 de Junho na Casa da Música,  com um concerto que muito especial.

Para além da apresentação de novas canções como ‘Deeper Water’, ‘Out Of The Woods’, ‘One Drop’, e ‘Reggie Song’, os PiL irão também revisitar alguns clássicos da sua longa carreira: temas como ‘Rise’, ‘This Is Not A Love Song’, ‘Death Disco’, ‘Flowers Of Romance’, e ‘Warrior’ irão fazer deste concerto uma experiência única na linha do melhor da tradição dos PiL.

Valter Hugo Mãe enaltece “Os Poetas”

Valter Hugo Mãe, vencedor do Prémio Literário José Saramago em 2007, escreveu no passado domingo na sua coluna semanal do jornal Público um texto de elogio à banda Os Poetas.

Volvidos dezasseis anos sobre a data da sua formação inicial, o projecto de Rodrigo Leão e Gabriel Gomes está de regresso, contando com as presenças de Miguel Borges, Sandra Martins e Viviena Tupikova e a reedição do único álbum da banda, Entre Nós e as Palavras (1997). A propósito desta reunião, o escritor destaca um dos concertos que irão ocorrer no próximo mês de Março, mais concretamente, o do Porto – a 3 de Março na Casa da Música – para o qual, nas suas palavras, já pousou o CD à frente da aparelhagem e preparou o coração. Os espectáculos seguirão o modelo de actuação ao vivo, já mostrado no Cinema São Jorge em 2012, onde foi bem notória a adesão e a proximidade calorosa do público num concerto que se adivinhará intenso e mágico – uma simbiose perfeita de paisagens poéticas feitas de palavras e musicais feitas de sons. Citando Valter Hugo Mãe não se esperam desilusões, mas ao invés, o recomeço de algo que não se fique por aqui. Precisamos de uma lei, apenas afectiva mas muito efectiva, que os obrigue a compor de novo, a gravar e a permitir que quem esfaima pelos sonhos se banqueteie, uma e outra vez, com o melhoríssimo que a cultura portuguesa soube fazer.

Leia o artigo na íntegra:

artigo valter hugo mae